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QUANDO HÁ AMOR

Capítulo 5 LEVE-ME PARA CASA, ANJO

Palavras: 2144    |    Lançado em: 25/02/2022

A L

iz por isso. Voltar para casa agora, era tudo que eu queria. Se bem, que os dias que passei aqui não foram considerados os piores. Tive Kath aqui comigo na mai

im,

e com carinho. Desde o dia em que havia me encontrado e gentilmente trouxe-me até o hospital,

eng

ndo bem, se estou sentindo alguma dor. O sorriso cresce na minha boca, repuxando levemente os cantos, quando penso sobre tudo o que vivemos durante esse mês aqui. Ele não me deixou por um s

inhos e caprichos e toda a sua atenção, deixa-me confusa. Me pergunto, como raios um homem, elegante, bonito e rico como ele que, pode ter a mulher que quiser, está fazendo preso em quarto de hospital. com uma desconhecida que ele acabara de conh

ando como uma men

outras, as camélias e violetas encantaram-me e passaram a ser minhas favoritas, desde o dia em que ele me presenteou. Eu sorrio quando me lembro desse episódio e sinto meu cor

sexy. A camisa em linho preta, num corte V, deixava seu peitora

sorriso. - Que bom! - Ele torceu as mãos ligeiram

ll? - Questionei-o sem rodeios. Ele pare

a e olhou para

z isso, Borboletinha eu

do que est

je, ainda não sabia por qual motivo era chamada assim. Só que nesse momento, isso era uma das poucas coisas que me importava saber. Queria entender o que de fato ele queri

e, no entanto, não estou entendo o que um CEO, de uma das maiores empresas, está fazendo em um quarto de hospital, com uma garota estranha. - Respir

o esmagado por minhas próprias palavras. Meus olhos começaram a qu

Ou melhor, sabia e talvez fosse por isso. Eu estava com medo da sua resposta. Virando o rosto de lado par

outra escapatória a não ser, admirar o lindo homem á minha frente. Sorrindo para mim com ternura, ele se aproximou, estenden

olhos, obs

- Suas palavras eram como uma súplica e

abe o que es

e

não está ent

ara prosseguir, mas ele me parou antes mesmo de

be o quão feliz eu estou aqui? É como se eu não vivesse a muito tempo e agora eu

lábios, depositando um beijo

o seu lado. A cada minuto que me sento naquela poltrona e a vejo dormir, Anna, eu sinto que posso fazer isso uma vida toda. - Ele sorri amplamente, deixando que meu coração erre suas batidas. – Quando eu vou para o meu apartamento e no di

por aí, normais? - Seu corpo tenciona. Ele faz

ssim como não faz nenhuma outra mulher, melhor que você. Entenda isso, e por favor, não se r

ada com suas palavras, mas ele parece se divert

te, como um gatinho pidão e, oh Deus, eu já começava a a

que o senhor, fez alguns cafunés nos meus cabelos enquanto dormia, ou colocou algo para eu ouvir, acha mesm

você me ofende. - Leva a m

hada e quando me recupero ele

que

ndo você sorri, mesmo que você o faça poucas vez

nos meus. Senta-se na minha cama e toma meu rosto em suas m

a que eu sinta a maciez e a doçura da sua boca. Inigualável, ouso dizer. Porque nunca experimentei nada comparado ao seu beijo. Eu pressiono um pouco mais forte,

ha voz é apenas u

o quarto, o pega, trazendo logo em seguida e se sentando ao meu lado novamente. Apre

chorar me machucou tanto. – Sua voz falha. – Quero que ouça e entenda como quiser. Nunca fui bom com palavras. Talvez a música fale melhor por mim. Eu só quero que saiba que, nesses vinte e seis dias que passei com você, a cada um deles, vejo a mulher

tosa. Zac me olhou e sorriu, e no momento seguinte, a c

ra o outro, enquanto

a sentir seus bat

uvir "por favo

me, eu aind

u precis

r sua mão, eu vo

amarei por to

eu ainda pre

uero dei

não sou f

você dizer "amor,

para

uero te leva

alhada. Suas palavras, mesmo que foram em forma de uma música, tão profunda, me pegar

seguro, venham á tona e permaneço por um minuto ass

me amará para

os, molhando-os, dando-me seu gosto salgado. Zaccary, rapidamente, seca-as com seus polegares, acaric

de pensamentos afoitos, deixando-me duvidosa quanto a tudo que está acontecendo. Será

Não sei se o amo ainda, mas irei descobrir, o que não posso mesmo,

dar de mim? - Zac mor

, Borboletinha. - Encol

ve-me para

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QUANDO HÁ AMOR
QUANDO HÁ AMOR
“Quando aos vinte anos de idade, Anna Liz Parker sofre um acidente de carro, sua vida muda radicalmente. Saber que não andaria mais, dias depois de fazer aniversário, foi o pior presente que ela poderia ganhar. O sonho de se tornar professora de ballet, foi destruído diante de seus olhos. Fora deixada pelo homem que mais amava dada a sua deficiência. Anna chorou por noites, se perguntando o porquê de tudo está acontecendo. Tudo que ela queria, era ter sua vida de antes. Queria ser a bailarina de grandes sonhos, mas de nada adiantaria, sua vida a partir daquele dia seria outra: Presa em uma cadeira de rodas para sempre. No entanto, o que ela não imaginava era que tudo isso um dia pudesse trazer o amor de sua vida. Zaccary Mitchell tem vinte e nove anos. É o famoso CEO arrogante e rico que possui milhares de empresas pelo o mundo. Ele sempre fala para si mesmo que nunca se apaixonará por mulher nenhuma. No entanto, quando o destino o coloca frente à frente com Anna Liz, ele sabe muito bem que está perdido e que não tem como fugir. O sentimento de cuidar da linda garota cadeirante em seu vestido de borboletas, é avassalador e imediato. Zaccary se ver perdidamente encantado por Anna, e em meio ao encontro inusitado dos dois, ele promete nunca mais abandoná-la.”