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O aluno e a professora

Capítulo 2 O aluno e a professora

Palavras: 2694    |    Lançado em: 09/03/2022

Cap

imeira vez, não queria

é estar em cima de um cav

sei explicar, mas é um s

e me e

-lo para dentro da bai

olhei para ela. Sorria ol

ante

o gosta que ninguém se

le deixa o Miguel colocá-l

acredito que deixe soment

tá-lo para

apaixona

mas ele me fez

ou o Cometa. A porta de

a fora e não tirav

e ter adoraç

, não é? Só eu consig

os e montar, é claro. As ú

e colocá-lo de volta aqui

ocar a

e riu bem

car a comida. E em nada

v

e mim -

Não me s

Por

r a alma das pessoas.

fi

o assi

to sensível e

uma risada. -

vem do que você pen

sso te faz especial. Mai

e. - Mais pe

as sobra

de mentiras? Não so

isse qu

acho que seja

ara o Cometa, se

continuava me olhando.

o como perguntar, pois e

ele responder e

eu continuava com a mi

m o Cometa. Saltar com e

utros cavalos que usei es

s temos uma afinidade eno

ncordar

pai sobre a ideia de

não gostou da ideia foi

fazer as vontades dela.

ois dos tre

as táticas aos meus a

m um sembla

de vi

Que

eça com nervosismo. Pedi

drigo pa

eceu alg

i ligou a

O q

ia... Desculpe, mas eu

assu

u assustad

e sofreu um aci

angue sumi

a est

a foi muit

stá bem,

não resistiram ao impa

v

a mãe nunca deixava di

tendesse sem precisar de

devesse ter i

em saber o que fazer de

a Sabrina, mas ela não me

ava resolvendo tudo e p

ede uma co

ontrei a Rosa. Ela me a

i chorar. Fiquei tão sem

segui fazer. Pa

ai ligou para avisar que

Rosa ficou comigo e fez

i beber, nada que não fo

rque eu sentia como se

apartamento. Estou tã

Júlio apareceram com ela.

rtado. Pelo menos meus a

já a Sa

sabendo. Já saiu

rível que nem consigo co

com a Rosa. Mas eu fique

ha mãe me d

(

estamo

so, menino! Já vai sa

rta do carro e olhei par

que tinha uma grande su

e que eu veria com

me deixam

m portão e tocou o inter

a? Espero que não. Porqu

ele cresceu!", "J

ão sabem que iss

com o carro, observei

mãe e ela apenas sorriu.

arou o carro em f

Vam

Aon

erguntas! - S

o e saí também. Segui

bservei o local com curio

zi

olhadinha e me

Por

sse sem

s cômodos da casa e tod

no segundo andar, sendo

anheiro no primeiro and

Gos

bem g

conche

. - É bem grande

ente quando falei isso.

estr

e gostou, fil

os fiquei encarando-a

omo

ei pesquisando e encont

ensei

isse nada sobre

ó que vai chegar um mome

lugar para vi

que isso está l

arantido. - Pisc

é um abs

eita com sua mãe, não

o estar

a casa de novo. Balanc

ise dela um dia, mas só

u coisa

rriu la

prometa u

O q

ui com a pessoa qu

assim de

exer com você de um j

er nem a

zi a

amo a

e aproximou de mim ap

br

outras formas, querido

dad

a Sabrina

a ama a si pró

vezes ela age estranho,

ho

Pro

pesar de não saber do

rriu e acaric

e. Você va

(

ça. Ainda não faço idei

uco sim, louco de raiva, l

sa falta de consideração.

ocurar, mas quando é para

pensar cer

para ir na minha casa. M

por causa do que a minha mã

mos,

- pergunt

a conversa deles. Os do

ou apoiando a m

i já está

guei na capela que o co

bom tempo. A Rosa entro

u

o, cara - disse Júl

bém - fal

a Rosa e me abraçou ap

ais. Ele derramava lágrim

mas eu nã

canto do local. Não co

vieram falar comigo, t

que eu sentia de cada

do a me

a noite

ão consegui olhar. Fui o

mou de mim e segurou min

r isso. Não queria falar.

esse dia nã

epois a Sabr

minha mãe, não falou co

me deu

e ela

tendi de

que a gente

bre o

falar por t

ão saí de casa des

a - falei com grosseri

tender a l

sso i

cê qu

ego daqui

- Des

i encarando o teto. Não

ecisei. Só falta chegar a

amar

areceu e entrou no quart

untar s

Sempre pensa em tudo e

mi

? - Sabrina per

S

até onde estou e fi

Não pense que te aband

enterros

de que? -

morreu eu sofri muito

uma semana p

eu quando você

S

fosse adulta -

os lábios num

aumas que fic

icar inventando desculpa

e sua vida es

ou a postura fic

ale assi

alguma

entar me entender com v

ou e

ão? Sério? - falei ag

or, pelo menos podia te

cio por um momento. Log

inha mão

perdoa! Não quero

beu, a gente já

Sei que errei, mas eu

m assustada. Sabe que od

ando seu rosto. No mome

alhando direito depois do

ia de saúde. Pensar que e

onselhos, d

T

mente e pulou em cima

o que isso

m depois da morte da

para me animar. Me cha

só ficávamos jogando con

comecei a namorar a Sabr

igos de volta

a da Sabrina dessa vez,

tinha combinado de sair c

ou a jogar várias coisas

omo por exemplo, que es

eu pr

cido depois da morte da

ando que eu

nho que o

e cedi o que ela queria

não porque queria q

elevisão quando ela che

ntou do meu lado e beijo

ma que nem

nseguiu me convencer a

sair...

que mudou

Não quero dis

com esses garotos, mas

. Agora só que

ero falar disso de nov

udo

por incrível que pareça e

o, a Sabrina ficou em si

it

no quarto e ela dormiu.

a sem

a comigo, mas ultimamen

do que ter que ficar co

suas manias e reclamaçõe

nesse a

uma coisa me tirando d

tava dormindo. Suspirei e

mais

ussurrou eu a

baixo do travesseiro e

erta

r coisas inteligíveis e

e falou dormindo, mas por

cordava com ela falando

do graça, pois estou a

eciso de

a testa.

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O aluno e a professora
O aluno e a professora
“Chegou finalmente o dia tão esperado. Acabou a escola! Não preciso mais acordar às 6 da manhã. Tem sensação melhor do que essa? E claro também tem outra coisa boa: Não preciso mais fingir na frente dos meus amigos que não tenho nada com a Sabrina. Ela é professora da escola. Não pense coisas erradas de mim, ok? Eu não queria nada com ela exatamente por esse motivo. Imagina! Um aluno se relacionando com a professora? Uma mulher mais velha. Tá, não é tanta diferença de idade assim, o que pega mesmo é ela ser a minha professora. Mas foi só no último ano. Ela começou a dar aula para o ensino médio assim que entrei no terceiro ano. Sabrina tem vinte e três anos e eu completei dezoito. Não tem tanta distância assim entre nós, não é? Estava esperando minha mãe chegar. Detesto segredos e mentiras e por isso tomei a decisão de contar aos meus pais que estou apaixonado pela minha professora. Espero que não me condenem... - Oi, meu filho - ela se aproximou e beijou meu rosto. - Está tudo bem? - Sim. Eu queria conversar com você e o meu pai. - Aconteceu alguma coisa? - Não... nada demais... Ela cerrou os olhos na minha direção. Minha mãe sempre foi minha companheira. Me apoiava em tudo o que eu decidia, só que agora o assunto é delicado e isso me deixa nervoso. Meus amigos vivem dizendo que ela não parece ser minha mãe. Realmente ela não aparenta ter a idade que tem. Tem cabelos castanhos e olhos da mesma cor. Está sempre bem vestida e com um sorriso no rosto. Isso faz ela parecer dez anos mais nova. - Seu pai está chegando. Estou curiosa... Sorri com nervosismo. Ela também sorriu. - O que está aprontando? - Nada. - Me parece bem nervoso... Por que ela tem que me conhecer tão bem? Meu pai entrou em casa e olhou de mim para minha mãe. Logo franziu a testa. - Perdi alguma coisa? - Não. Seu filho diz que tem algo para contar - falou com mansidão. - É mesmo? E o que é? - Vamos para o seu escritório - falei. Minha boca estava seca. Por que estou tão nervoso? Com os dois acomodados confortavelmente, já podia contar. Eles estavam sentados nas poltronas de frente para mim. - Então...? - minha mãe falou curiosa. - Eu finalmente arrumei uma namorada - falei rápido e de uma só vez. Minha mãe sorriu largamente e meu pai soltou uma sonora risada. - Ah meu filho! Que coisa boa! - Ameaçou levantar. - Espera... tem mais uma coisa. - O que? - É a Sabrina. Agora os dois ficaram em silêncio. Minha mãe com os olhos um pouco arregalados. Meu pai estava mais surpreso. Não disfarçou o olhar de pavor. Ele passou a mão pelo cabelo. - A Sabrina? - Sim. - Mas ela é sua professora! - Era minha professora. As aulas acabaram. Os dois trocaram olhares. Depois de um longo momento em silêncio se encarando, minha mãe virou o rosto na minha direção. - Se é o que te faz feliz eu apoio - disse sorrindo. Ela levantou e me abraçou apertado. Mal sabia eu que era o começo de um tremendo pesadelo...”
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