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O aluno e a professora

Capítulo 4 O aluno e a professora

Palavras: 1897    |    Lançado em: 09/03/2022

falamos mais no assu

. Mas claro que minha p

a do meu quarto e e

á aqui e quer

ue estou

m. - Saiu

escutei os sapatos da Sa

entrou. Estava sentado na

e não que

você está com o J

oi ele? - Se aproximo

Dani! Eu não faria

a? - pergun

Nun

brina! - falei alto.

o! Ele me agarrou! Não

car magoa

o. Será possível s

4º C

eu quarto!

i, por

e chamar ass

fala e me encarou d

enos uma vez na vida e

falei a

s depois. Você es

om es

em motivos, pois

anhã. - Vir

elho

a. Passei a mão no cabe

de pau? Ele

ceu na port

to, não cons

m. A culpa

alguma

Rosa. Só quer

precisar de

brig

hando a porta e eu apag

ciso me acalmar e recuper

o é do meu feitio. A men

dor... C

epois do meu surto com

e tentava me convencer

úria e eu o mandava ir emb

e tirar de casa mesmo,

eguiu me convencer a ir

e prometeu que se eu qui

e pediu uma garrafa de

atual conjuntura

rir um pouco. Erik é um

pessoas. Estava rindo de

ndo no bar. O sorriso m

meu rosto e logo virou a

s de Sabrina encontraram

A encarava com fúria. Eu n

a minh

uma semana voltou com

ntou puxar ela para sai

ma como se fosse superior

desvie

parou per

ma coisa aqui?

ue não m

sviei meus olhos por

o olhar e eu voltei

o que est

da histérica e e

a imaginação. Você f

adei

ir, cara - Erik ch

coração, sabia? Eu só

com você, pois

a e ela olhou ao redor

entirosa! Já deu

? - disse olhando

explícito! -

mãos na mesa e me e

. Sabe por que? Você n

ssa em você é a conta ban

udo tem que ser certo e

e. - Você é um mala! Só n

ão sabe e nunca vai saber

incipalmen

silêncio

mbavam e gritavam incen

ão todas as vezes que você d

u sou tão ruim que você muit

ntar

nte eu não

Só fiquei encarando-a

rosto mostrava quem ela

e eu imagi

, Daniel - Erik

a cadeira e

uem cala

com o comentário irri

rebaixar a isso. Apenas p

não deveria te

não imaginei que ela fos

bar

e faz o favor de nunca

udo

u pra

escu

di. Sentia como se fos

sei que ela fez aqui

e olhando e zombando de

o estou mais puto é comig

tu

a mão no

m. Mas de uma coisa eu t

e façam isso comigo de n

cionar com ninguém nunca

ras. Prefiro ficar sozinho.

hoje. É um jeito de me

nto tão perturbado, o me

judou em porra nenhuma.

go d

? Por que não ouvi minh

ssa menina é tão egoísta"

não serve para mim. E

não falei com ninguém.

se metam na minha vida. E

opinião de

temente falar comigo, ma

ado, mas no momen

arrancado algo de dent

ão é um velho nem nada,

e estar preocupado comig

e pre

amo meu pai, mas no m

m. Nem por

r favor - R

gação. Ela suspirou e pa

me há dias. Va

olhando o rosto dela

franziu a testa o

aniel. Seu pai também.

is

ia falar, mas o olhar de

fazer r

ero pena

ra a primeira coisa que e

Sab

na, filho. Só preocup

men

ão q

ó o suco? - Me

o da mão dela. Rosa sorr

meu preferido. Rosa está

resci com ela e a cons

- Entreguei

sa, por favor, me peça.

e e ela sorriu

ou d

Cla

ltei a me deitar na cama.

vejo os rostos daquelas

muito menos ir trabalhar.

eu precisava me a

e deu a eles e sinceram

s

er encontrado a pessoa

abalou de uma maneira qu

Sei que não tinha experi

s eu me esforcei para ser

. Será que foi tudo menti

onta de u

ama me engula e não

epois daquela cena deplo

fiquei logo que fui humil

muito menos falava o qu

u para a Itália há pou

inguém de

adoras. Até porque na p

tratava com muito intere

iota... Tá... Um dia eu

ando meu pai bateu

isse que estava terminand

o não demorei

- falei assim que

ado na minha cam

- pergunte

de tanto

e é? - fale

ndo tirar todo

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O aluno e a professora
O aluno e a professora
“Chegou finalmente o dia tão esperado. Acabou a escola! Não preciso mais acordar às 6 da manhã. Tem sensação melhor do que essa? E claro também tem outra coisa boa: Não preciso mais fingir na frente dos meus amigos que não tenho nada com a Sabrina. Ela é professora da escola. Não pense coisas erradas de mim, ok? Eu não queria nada com ela exatamente por esse motivo. Imagina! Um aluno se relacionando com a professora? Uma mulher mais velha. Tá, não é tanta diferença de idade assim, o que pega mesmo é ela ser a minha professora. Mas foi só no último ano. Ela começou a dar aula para o ensino médio assim que entrei no terceiro ano. Sabrina tem vinte e três anos e eu completei dezoito. Não tem tanta distância assim entre nós, não é? Estava esperando minha mãe chegar. Detesto segredos e mentiras e por isso tomei a decisão de contar aos meus pais que estou apaixonado pela minha professora. Espero que não me condenem... - Oi, meu filho - ela se aproximou e beijou meu rosto. - Está tudo bem? - Sim. Eu queria conversar com você e o meu pai. - Aconteceu alguma coisa? - Não... nada demais... Ela cerrou os olhos na minha direção. Minha mãe sempre foi minha companheira. Me apoiava em tudo o que eu decidia, só que agora o assunto é delicado e isso me deixa nervoso. Meus amigos vivem dizendo que ela não parece ser minha mãe. Realmente ela não aparenta ter a idade que tem. Tem cabelos castanhos e olhos da mesma cor. Está sempre bem vestida e com um sorriso no rosto. Isso faz ela parecer dez anos mais nova. - Seu pai está chegando. Estou curiosa... Sorri com nervosismo. Ela também sorriu. - O que está aprontando? - Nada. - Me parece bem nervoso... Por que ela tem que me conhecer tão bem? Meu pai entrou em casa e olhou de mim para minha mãe. Logo franziu a testa. - Perdi alguma coisa? - Não. Seu filho diz que tem algo para contar - falou com mansidão. - É mesmo? E o que é? - Vamos para o seu escritório - falei. Minha boca estava seca. Por que estou tão nervoso? Com os dois acomodados confortavelmente, já podia contar. Eles estavam sentados nas poltronas de frente para mim. - Então...? - minha mãe falou curiosa. - Eu finalmente arrumei uma namorada - falei rápido e de uma só vez. Minha mãe sorriu largamente e meu pai soltou uma sonora risada. - Ah meu filho! Que coisa boa! - Ameaçou levantar. - Espera... tem mais uma coisa. - O que? - É a Sabrina. Agora os dois ficaram em silêncio. Minha mãe com os olhos um pouco arregalados. Meu pai estava mais surpreso. Não disfarçou o olhar de pavor. Ele passou a mão pelo cabelo. - A Sabrina? - Sim. - Mas ela é sua professora! - Era minha professora. As aulas acabaram. Os dois trocaram olhares. Depois de um longo momento em silêncio se encarando, minha mãe virou o rosto na minha direção. - Se é o que te faz feliz eu apoio - disse sorrindo. Ela levantou e me abraçou apertado. Mal sabia eu que era o começo de um tremendo pesadelo...”
1 Capítulo 1 O aluno e a professora2 Capítulo 2 O aluno e a professora3 Capítulo 3 O aluno e a professora4 Capítulo 4 O aluno e a professora5 Capítulo 5 O aluno e a professora6 Capítulo 6 O aluno e a professora7 Capítulo 7 O aluno e a professora8 Capítulo 8 O aluno e a professora9 Capítulo 9 O aluno e a professora10 Capítulo 10 O aluno e a professora11 Capítulo 11 O aluno e a professora12 Capítulo 12 O aluno e a professora13 Capítulo 13 O aluno e a professora14 Capítulo 14 O aluno e a professora15 Capítulo 15 O aluno e a professora16 Capítulo 16 O aluno e a professora17 Capítulo 17 O aluno e a professora18 Capítulo 18 O aluno e a professora19 Capítulo 19 O aluno e a professora20 Capítulo 20 O aluno e a professora21 Capítulo 21 O aluno e a professora22 Capítulo 22 O aluno e a professora23 Capítulo 23 O aluno e a professora24 Capítulo 24 O aluno e a professora25 Capítulo 25 O aluno e a professora