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O aluno e a professora

O aluno e a professora

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Capítulo 1 O aluno e a professora

Palavras: 2273    |    Lançado em: 09/03/2022

Cap

am depois da minha rev

ai não ficou muito satis

de um tempo ele se a

ltos e baixos com a Sa

coisa, insiste até você

não mede esforços par

a coisa assim tão radical

o que quer, não é? Eu ach

algo. Os pais dela semp

tá tendo problemas no tra

ica furiosa quando

te estava em casa par

é bem chegado a

P

i, f

teceu com o p

lêncio me olhand

não c

a vez que alguém pergun

uero tocar

mo o porquê de

diga

ai del

liu?

pagava impostos... E

lcatruas na

J

Achou que ele foss

. Você sabia que ele

xeu na comida sem pres

zi

es que um dia isso poder

is me

Hum

e mau humor, pois agora

que está

bem chato, ela tem empr

eve se a

nora risada e eu franz

abe que ela só está naq

gui

omo

mado. Ou ela arrumava

a que

um emprego, qual a lóg

aniel. Ele fez isso só p

ilidade na vida. Mas pelo

ebi que me olhou de

O q

assunto. Não quero que

sua n

á? - pergu

ó contei

nto. Não vou

os mudar de assunto.

ras hoje. Que

o. Você

ão... - Fe

Que hora

ois de

- falei

Principalmente quando

o há uns anos e gosto

começar a da

meu pai pediu para ir

ão veio comigo. Dei de om

gu

pai falou que tem

hoje de manhã. Vem c

para s

i quando ele parou. Er

rancas. B

nos. Disseram já ser ad

ocinho do cavalo

bem b

s ver o

estábulo e assim que olh

omento sem piscar. Era o

preto. A crina lisa caia

rante. Estava no final da

mei e ele

niel, não se ap

r que

é manso co

irei meu rosto na

de que pegam cavalos s

a! Se o animal já está ac

nue s

nasceu na fazenda del

ém o

ar o cavalo. Ele continu

os olho

o Sr. go

Des

e é indom

rouxe eles dois? - V

e não

N

o melhor per

a olhar o cavalo. Parec

to desde

lar com e

do meu pai e lá encontre

u com um ap

? Gosto

. Mas por que

largamente e eu

ente de anive

cavalo? De aniversário?

ança, ou uma blusa nova

gante,

Mas

e queria começar a e

im,

recisa de um caval

, ma

s entendidos! Qu

rei de

O p

za? - Rodrig

S

não está

problema - falei olha

nte me

oa! Qual nome

Vou ver como ele s

meu pai e tomar a decis

olgado com a ideia. Rod

o presente é meu, quem

e montar, mas não dei

de montar o cavalo até q

as eu estava tão empolgad

a baia... Não tenho cinco

e ele é in

ue, mas não a

dele. Pelo menos a porta

dali. Continuava no canto

nha cabeça que ele est

oximou da porta, eu quase

i para ver o q

da porta, mas não mui

ugar olhando-o. Sempre g

is que não se

ele ficou no mesmo lug

com medo e por isso não

Nesse momento fiquei ten

porta lentamente. Os

e frente para o outro

direção e então levantei

eu focinho delicadamente

ça e por um momento ache

ha mão, para logo depo

continuei acaricia

meço de uma bela a

o se respondes

brina. Estávamos em um

ha que ser em um lugar be

e o quanto odiava aquel

saia daquele lugar e de p

m garoto que sempre a res

arar foi quando disse ser

ssou a se

ndo e falando, mas minh

reto e na possibilidade de

unca quis tanto subir

subi

á me o

im. - Me ajeit

Ent

não é que eu ignore o q

assim fica menos estressa

ela fala. Até porque ch

lugar. Talvez um lugar

amaç

lo e sorri. Ainda tenho

sorrindo

? - fale

- Apontou descaradam

na mesa

orrindo pra ni

idiota! Eu vi muit

as pessoas estav

alto, as pessoa

perceber a mesma coisa

pre odiou pessoas escand

ssoas e sei que a raiva de

não vai continu

sse escândalo o melhor e

no táxi. Sabrina não fa

to que quando for fal

em outras coisas quand

ente ao apartamento

ei até a

orria pra outra

u não sorri

o me faça parecer reta

u para n

ninguém. Só me le

prestava atenção

mas três horas falando

as minhas coisas!

u em silêncio

irei as costas e segui

Respirei fundo. Estou

go

bem. Me

a e virei de f

ssada com as coisas aqu

em, não

Sei

lpa? - Me puxou

udo

rriu la

para o táxi. Em alguns m

deitei na cama. Não sei

polgado com meu

ava o cavalo e fazia ca

tentar montar, queria que

eu nele,

o levei para fora depois

ele deixou fazer i

iguel perguntou vis

ando todos os equip

fastou. Me aproximei do

s costas. Esperei para ve

a rédea para o lado e el

o para o outro la

grande sorriso e ele

rv

ndar e ele foi sem reluta

rrer pelo lugar com a mai

o! Acho que vou

lichê. Se bem que não

um... Puxei as ré

e acha

ateu a pata da

... Re

a cabeça e b

que tal..

e deu uns passos para tr

i que fosse

em. Então

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O aluno e a professora
O aluno e a professora
“Chegou finalmente o dia tão esperado. Acabou a escola! Não preciso mais acordar às 6 da manhã. Tem sensação melhor do que essa? E claro também tem outra coisa boa: Não preciso mais fingir na frente dos meus amigos que não tenho nada com a Sabrina. Ela é professora da escola. Não pense coisas erradas de mim, ok? Eu não queria nada com ela exatamente por esse motivo. Imagina! Um aluno se relacionando com a professora? Uma mulher mais velha. Tá, não é tanta diferença de idade assim, o que pega mesmo é ela ser a minha professora. Mas foi só no último ano. Ela começou a dar aula para o ensino médio assim que entrei no terceiro ano. Sabrina tem vinte e três anos e eu completei dezoito. Não tem tanta distância assim entre nós, não é? Estava esperando minha mãe chegar. Detesto segredos e mentiras e por isso tomei a decisão de contar aos meus pais que estou apaixonado pela minha professora. Espero que não me condenem... - Oi, meu filho - ela se aproximou e beijou meu rosto. - Está tudo bem? - Sim. Eu queria conversar com você e o meu pai. - Aconteceu alguma coisa? - Não... nada demais... Ela cerrou os olhos na minha direção. Minha mãe sempre foi minha companheira. Me apoiava em tudo o que eu decidia, só que agora o assunto é delicado e isso me deixa nervoso. Meus amigos vivem dizendo que ela não parece ser minha mãe. Realmente ela não aparenta ter a idade que tem. Tem cabelos castanhos e olhos da mesma cor. Está sempre bem vestida e com um sorriso no rosto. Isso faz ela parecer dez anos mais nova. - Seu pai está chegando. Estou curiosa... Sorri com nervosismo. Ela também sorriu. - O que está aprontando? - Nada. - Me parece bem nervoso... Por que ela tem que me conhecer tão bem? Meu pai entrou em casa e olhou de mim para minha mãe. Logo franziu a testa. - Perdi alguma coisa? - Não. Seu filho diz que tem algo para contar - falou com mansidão. - É mesmo? E o que é? - Vamos para o seu escritório - falei. Minha boca estava seca. Por que estou tão nervoso? Com os dois acomodados confortavelmente, já podia contar. Eles estavam sentados nas poltronas de frente para mim. - Então...? - minha mãe falou curiosa. - Eu finalmente arrumei uma namorada - falei rápido e de uma só vez. Minha mãe sorriu largamente e meu pai soltou uma sonora risada. - Ah meu filho! Que coisa boa! - Ameaçou levantar. - Espera... tem mais uma coisa. - O que? - É a Sabrina. Agora os dois ficaram em silêncio. Minha mãe com os olhos um pouco arregalados. Meu pai estava mais surpreso. Não disfarçou o olhar de pavor. Ele passou a mão pelo cabelo. - A Sabrina? - Sim. - Mas ela é sua professora! - Era minha professora. As aulas acabaram. Os dois trocaram olhares. Depois de um longo momento em silêncio se encarando, minha mãe virou o rosto na minha direção. - Se é o que te faz feliz eu apoio - disse sorrindo. Ela levantou e me abraçou apertado. Mal sabia eu que era o começo de um tremendo pesadelo...”
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