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Meu delegado- Livro 3

Meu delegado- Livro 3

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Capítulo 1 Meu delegado- Livro 3

Palavras: 3427    |    Lançado em: 16/03/2022

ha igual de pet shop? Noção zero, sua sorte que gosto de você. Porque isso é pior que levar um tiro na b

a, depravada e sem educação. O estereotipo feminino que não me agrada nem um pouco. Mas, prometi para Dylan e Alyssa que não iria discutir com aquela m

iso mais ver a cara dela e nem seu sorriso largo, os lábios carnudos e rosados. Caralho, foco Brian. Não faz seu tipo, lembra? Esborrifo

ia da polícia anuncia várias ocorrências. Hoje estou de folga, mas não consigo desligar

no local. Rua: Barrow str

nto muito, mas não vou atender nenhuma ocorrência. Des

rajes de festas. Isso porque seria uma pequena cerimônia para os mais chegad

e à seta indicando que está saindo. Imediatamente giro o volante direcionando na entrada, quando um híbrido branc

ar assim, eu vou pegar

ma hora que a

bre a pele. O vestido vermelho justo ao corpo, marcando cada curva como se foss

mas não consigo desviar o olhar daquela mistura de deusa com filha do capiroto. Por algum mot

bido de ficar desse jeito por causa

. - Ouço o som de buz

so de erguer o dedo do meio. Babaca é você, cretino. Acelero liberando a passagem. Camilly definitivamente é pro

da localização da igreja consigo estacionar. E

nsigo ver que são mulheres de bo

r, amorosa, gentil, educada. Nunca irei me conformar de como ela escapou por entre meus dedos. Ainda me pergunto se eu p

in? - Ethan se aproxima

ndo isso? Já não estou me senti

delegado fodão com v

resmungo e

nda ao meu lado. - Cara acabei de ver Camilly, se e

nfuso. Ou seria melhor nã

e, coloquei um a

ito. - Recuo dois passos cria

irá me sufocar. Contornamos a entrada principal procurando a porta da lateral para os padrinhos. Encontramos e mais que depressa a empurramos para

or percebo o quanto chamamos atenção irrompendo pela porta daquela

tal em coma, esbarrei várias vezes com essa mulher, e uma única vez consegui

frente do outro como se estivesse desfilando, Camill

ligou o ar condicionado? Está

stá muito elegante,

us ouvidos, desce por meu corpo pene

o, sei que me acha uma tentação. - Piscando, ela

ian, lembre-se que

o, agora. Tento afastar os pensamentos para coelhinhos fofos na fazenda. Engulo em seco, sem saber o que responder, na

imonialista que surge com a prancheta em mãos, organizando os casais para a entrada. Seguimos a orga

mas o perfume de Camilly atingi em

Esqueceu Shero

cada detalhe. Fez questão de acompanhar os decoradores, o Buffet, ela era muito detalhista. Todos amavam minha

A voz feminina me traz

ondo, afastando as

e pude sentir a agonia de Dylan enquanto aguard

ente para que ele possa me ouvir. - Desfaz essa cara

o. Consigo tirar um sorriso t

o seu vestido branco. E ao lado da noiva dona Emilia, a sogra. Não sei como, mas com o passar do tempo A

e no colo de uma senhora e estica os braços na dire

rada triunfal da noiva, me pego encarando a senhorita encrenca. E para

e tentação

re ou até que dure. Depois de tudo que passei só quero viver minha vida em paz, e sozinha. O amor entre um casal é só um sentimento ilusório da mais plena satisfação. Infelizmente descobri isso de uma forma cruel, com muita dor e sofrimento. Mudar de nome, país e fugir das consequências dos meus ato

mim como um grande milagre. Ela estava caminhando na praça com seus filhotes, ao me ver praticamente desmaiada no banco, suja, com fome, e semiviva. Sentou-se ao meu lado. Permaneci com os olhos fechados, não

de suas mãos rapidamente o que estava oferecendo.

deci educadamente

e há vejo sentada aqui nesse mesmo banco. -

amente. - Abro um sorri

encaro o rosto da senhora. - Desculpe minha introm

ua mão marcada pela idade por cima, me surpreendi. E pela pri

cárcere privado, a perda do bebê, mas pulei a parte do assassinato. Não queria

sa para mim. Ajudou-me a mudar de nome acrescentando seu sobrenome, assim me tornando sua filha. Durante três anos pude sentir como era ter o amor de uma mãe, infelizmente Josefy

sada, quero morrer feliz

pelo dinheiro e seus investimentos. Cam

nvadir o apartamento e me prender pela morte daquele cretino. Quando deito na cama e fecho os olhos, ainda posso vê-lo com o cinto na mão. O ódio queimando em seus olho

so que molharia a calcinha de qualquer mulher. Seu único defeito é ser policial. Impossível se envolver com aquilo que venho fugindo por anos,

conseguiu. É típico a mulher fingir que está satisfeita para agradar o companheiro, mas se tem algo que aprendi nisso tudo, jam

sua atenção. Sinto um calor crescente percorrendo meu corpo, não consigo evitar

rra vai comer mesmo. Homem é objeto de prazer filha, o deixe pensa

aprendi muita coisa com ela, desde como investir o dinh

omento, o que faz o padre acelerar os votos matrimoniais. Meus pés d

ER. Aplausos seguidos de gritos de

om gestos como devemos proceder. Aguardamos a saída dos noivos, em seguida cada padrinho s

De canto de olho consigo ver sua barba grossa por fazer, e imagino como seria senti-la

e P.O.L.

da depravação grita alto c

n Garcia tem uma enorme placa grudada nas

em dos padrinhos, tento desviar das pessoas para me aproximar dos no

nem como Ethan surgiu ao meu lado

do olho do furacão, empurro algumas mulheres até que algo acerta meu rosto. Involuntariamente ergo as mãos me defendendo, e então, o vejo.

i o que essa noiva safada está pensando, e não quero destruir seu momento de felicidade. Revirando os olhos, saio pela lateral da igreja, pisando em todos o

motorista, encaro o buquê, e o jogo no banc

o. Puxo a cadeira e me sento. Aos poucos os convidados entram no salão. Boquiaberta, vislumbro o delegado camin

nhor policial? Posso sentir a ten

m evidência. Incomodado com a situação, ele se remexe na cadeira afrouxando o nó

mpo acariciando meu corpo para provocá-lo. Como se não conseguisse desviar os olhos, ele me observ

errubando-a. Esfregando as mãos no rosto e de cabe

de rir. Se soubesse q

de champanhe com o garçom e a viro d

e ele? Alyssa me contou em uma de nossas conversas o quanto é conservador,

i? - Esbarro em Eth

nho - r

co e logo Brian surgi na minha frente. Espalmo as mãos no seu peito grande e largo, empurrando-

Como até a voz desse homem pode

dedo por cima dos seu

aproximando, ele recua do

ão grossa segura meu braço

perna, e esfrego o joelho no meio d

ijo desesperado e ardente. Minhas mãos abrem os botões da camisa dele de forma desesperada, ent

xpressão confusa no seu rosto. Ergo a barra do vestido para cima ganhando mobilidade. Aj

edos envolvendo-o fortemente. Lentamente

- ofegant

mente. Seus gemidos me instigam a continuar. Substituo as mãos pela boca, engolindo seu pau. Grande, grosso, sint

ido, com força. Com uma mão acaricio suas bolas inchadas. A

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Meu delegado- Livro 3
Meu delegado- Livro 3
“Encolho as pernas abraçando os joelhos, apoio minhas costas contra o azulejo frio da parede. Fecho os olhos sentindo a ardência das lágrimas que descem por meu rosto. Só peço que pare, por favor. Mais, socos na porta me fazem pular assustada, amedrontada. - Por favor, por favor, pare Spencer - imploro. - Vadia desgraçada. Abre essa porta Cindy. - Socos, e mais socos. Sinto algo pingando, abaixo a cabeça e vejo as gotas de sangue manchando o chão de vermelho. Deslizo a mão limpando minha boca, e a vejo suja com as evidências de mais uma maldita noite. - Spencer, por favor - suplico, em meio às lágrimas. - Eu vou te matar, sua puta - grita alto. Com um último pontapé a porta se abre. Alucinado e fora de controle, ele entra no banheiro vindo diretamente em mim. Seus dedos enrolam em meus cabelos e os puxam me levantando do chão. Posso ver em seus olhos a fúria cega, e tenho certeza de que hoje será meu fim. Grito por socorro, enquanto sou arrastada como um animal nosso quarto. Os vizinhos não se intrometem em brigas de casais, não importa para eles se serei morta. Debato-me tentando fugir de suas mãos, mas é inútil. Além do mais fugir para onde? Não tenho ninguém, e ele nunca me deixaria partir com vida. Sou suspensa no ar, e jogada na cama. Seu grande corpo por cima do meu, me segurando presa entre ele e o colchão. Usando as pernas como reforço, abre as minhas pernas rasgando em seguida minha calcinha. Suplico encarando dentro dos olhos verdes, e o sorriso que nasce nos seus lábios ao enfiar seu pau, me traz a realidade de que ele é um monstro frio e sem coração. Suas mãos seguram meu pescoço com força, e a cada arremetida na minha boceta seus dedos apertam mais forte, me sufocando. Desisto de lutar, simplesmente aceito o destino. - Gosta assim, não é? Admite. Eu vi você olhando para o homem que coleta o lixo. Quer ser fodida igual uma piranha. - Uma mão solta o pescoço, e desce em direção ao rosto me esbofeteando. Deus, por favor, acabe com isso. Acabe com isso, por favor. Sem ar, sufocando aos poucos, pouco a pouco vou perdendo a consciência. Quando saio na rua, ando sempre de cabeça baixa, ele que escolhe minhas roupas, só posso sair em sua companhia, sair é quase um milagre. Quando o conheci na faculdade, gentil, amoroso, bondoso, não fazia ideia do tipo de pessoa que ele se tornaria. Às vezes acho que o amor me cegou para enxergar os sinais. Ciúmes, discussões, suas mãos quando seguravam firme meu braço, mas sempre em seguida um pedido de desculpas com flores, e lágrimas. E como uma tola apaixonada, aceitei seu pedido de casamento. Sempre fui sozinha criada em lares adotivos e ter alguém cuidando de mim desse jeito era algo maravilhoso, não podia perdê-lo. Os primeiros dias de recém- casados foram inesquecíveis. Mas quando engravidei tudo mudou. Do dia para noite meu príncipe encantado se tornou meu carrasco. Em sua primeira crise me espancou a ponto de perder o bebê. Sangrando e com fortes dores abdominais fui levada para a emergência e como uma boa esposa devotada, contei aos médicos como tinha caído da escada arrumando o sótão. Depois daquele dia as coisas só pioraram. Violência sexual, agressão física, humilhação verbal. Perdida em pensamentos, sou pega de surpresa quando Spencer gira meu corpo me colocando de bruços e monta por cima da minha bunda. Mordo os lábios a ponto de sangrá-los. Algo duro é enrolado em meu pescoço e sou montada como se fosse uma égua.”
1 Capítulo 1 Meu delegado- Livro 32 Capítulo 2 Meu delegado- Livro 33 Capítulo 3 Meu delegado- Livro 34 Capítulo 4 Meu delegado- Livro 35 Capítulo 5 Meu delegado- Livro 36 Capítulo 6 Meu delegado- Livro 37 Capítulo 7 Meu delegado- Livro 38 Capítulo 8 Meu delegado- Livro 39 Capítulo 9 Meu delegado- Livro 310 Capítulo 10 Meu delegado- Livro 311 Capítulo 11 Meu delegado- Livro 312 Capítulo 12 Meu delegado- Livro 313 Capítulo 13 Meu delegado- Livro 314 Capítulo 14 Meu delegado- Livro 315 Capítulo 15 Meu delegado- Livro 316 Capítulo 16 Meu delegado- Livro 317 Capítulo 17 Meu delegado- Livro 318 Capítulo 18 Meu delegado- Livro 319 Capítulo 19 Meu delegado- Livro 320 Capítulo 20 Meu delegado- Livro 3