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Protegida pelo chefe

Capítulo 5 Protegida pelo chefe

Palavras: 1179    |    Lançado em: 24/03/2022

aberta vagarosamente. - Você morreu? - perguntou Caio, passando sua cabeça por uma fresta. - Não, só estou com preguiça - respondi-o escondendo minha cabeça sob o edredom. - Le

ersar com você - disse cruzando os braços à frente. - Tudo bem. Está com fome? Estou indo almoçar. Ele desencostou do carro e me seguiu em silêncio até o restaurante japonês uma quadra dali. Entramos e sentamos no balcão fazendo nossos pedidos. - Então... O que está rolando? Por que você está tão tenso? - perguntei notando seus ombros rígidos e suas mãos, que se esfregavam uma na outra freneticamente com agonia. - Me meti em uma confusão ontem à noite. - O quê? - perguntei alto. - Que tipo de confusão, Caio? Você sabe que não podemos dar bobeira! - repreendi-o, sentindo meu coração disparado. - Tinha um cara no bar ontem e ele estava muito bêbado. Ele começou a gritar falando coisas emboladas e tentou agredir uma das dançarinas, e... - interrompeu abaixando a cabeça. - Você tentou defendê-la - concluí e ele assentiu envergonhado. - Não podia apenas assistir um homem louco bater em uma mulher indefesa. Você sabe disso, Laura. É algo que simplesmente não posso aceitar! - E qual foi a consequência desse ato heroico? - Ele era um policial. - Meu Deus, Caio! - Fique calma. Não fui preso, mas ele é o tipo de cara problema. Foi retirado do bar pelos seguranças e saiu me ameaçando. Estou jurado de morte e não quero pagar para ver se era só papo de bêbado, ou não. Tommy, o outro barman, me mandou tomar cuidado com ele. Por isso não fui para casa hoje de manhã. Não podia correr o risco de ele estar me seguindo e descobrir onde moramos, estaria colocando você em perigo também. - Você não pode voltar para o bar. Tem que procurar outro emprego, ele vai procurá-lo lá. É melhor pedir a conta, não podemos arriscar em nos meter em problemas, Caio. - Eu sei. Desculpe-me. - Você não teve culpa - disse segurando firme sua mão. - Foi seu instinto protegê-la, nós sabemos o quanto isso é ruim. Mas não podemos nos colocar em perigo, não depois de tudo o que passamos para chegar aqui. Depois que comemos, Caio me acompanhou de volta até a cafeteria. Nós nos despedimos e ele seguiu

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Protegida pelo chefe
Protegida pelo chefe
“Chegar a terras estrangeiras sem muito dinheiro no bolso e com poucas peças de roupas em uma mochila, não foi nada fácil. Por sorte, eu tinha o Caio – meu meio-irmão "postiço" – que jamais me deixou desamparada ou sozinha. Quando fugimos de uma vida abusiva no Brasil, viemos para Boston, Massachusetts, em busca de vivermos livres pela primeira vez e conhecer o significado da palavra felicidade. Apesar de não termos o mesmo sangue correndo nas veias, nosso amor um pelo outro era incondicional. Ele era filho somente da minha madrasta, Roberta, uma mulher repugnante, que foi amante do meu pai por anos antes dele finalmente assumi-la como sua mulher depois que minha mãe morreu há seis anos.”