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Protegida pelo chefe

Capítulo 4 Protegida pelo chefe

Palavras: 1011    |    Lançado em: 24/03/2022

amo, meu filho. - Retribuí o carinho dando um beijo em sua testa, por cima dos cabelos lisos que caíam sobre ela. - Agora durma, Lorenzo. Já está tarde. Ele assentiu e deitou em meu peito, abraç

u corpo se chocou contra outro, jogando-o no chão. Olhei para baixo e vi papéis e pastas espalhadas pelo piso de granito. Ela estava caída sentada de lado. Sua mão direita esfregava suavemente seu cotovelo esquerdo. Não consegui ver seu rosto, seus longos cabelos pretos e lisos cobria-o como um manto. - Você está bem? - perguntei abaixando-me à sua frente. - Sim - respondeu com sua voz macia e olhou-me, finalmente, fazendo-me perceber o quanto ansioso estava para ver seu rosto. - Desculpe-me, senhor. Eu não o vi. Fiquei por alguns segundos perdido em seus olhos tão reluzentes. Seu rosto era tão delicado, que parecia até mesmo ser uma pintura. - A culpa não foi sua, foi minha. Eu quem peço desculpas. Ela sorriu envergonhada. - Você se machucou? - perguntei ao ver que ela ainda estava com a mão apoiada sobre seu cotovelo. - Não, estou bem. - Deixe-me te ajudar. Levantei-me e estendi minha mão para ajudá-la, que aceitou e se pôs de pé. Ela era tão pequena, que mesmo de salto alto, batia em meu peito. Fez menção de abaixar-se para pegar os papéis, mas eu a impedi segurando seu braço com sutileza. - Não. Eu pego. Abaixei-me novamente, pegando do chão tudo o que estava caído e entregando para ela. - Obrigada - agradeceu e sorriu pegando as pastas das minhas mãos. - Sem problemas. - Retribuí o sorriso. Nós nos encaramos por alguns segundos, olho no olho, e podia jurar que senti meus pelos dos braços se arrepiarem, coisa que nunca havia acontecido antes. - Senhor Albertinni. Que prazer imenso tê-lo aqui nesta tarde quente - disse Alfredo, o vice-presidente da empresa e puxa-saco insuportável. Respirei fundo e impaciente com sua recepção exagerada e seu so

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Protegida pelo chefe
Protegida pelo chefe
“Chegar a terras estrangeiras sem muito dinheiro no bolso e com poucas peças de roupas em uma mochila, não foi nada fácil. Por sorte, eu tinha o Caio – meu meio-irmão "postiço" – que jamais me deixou desamparada ou sozinha. Quando fugimos de uma vida abusiva no Brasil, viemos para Boston, Massachusetts, em busca de vivermos livres pela primeira vez e conhecer o significado da palavra felicidade. Apesar de não termos o mesmo sangue correndo nas veias, nosso amor um pelo outro era incondicional. Ele era filho somente da minha madrasta, Roberta, uma mulher repugnante, que foi amante do meu pai por anos antes dele finalmente assumi-la como sua mulher depois que minha mãe morreu há seis anos.”