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Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood

Capítulo 2 Venha, meu doce desconhecido

Palavras: 1389    |    Lançado em: 12/10/2023

m

ída - Lash passou a

a - Eu o observei c

s, mas graças a minha mãe, eu consegui evitar esse desastre. Ele era agradável, mas eu n

Ele insistiu - Não está animada? Vo

a emana a energia ruim - Eu brin

tá finalmente se rendendo à arte d

não participei da apresentação. E sa

ocê já ouviu - Ele riu - Você já experi

u gargalhei, avistando a entrada da cidade

ou antes de se afastar - Você

indo atenção por onde passávamos. Minha mente se dispersou mais uma

ntão plantar raízes deve ter suas vantagens. Mas então, teria que abrir mão de meus hábitos,

apressei, seguindo à música, virei uma esquina apressada esbarrando em um homem que estava parado

liquei com o olhar preso no

apenas servia para deixá-lo ainda mais elegante. Eu me esf

oz chamou atenção do homem que me soltou - Nós não

me embrenhar pela multidão, ainda sen

estava? -

uase no fim da dança

culpe

estar dançando - Ele murmurou

ma grande igreja. Eles deveriam ter escolhido outro lugar.

igo antes de segurar meu braço e me empurrar em direção

as passaram a me observar com expectativa, enquanto eu começava a me sentir ansiosa.

to de lado, eu precisava me focar

s. Eu agitei suavemente o pandeiro para prender a atenção de todos os presentes. Eu me permiti ser envolvida pela melodia, balançando meus quadris no ritmo envolvente enquant

a sequer um dia cogitar em revelar, e te

quando Malik, um dos rapazes que n

tá vindo - Ele a

endo o dinheiro arrecadado, enquanto as gar

u - O reverendo Gillies não

homem para terminar de vez com toda aquela imoralidade. Aquilo era o maior grau de hi

tou, fazendo com que eu m

ado com alguns outros homens e passaram a nos perseguir. Após

ndo em volta,

vez, eu não sei onde estou, mas preciso dar um jeito de

guém. O mesmo homem de antes envolveu minha cintura quan

exclamou ainda

ez, Senhor - Eu oferec

- Ele me soltou ao n

ual aos outros, assistir é uma atividade agradável,

oltei a olhá-lo nos olhos -

ento rápido, estendendo a palma

anto percorria as linhas de sua palma com a unha - Se for esse o caso, e

colheu a mão em um gesto brusc

i um prazer conhecê-

e franziu o cenho, parecendo po

- Roux exclamou

rente, antes de me agarrar pelo braço com um pouco de força, me a

juízo? Poderiam

entando me soltar, abaixando o tom e

e rosnou, me conduzindo para lo

rrompeu - Acho que essa não é a m

ue se virou em direção ao homem, c

s os nossos jovens, Senhor - Roux praticamente cuspiu

les homens que estão procurando por você? - Ele se

castigos que sofreríamos se fossemos pegos, ou não

apenas me perdi dos outros - Eu os int

s de alguns momentos observan

conduzida para longe pelo rapaz. Ele se abaixou, pegando

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Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood
Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood
“Criada junto ao bando de seu pai, a jovem cigana Emma Ferguson foi perseguida a vida toda junto com seu povo, pela sociedade puritana do século XIX, no entanto, nunca sentiu-se completamente pertencente ao grupo Romani. Vivaz e inteligente, a bela Emma só desejava encontrar o seu verdadeiro eu e viver as experiências que lhe foram negadas ao longo dos 20 anos de sua vida, quando uma apresentação mal sucedida fez seus piores pesadelos virarem realidade naquela maldita cidade escocesa. Emma só sobrevive a tudo aquilo com a ajuda do belo cavalheiro britânico, Henry Dashwood, que ela conheceu durante a fatídica apresentação, e ao resgatá-la da beira da estrada, inicia uma nova e perigosa jornada. Em uma sociedade onde a origem cigana é considerada digna de uma pena capital, Henry decidiu a ajudar Emma a reerguer-se, e traça um plano que pode ser a salvação ou a ruína de ambos.”