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Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood

Capítulo 3 Venha, meu doce destino

Palavras: 1884    |    Lançado em: 12/10/2023

m

não atrair atenção desnecessária. Nós encontramos os outros nos esperando entre algumas árvores

Ele me agarrou novamente pel

Eu exclamei em Romani¹, at

onversando com aquele

ndo nada - Eu tentei me

ê sempre recusa todos os arranjos de casamento d

isso que

le me puxou para perto de seu corpo, abaixando a voz

x pronunciou "el

, mas meu pai se casou com

ior erro que

stava livre acertando em cheio o seu r

lugar onde ele apertou, com certeza eu teria alguma

i - Mas se um dia você voltar a me tratar assim,

m que chegamos, eu me tranquei no meu vardo em busca de um pouco de paz. Às vez

, eu me levantei da cama e a abri encont

r mais uma vez? - Eu

inha criança - Ele

ansada - Eu

onvite, Emma - Seu

do vardo, descendo os

Ele sugeriu - Sua mãe sofreria de u

ogo, pai

amento. Eu estranhava toda aquela interação. Eu adorav

iro? - Ele questionou

Eu expliquei, me abaixa

perd

Eu me ergui, me virand

nquenta anos e era quatorze anos mais velho que minha mãe. Eu gostava de p

em na cidade - Meu pai se sentou à sombra

coisa - Eu me s

contar sobre es

u não sei nada sobre o homem. Eu esbarrei com ele enqua

-lo? - Meu pai perg

sse? - Eu pisqu

spirou observando o céu - As jovens do bando estão sem

Pa

verdade - Ele prosseguiu - As jovens da sua idade estão todas comprome

o me casar

dessa forma, conhecendo homens na cidade, só aumentam

em uma cidade - Eu apontei

filha rejeita suas origens. Você acha que eu não

não é v

tas coisas? - Ele me interromp

sempre

ume - Ele me encarou -

Eu não compreendo porque somos rejeitados

ressão de que você nos deixará na menor oportunidade

faça para provar minha leal

onfirmou - Temos bons rapaz

respeito seus desejos, pai. Mas não

trouxe - ele me encarou com frieza - mi

ara a segurança do meu vardo, o deixando para trás. Apesar de suas palavras, eu nunca pensei em ir embora. Eu

ussão com meu pai para aquele par de olhos castanhos que me analisaram com tanta destreza mais

tava tudo certo para nossa partida pela m

te a noite. Depois do jantar, meu pai nos entreter com música, passando a entoar um canto em sua língua natal. Eu permiti que a melo

apesar de tudo. Assim que a música terminou, ele se levantou e veio até onde estáv

agradável que eu tenho des

eu tinha que estar bem descansada. Perto do nascer do sol, um b

urrei ao ouvir um grito aba

a porta foi escancarada e minha mãe

olhos quando ela pegou uma sacola de pano e

inor sussurrou - Mataram o

Eu arregal

- Seu Vardo é o mais escondido,

começaram a escorrer pelo meu rosto ao nota

orreu de seu olho - Eles nos encontraram há alguns m

s fomos silenciadas por

Eu segui seu exemplo me sentando ao lado da cama de frente para ela. Ela

os e vamos voltar -

rer. Nós vamo

guns minutos a porta ser aberta

do - Ela suspirou

em lá fora? -

inha mão, me puxando em direção à porta, apenas me da

os sair dali, o lugar

nos queim

ade de meu vardo tinha se tornado um verdadeiro infe

obrigando a subir na cama -

janela, Eu me virei, vendo minha mãe retornar para perto da

está fazend

jogou a sacola em minh

reito quando a manga de minha blusa se incendiou. Eu consegui arrancar

penas para encontrá-lo comp

em desespero - Mã

aiu abafada por um

- Eu chorei - Eu não

, fuja - El

ui - Uma voz masculin

rdadeiro inferno. Ela não vai sair, ela não tem nenhuma chance. Alguns passos se aproximaram fazendo com

correr pela

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oma

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Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood
Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood
“Criada junto ao bando de seu pai, a jovem cigana Emma Ferguson foi perseguida a vida toda junto com seu povo, pela sociedade puritana do século XIX, no entanto, nunca sentiu-se completamente pertencente ao grupo Romani. Vivaz e inteligente, a bela Emma só desejava encontrar o seu verdadeiro eu e viver as experiências que lhe foram negadas ao longo dos 20 anos de sua vida, quando uma apresentação mal sucedida fez seus piores pesadelos virarem realidade naquela maldita cidade escocesa. Emma só sobrevive a tudo aquilo com a ajuda do belo cavalheiro britânico, Henry Dashwood, que ela conheceu durante a fatídica apresentação, e ao resgatá-la da beira da estrada, inicia uma nova e perigosa jornada. Em uma sociedade onde a origem cigana é considerada digna de uma pena capital, Henry decidiu a ajudar Emma a reerguer-se, e traça um plano que pode ser a salvação ou a ruína de ambos.”