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Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood

Capítulo 4 Venha, minha doce cigana

Palavras: 1517    |    Lançado em: 12/10/2023

e

igo George Thorpe sobre uma fazenda que ele estava pensando em adquirir. Seria uma viagem rápida, mas ele insi

m presente para minha irmã, quando uma agitação tomou conta da cidade. Eu observei uma

ficou encantado com tudo o que acontecia. Eu retomei minha atenção par

nhados que exibiam um brilho quase selvagem, longos fios negros que estavam soltos sob uma bandana co

i-la, observando um homem empurrá-la para a porta da igreja. Aquele gesto me incomodou, mas logo a jovem se rec

até que a chegada do reverendo acabou com aquela festa me tirando daquele estado de fascinação, eu me afastei discretamente d

- George perguntou

u minha atenção - Eu d

er bem rígido - Ele comentou,

o seja contaminado pela imoralidade - Eu

guntou despreocupado,

um reverend

m aquela cigana, sua voz rouca aliada àquele sorriso que ela exibia enquanto sua unha

me incomodou bastante, como era sua vida? Ele a

ro enfeitado com fitas que ela

comentou voltando para perto de mim - Co

ei observando o pan

r isso? - meu ami

informei, retomando o caminho

ouca daquela cigana, a maneira exótica como ela pronunciava cada palavra,

her era fa

so breve encontro, já que era pouco provável que voltássemos a nos encontrar. N

guinte, deveríamos aproveitar ao máximo o tempo para a viagem. Passaríamos a noite em Preston antes

o, onde trocaríamos de condutor. Pensamos que teríamos uma viagem tranquila, mas uma turbulência nos

ou através da pequena janela de aces

homem pediu - A jovem

pelamos

encontrando uma garota de costas, reco

s por pouco, senhor

imei com cuidado, pelos seus traj

conteceu

te de sua roupa estava queimada e seu rosto estava marcado por lágrimas. Seu olhar aterror

ou tenso ao ouvir algumas vozes entre as árvores, eu segui seu olhar, notando o que parecia ser um incêndio a u

Ela sussurrou, dando

as estava claro que eu não poderia deixá

- Eu indiquei, pousan

astou bruscamente

- Eu questio

e a carruagem e a floresta, provavelmente co

- Eu tentei mais uma vez -

praça - Alguém comentou, fazendo com

i, dessa vez sem prot

fechava as cortinas e indicava para o c

do lado de fora gritasse algo em escocês com o condutor. Ele

ssurrei para a jovem - E

abri a cortina, observando o homem parado ali ao lado da minha janela. Algu

so aj

- Ele indicou com o sotaque carreg

mos nada - Eu neguei - Es

ulseira de ouro na estr

os encontramos com algum cigano, Senhor

O Reverendo Gillies decidiu ante

direção ao chão, a jovem cigana exi

alguns - Ele prosseguiu despreocupado - mas aquela men

queimá-

sto sujo de fuligem, outra

stol - George interrompeu o homem com um olhar duro, en

anizar uma caç

na lateral da carruagem - Faç

is uma vez em movimento. Eu a ajudei a se erguer do chão, e se se

- Eu observ

bam para onde estamos

stionei a cigana sentada ao

ola que repousava em seu

r o que aconteceu? -

r seu nome? - Eu pedi, a

r um tempo antes

la mordeu o lábio - Me

a família importante de Edimburgo.

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Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood
Minha Doce Ruina - A cigana do Sr Dashwood
“Criada junto ao bando de seu pai, a jovem cigana Emma Ferguson foi perseguida a vida toda junto com seu povo, pela sociedade puritana do século XIX, no entanto, nunca sentiu-se completamente pertencente ao grupo Romani. Vivaz e inteligente, a bela Emma só desejava encontrar o seu verdadeiro eu e viver as experiências que lhe foram negadas ao longo dos 20 anos de sua vida, quando uma apresentação mal sucedida fez seus piores pesadelos virarem realidade naquela maldita cidade escocesa. Emma só sobrevive a tudo aquilo com a ajuda do belo cavalheiro britânico, Henry Dashwood, que ela conheceu durante a fatídica apresentação, e ao resgatá-la da beira da estrada, inicia uma nova e perigosa jornada. Em uma sociedade onde a origem cigana é considerada digna de uma pena capital, Henry decidiu a ajudar Emma a reerguer-se, e traça um plano que pode ser a salvação ou a ruína de ambos.”