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Livros de Moderno Para Mulheres

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O Noivo Que Roubou Minha Vida

O Noivo Que Roubou Minha Vida

Meu noivo, Heitor, me garantiu que sua família me amaria. Ele disse que eu era perfeita. Mas no nosso jantar de noivado, ouvi o plano real deles: arrancar meu rim para sua irmã doente, Clarice, e depois me descartar como lixo. Eles me incriminaram por empurrar Clarice, causando-lhe um "episódio induzido por estresse". Heitor, acreditando nas mentiras deles, me jogou em uma "clínica de correção comportamental" brutal. Quando ele finalmente veio me buscar, não foi para me salvar. Foi para exibir sua nova mulher, minha antiga rival, Kátia. Ele me humilhou em uma festa, forçando-me a usar o mesmo vestido que ela, e depois me acusou de sabotar um lustre que quase os matou — um lustre do qual eu, na verdade, o empurrei para longe. No hospital, quebrada e machucada por um acidente de carro que Kátia orquestrou, Heitor me mostrou provas forjadas dos meus "crimes". Ele me chamou de um vazio, um monstro, e disse que tinha terminado comigo. Ele acreditava que eu era uma víbora ciumenta tentando destruir sua família. Ele nunca viu que foram eles que me destruíram sistematicamente. Deitada naquela cama de hospital, sozinha e em agonia, eu finalmente entendi. O homem que eu amava era um estranho, e sua família, meus carrascos. Enquanto ele saía da minha vida para sempre, uma paz fria se instalou sobre mim. Eu estava finalmente livre. E eu nunca mais olharia para trás.
Renasci das Cinzas: O Preço da Negligência

Renasci das Cinzas: O Preço da Negligência

Grávida de oito meses, esperava ansiosamente o meu marido, Leo, um bombeiro, que regressava de um desabamento no centro da cidade. Estava preocupada, mas confiava no nosso futuro. Ele chegou, coberto de pó, mas a sua voz era fria, distante. Não atendia o telemóvel porque estava com a ex-namorada, Clara, a confortá-la devido a… um gato assustado. O meu coração apertou-se, mas o ventre começou a doer intensamente. Pedi-lhe ajuda, implorei por uma ambulância, mas ele revirou os olhos, acusando-me de dramatizar. "Não compares a tua dor com o ataque de pânico da Clara!", disse ele, com um riso sem humor. Minutos depois, o sangue escorria pelas minhas pernas. Desmaiei. Acordei no hospital, com o ventre vazio. O nosso bebé não sobreviveu. Eles pensam que a culpa é minha! Leo, que me deixou a sangrar, teve a audácia de dizer ao médico: "Eu disse que ela estava a exagerar!". Pouco depois, a sua mãe, Helena, chegou, não para me consolar, mas para me acusar de "stress" e enaltecer a "doce Clara". Como puderam ser tão cruéis? O meu filho morreu e eles só se preocupam consigo próprios e com a ex-namorada dele! Ali, sozinha, no vazio do meu ventre e da minha alma, percebi que o meu casamento nunca existiu. Nunca fui amada, protegida. Não mais. Ergui o telefone, procurei um advogado. Vão pagar por isto. Vou lutar pela minha liberdade. Vou renascer das cinzas.
Casada Seis Vezes: Minha Vingança

Casada Seis Vezes: Minha Vingança

Casei pela sexta vez. Sim, você leu certo. Minhas cinco ex-sogras foram cuidadosamente "neutralizadas" e "expulsas". A primeira? Ganhou um restaurante falido. A segunda, que me chamava de gastadeira? Exposta por fraude fiscal que eu "descobri por acaso". A terceira teve seus segredos revelados para a congregação inteira. A quarta? Mandada para uma clínica de luxo, paga por mim. A quinta? Humilhada publicamente em um debate sobre culinária portuguesa, minha especialidade. Diziam que eu não era má, apenas uma estrategista. Cada casamento era um território a ser defendido, e a sogra, uma potência invasora. Mas agora, o desafio era outro: Dona Isabel. Mãe do meu novo marido, Tiago, ela tinha a fama de uma "sogra que nenhuma nora sobreviveu". Carolina foi acusada de roubo e teve a reputação destruída por fofocas dela. Juliana foi levada à depressão. Patrícia, vítima de uma armadilha orquestrada pela própria Dona Isabel. Todas elas, mulheres marcadas. Minha melhor amiga, Clara, me ligou no dia seguinte ao casamento. "Sofia, você tem certeza disso? É a Dona Isabel! A mulher é o diabo em pessoa." "Eu sei", respondi, picando alho com precisão cirúrgica. "Ela acabou com a vida daquelas três moças. Tiago é um anjo, mas é cego." "É por isso que ele precisa de mim", retruquei, o som da faca batendo na tábua quase musical. "Ela vai tentar te destruir. Vai te acusar de coisas horríveis, vai virar o Tiago contra você." Olhei pela janela para o jardim da minha nova casa. "Clara, eu não sou as outras. Eu lidei com cinco sogras antes dela. Ela é apenas a sexta. Ela acha que vai me expulsar, mas é ela quem vai sair. Desta vez, a batalha será na minha cozinha, com minhas regras." Havia uma calma assustadora na minha voz. Não era arrogância, era certeza. O convite para o "almoço de boas-vindas" chegou como previsto. Um bacalhau com muito coentro. E um brilho oleoso estranho. Óleo de rícino.
Vingança e Novo Amor

Vingança e Novo Amor

O cheiro de desinfetante não apagava minha euforia: eu era pai de gêmeos. Mas a alegria virou terror quando o médico me disse: "Senhor Ricardo, um dos bebês não é seu filho." Minha mãe desmaiou ao meu lado, enquanto a notícia da traição de Ana, e de seu amante, Fernando, estraçalhava meu mundo. Pedaços da minha vida se encaixavam: as viagens "a trabalho", a frieza dela. Eu mal podia acreditar. Como algo tão sujo podia acontecer comigo? Corri para Ana, exigindo a verdade, e ela confirmou: Fernando era o pai. Naquele hospital, perdi minha mãe. Ela não resistiu ao choque, morrendo ali mesmo. Ana, por sua vez, me abandonou com a crueldade de um bilhete e levou o outro bebê com ela. Eu estava destroçado, com um bebê nos braços e um futuro incerto. Mas em meio a tanta dor, raiva e luto, uma certeza me guiava. Eu reconstruiria minha vida por Léo, meu filho. Eu o protegeria, custe o que custar. A humilhação aumentou quando Ana e Fernando, agora um casal, roubaram meu trabalho e me forçaram a trabalhar sob as ordens dele. Num ato de desespero e fúria, os confrontei e acertei um soco em Fernando. Fui demitido, mas não pedi. Eu me demiti. "Quero o divórcio, Ana." Foi a minha libertação. Mas a dor ainda me perseguia. No jantar, o pai de Ana anunciou que o fundo fiduciário seria apenas para o filho de Fernando. Minha imagem, minha honra, meu filho… tudo foi pisoteado. Saí dali sem olhar para trás, sentindo o peso da injustiça. Mas o destino tinha outros planos. O projeto de Fernando, na verdade o meu, falhou. Ana descobriu a meu custo que seu império desmoronava. Minha tia revelou a ela a verdade mais cruel: que sua traição matou minha mãe. Ana veio me implorar perdão, mas aquele Ricardo sentimental havia morrido. Eu não sentia pena, apenas a certeza de que fantasmas não pertencem ao mundo dos vivos. E foi assim, que uma nova vida começou para mim e para Léo, sob a luz de um novo amor: Sofia.
A Escolha de Leo

A Escolha de Leo

Acordei num quarto de hospital, o teto branco girando enquanto o cheiro de desinfetante me invadia. A minha mão foi à barriga, vazia. O meu filho tinha partido. O meu marido, Leo, entrou, mas não trouxe luto ou consolo. A sua testa estava franzida de irritação. "Finalmente acordaste," disse ele, queixando-se de ter passado o dia a socorrer a irmã, Clara, cujo gato tivera um ataque de asma por causa do fumo do INCÊNDIO NO MEU PRÉDIO. Nem uma palavra sobre mim, ou sobre o nosso bebé morto. Para ele, o meu "drama" era um incómodo. A sua família uniu-se nos ataques, o pai Ricardo a chamar-me "ingrata", a mãe Isabel a insinuar que a culpa era minha por não ser "forte" o suficiente. Leo deixou-me, de luto, para ir consolar a "culpa" de Clara, e ainda sugeriu: "Podemos tentar ter outro bebé." Outro bebé? Como se a vida do nosso Mateus fosse substituível. Como podia ele, o homem que jurei amar, ver o nosso filho como um inconveniente, e a mim como histérica? A clareza gelada atingiu-me: ele não escolheu salvar-nos; ele escolheu abandonar-nos. Mas porquê? Naquele momento, algo em mim estalou. A dor transformou-se em determinação. Eu não seria mais uma vítima. Comecei a recolher provas, registos telefónicos, relatórios do incêndio, dados da qualidade do ar. Tudo para expor a verdade, a sua escolha deliberada de me deixar morrer naquele inferno enquanto acudia um "capricho". A justiça devia ser feita.
O Projeto Roubado: Um Amor Destruído

O Projeto Roubado: Um Amor Destruído

A tela do tablet brilhava no escuro do apartamento, revelando a manchete que selaria meu destino. "Jovem Talento Pedro Revela Projeto Inovador e Garante Estágio com a Renomada Arquiteta Dona Clara." Abaixo da foto sorridente do calouro Pedro, estava o MEU projeto, o fruto de três anos da minha vida, e meu nome, um mero "assistente de pesquisa" em letras minúsculas. Minha noiva, Ana, lixava as unhas sentada na cama, indiferente à bomba que acabara de explodir em minhas mãos. "O que é isso, Ana? O MEU projeto?" explodi, mas ela me olhou com uma calma irritante, como se eu fosse uma criança fazendo birra. "É só um projeto, Miguel. Você é talentoso, pode fazer outro," ela disse, as palavras me atingindo como pedras. A fúria subiu. Não era "só um projeto". Era meu sonho, minha chance de trabalhar com Dona Clara – e ela o entregou a outro, dizendo que era "para ajudar alguém que precisava mais". A manipulação em sua voz, as mentiras que começavam a se desvendar, o projeto estraçalhado em minhas mãos após jogá-lo contra a parede. Então a voz dela: "Eu amo o Pedro!" Essa confissão foi o golpe final. A traição era profunda demais para ser curada. Meu coração se quebrou, mas a raiva, que antes me cegava, agora me impulsionava. Não era apenas meu projeto, era minha alma que ela tentava apagar. Eu não era mais o tolo apaixonado. Estava pronto para lutar. Eu peguei meu telefone, meus dedos tremendo enquanto discava o número do meu pai.
A Última Transfusão: O Despertar

A Última Transfusão: O Despertar

Por sete longos anos, fui a "bolsa de sangue" pessoal de Larissa Mendes, a amante do meu noivo, Ricardo Almeida. Eu, Isabella Santos, o amava desde a adolescência, cega pela esperança de que ele me veria algum dia além do meu sangue raro. Na minha 999ª transfusão, com a vida esvaindo-se, ouvi a sua voz fria e inconfundível: "Deixe-a morrer. Só quero que Larissa sobreviva." A dor me dilacerou... e então, a luz. Eu estava de volta, sete anos antes, ao dia da primeira transfusão. As sete humilhantes e dolorosas transfusões que viriam, as manipulações de Larissa, a arrogância de Ricardo, que me jogava cheques e me via como um mero serviço - tudo se desenrolou diante dos meus olhos. Meus "acidentes" causados por Larissa, as agressões ordenadas por ele, a transfusão quase fatal após ser atropelada... Ele só queria meu sangue, e me descartava como lixo. Como pude ser tão tola? O arrependimento por cada gota de sangue doada e cada migalha de afeto implorada era esmagador. Não havia mais amor, apenas uma dor gélida, um desejo ardente de liberdade e justiça. Desta vez, a história seria diferente. Com um sorriso glacial, dei a Ricardo o que ele mais queria: o casamento com Larissa. Eu mesma forjei a certidão, plantando a semente da vingança. Em Lisboa, enquanto meu avião decolava, sabia que o "presente de casamento" que enviei os faria pagar caro por cada humilhação. Eu estava livre e pronta para recomeçar.
Renascer das Águas Amargas

Renascer das Águas Amargas

A água gelada subia rapidamente, e eu, grávida de nove meses, tremia no carro avariado com a minha mãe, no meio de uma inundação súbita. O pânico estava a instalar-se, e o meu único pensamento era o meu Miguel, o pai do nosso filho. Com dedos trémulos, liguei-lhe. A voz dele, no meio do barulho da chuva, era impaciente e distante: "Estou ocupado. A Beatriz está em pânico. O gato dela está a tremer." Ele desligou-me na cara, bloqueou-me. Fui abandonada ali, com a minha mãe e o meu filho prestes a nascer, à mercê da fúria da água. Acordei num quarto de hospital, a barriga vazia. O meu filho, o nosso filho, não tinha sobrevivido. Miguel, e o seu pai, Jorge, entraram no meu quarto, não com remorso, mas com irritação e acusações cruéis. "Que susto nos pregaste!" "Estás a ser irracional!" Miguel teve a audácia de culpar a minha ansiedade pela tragédia, enquanto Beatriz, sem querer, revelou a verdade devastadora: Miguel já estava com ela "horas antes" da tempestade. Não foi uma emergência; foi um encontro pré-agendado. O meu filho morreu porque o pai dele escolheu salvar o gato de outra mulher. A minha vida, a vida do nosso bebé, foi apenas uma interrupção inconveniente para o seu dia. A mentira, a traição, a insensibilidade - tudo se tornou claro, transformando a dor em raiva gélida. Naquele momento de desespero, olhei-o nos olhos e pronunciei as palavras mais libertadoras: "Quero o divórcio." Este não era o fim para mim, mas sim o meu novo começo.