A Vingança da Estudante Brilhante

A Vingança da Estudante Brilhante

Maeve

5.0
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Capítulo

<导语> A casa de Lucas, antes meu porto seguro, virou palco de uma cena que mudou tudo. Nosso acordo, o futsal pela matemática, parecia sólido como uma rocha, construído desde a infância. Mas, de repente, o silêncio denso foi rompido por risadas estranhas vindas do quarto dele. Quando Lucas saiu, descamisado e pálido, com a vizinha nova, Camila, enrolada no edredom dele, o mundo desabou. Eles me esperavam aos gritos, talvez lágrimas, mas só dei a eles minha calma. "São quatro e meia", eu disse apontando para o relógio. "Nosso horário de estudo. Você esqueceu?" O desespero nos olhos de Lucas, a satisfação cínica de Camila. Eles achavam que eu era a coitadinha traída. Eu não era personagem no drama deles. Naquela noite, a farsa continuou diante das nossas famílias e eu precisei fingir que nada tinha acontecido para protegê-lo. Até que ele tentou me subornar com futebol e estudos, as únicas coisas que eu realmente valorizava. Minha alma doeu ao ver o quanto ele se preocupava apenas com as consequências para si mesmo. Eu me recusei a fazer uma cena, mas a humilhação pública na escola, quando ele me negou, doeu como soco. "Eu mal falo com ela. Ela que fica no meu pé", ele disse para todo mundo ouvir, rasgando anos de amizade. "O acordo era 'reforço escolar'", eu retruquei, "Ele me pagava pra não reprovar em física. E pelo visto, o serviço acabou." Eu senti algo quebrar. Não era meu coração, era minha paciência. Finalmente, vi que seria julgada de qualquer forma, então decidi lutar pelo o que era certo para mim. Eles só queriam me ver chorar, mas o choque maior veio quando exigi um preço, transformando sua vergonha em lucro para mim. Não era mais sobre eles, mas o preço da minha paz estava caro demais, o que me forçou a revidar. Quando ele destruiu meu caderno, a gota d'água, um símbolo dos nossos anos de amizade, foi jogado no lixo. Eu estava livre, pronta para escrever um novo capítulo.

Introdução

<导语>

A casa de Lucas, antes meu porto seguro, virou palco de uma cena que mudou tudo.

Nosso acordo, o futsal pela matemática, parecia sólido como uma rocha, construído desde a infância.

Mas, de repente, o silêncio denso foi rompido por risadas estranhas vindas do quarto dele.

Quando Lucas saiu, descamisado e pálido, com a vizinha nova, Camila, enrolada no edredom dele, o mundo desabou.

Eles me esperavam aos gritos, talvez lágrimas, mas só dei a eles minha calma.

"São quatro e meia", eu disse apontando para o relógio. "Nosso horário de estudo. Você esqueceu?"

O desespero nos olhos de Lucas, a satisfação cínica de Camila. Eles achavam que eu era a coitadinha traída.

Eu não era personagem no drama deles.

Naquela noite, a farsa continuou diante das nossas famílias e eu precisei fingir que nada tinha acontecido para protegê-lo.

Até que ele tentou me subornar com futebol e estudos, as únicas coisas que eu realmente valorizava.

Minha alma doeu ao ver o quanto ele se preocupava apenas com as consequências para si mesmo.

Eu me recusei a fazer uma cena, mas a humilhação pública na escola, quando ele me negou, doeu como soco.

"Eu mal falo com ela. Ela que fica no meu pé", ele disse para todo mundo ouvir, rasgando anos de amizade.

"O acordo era 'reforço escolar'", eu retruquei, "Ele me pagava pra não reprovar em física. E pelo visto, o serviço acabou."

Eu senti algo quebrar. Não era meu coração, era minha paciência.

Finalmente, vi que seria julgada de qualquer forma, então decidi lutar pelo o que era certo para mim.

Eles só queriam me ver chorar, mas o choque maior veio quando exigi um preço, transformando sua vergonha em lucro para mim.

Não era mais sobre eles, mas o preço da minha paz estava caro demais, o que me forçou a revidar.

Quando ele destruiu meu caderno, a gota d'água, um símbolo dos nossos anos de amizade, foi jogado no lixo.

Eu estava livre, pronta para escrever um novo capítulo.

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