A Vingança Silenciosa da Esposa Rejeitada

A Vingança Silenciosa da Esposa Rejeitada

Gavin

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Capítulo

O meu filho, Leo, fez cinco anos hoje, mas o pai dele, Miguel, não voltou para casa. Ligou do bar, a sua voz misturada com música alta, e disse para o Leo que ele "compensa mais tarde". Foi o enésimo aniversário que ele "trabalhou". Eu, tola, ainda acreditei que era apenas trabalho, mesmo com a minha "melhor amiga" Eva sempre por perto. Mas a voz da minha sogra ao telefone foi como um estalo: "Toda a gente já sabe da Eva! Estás a deixar a nossa família ser uma anedota!" Foi assim que descobri. Eu era a última a saber. O amor de dez anos, o homem que eu achava que conhecia, trocou-me pela minha "melhor amiga", e fez-me de cega. Quando o confrontei, exigi o divórcio. Ele riu-se, cruel: "Divórcio? Tu não tens nada! Vais para onde com o Leo? Vais voltar para a casa dos teus pais naquele apartamento minúsculo?" As suas palavras foram facas. Mas a dor que senti foi para mim um acicate. Como pude ser tão cega? Como pude deixar-me ser tão humilhada? Se ele quer guerra, guerra ele terá. Peguei na mala e saí de cabeça erguida, mas o meu coração dizia-me: isto é só o começo.

Introdução

O meu filho, Leo, fez cinco anos hoje, mas o pai dele, Miguel, não voltou para casa.

Ligou do bar, a sua voz misturada com música alta, e disse para o Leo que ele "compensa mais tarde".

Foi o enésimo aniversário que ele "trabalhou".

Eu, tola, ainda acreditei que era apenas trabalho, mesmo com a minha "melhor amiga" Eva sempre por perto.

Mas a voz da minha sogra ao telefone foi como um estalo: "Toda a gente já sabe da Eva! Estás a deixar a nossa família ser uma anedota!"

Foi assim que descobri. Eu era a última a saber.

O amor de dez anos, o homem que eu achava que conhecia, trocou-me pela minha "melhor amiga", e fez-me de cega.

Quando o confrontei, exigi o divórcio.

Ele riu-se, cruel: "Divórcio? Tu não tens nada! Vais para onde com o Leo? Vais voltar para a casa dos teus pais naquele apartamento minúsculo?"

As suas palavras foram facas. Mas a dor que senti foi para mim um acicate.

Como pude ser tão cega? Como pude deixar-me ser tão humilhada?

Se ele quer guerra, guerra ele terá.

Peguei na mala e saí de cabeça erguida, mas o meu coração dizia-me: isto é só o começo.

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Romance

5.0

A festa da escola da minha filha, Sofia, deveria ser um dia de alegria, mas um vazio me consumia. Meu marido, Pedro, jurou ter uma reunião importante e não apareceu. Mas lá estava ele, no meio da festa, com sua assistente, Joana, e o filho dela, agindo como uma família feliz. Meu coração desabou ao vê-lo sorrir para o menino, um sorriso que eu não via há anos. A traição não era mais uma sombra, era uma cena viva diante dos meus olhos. Joana, com um sorriso vitorioso, ainda me mandou um bilhete cínico: "Aproveite a festa. Pedro e eu estamos nos divertindo muito." Joguei o bolo e o bilhete no lixo, mas a humilhação só aumentou quando Pedro me repreendeu, defendendo Joana publicamente e me acusando de ciúmes. Foi ainda pior na corrida de três pernas, quando Joana me empurrou, me fez cair e fingiu uma lesão. Pedro a amparou, cheio de preocupação, sequer olhando para mim ou para nossa filha de cinco anos, caída e chorando. Ele me acusou de agressão, e a diretora cancelou a corrida. Joana foi levada para a enfermaria nos braços dele, enquanto eu e Sofia ficamos sozinhas, humilhadas. Naquela noite, a gota d' água: Joana postou fotos nas redes sociais de um carro de luxo que Pedro lhe deu e um vídeo dele a ensinando a dirigir. De repente, entendi a verdade: todo o sucesso dele, cada contato, cada centavo, veio da minha família, do meu dinheiro, um segredo que mantive a pedido dele. A raiva fria me consumiu. Peguei os documentos e liguei para o advogado da minha família. Eu ia tirar tudo dele.

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