TOPO
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A dor lancinante no meu ventre era a primeira coisa que senti ao abrir os olhos no hospital. Pedro, meu marido, estava lá, segurando minha mão, dizendo que nosso bebê havia nascido bem, mas algo em seus olhos, uma falsidade inegável, me gelou a alma. Então, ouvi. As vozes dele e de Sofia, minha própria irmã, vindo do corredor, sussurrando um plano monstruoso: a queda foi orquestrada, meu bebê, nosso filho de oito meses, foi sufocado por ele no berçário, e eu, agora estéril por uma "vitamina" que ele me deu, era apenas um estorvo. Como pude ser tão cega? Meu marido e minha irmã, minha família, transformaram-se em demônios, arquitetando minha destruição, a morte do meu filho, a anulação da minha maternidade, e tudo por ganância e inveja. Com o celular de Pedro, o mesmo que revelou o amor deles e a vileza de seus planos, copiei cada foto, cada mensagem. Eles me entregaram as provas, e eu, a Ana que eles pensaram ter quebrado, reria por último.
A dor lancinante no meu ventre era a primeira coisa que senti ao abrir os olhos no hospital.
Pedro, meu marido, estava lá, segurando minha mão, dizendo que nosso bebê havia nascido bem, mas algo em seus olhos, uma falsidade inegável, me gelou a alma.
Então, ouvi. As vozes dele e de Sofia, minha própria irmã, vindo do corredor, sussurrando um plano monstruoso: a queda foi orquestrada, meu bebê, nosso filho de oito meses, foi sufocado por ele no berçário, e eu, agora estéril por uma "vitamina" que ele me deu, era apenas um estorvo.
Como pude ser tão cega? Meu marido e minha irmã, minha família, transformaram-se em demônios, arquitetando minha destruição, a morte do meu filho, a anulação da minha maternidade, e tudo por ganância e inveja.
Com o celular de Pedro, o mesmo que revelou o amor deles e a vileza de seus planos, copiei cada foto, cada mensagem. Eles me entregaram as provas, e eu, a Ana que eles pensaram ter quebrado, reria por último.
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Romance
Na véspera do meu casamento, um dia que deveria ser de pura alegria, eu estava no closet admirando meu vestido de noiva deslumbrante. Foi então que meu celular vibrou, exibindo uma única mensagem de um número desconhecido: uma foto do meu noivo, Pedro, nu na cama, abraçado à minha melhor amiga, Sofia, grávida. Abaixo dela, uma frase destruidora: "Estou grávida. O filho é dele." O choque foi avassalador, a traição me paralisou. Quando Pedro chegou, animado, ele viu a imagem e empalideceu. Ele tentou se justificar, mas a ligação de Sofia para o celular dele, com o nome dela piscando na tela, selou meu destino. Ele admitiu tudo sem remorso, propondo-me uma vida a três para proteger nossos "negócios" e aparências. Ver a calma glacial com que ele me ofereceu um plano de negócios para esconder a amante grávida, em vez de um pedido de perdão, transformou minha dor em fúria. Ele nunca me amou, apenas o que eu representava. Eu sabia que precisava mais do que fugir. Eu precisava de vingança. Minha mente traiçoeira me deu uma ideia: eu daria a Pedro o casamento que ele tanto queria, mas não seria o dele. Com a mão trêmula, mas a voz firme, liguei para Gabriel, seu maior rival nos negócios, e fiz a pergunta que mudaria tudo: "Eu preciso me casar amanhã. Você quer ser o noivo?"
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Máfia
Fui vendida. Essa era a verdade amarga que sentia no frio do mármore sob meus pés descalços, enquanto o cheiro de jasmim na mansão de Dante, o chefe do tráfico do Rio, sufocava meu sonho de ser dançarina de samba. Minha vida de "passarinho na gaiola de ouro" desmoronou de vez quando uma mulher irrompeu na biblioteca como um furacão rosa-choque. "Olá, meus amores! Yasmin chegou! A protagonista finalmente está na área para encontrar seu grande amor!" Ela se autoproclamou, com uma arrogância que beirava o ridículo, declarando que eu não passava de uma "figurante". "Eu sou a protagonista desta história. Eu e o Dante. Estamos destinados a ficar juntos. Você não passa de um detalhe insignificante", ela cuspiu, o desprezo gotejando de cada palavra, mesmo com meus olhos fixos no anel de prata que Dante havia posto em meu dedo na noite anterior. Menos de uma hora depois, Yasmin, em sua bolha de delírio, invadiu o escritório de Dante, gritando: "Dante, meu amor!", fazendo o ar da casa congelar e o rosto dele se contorcer em fúria letal. Ela me confessou, radiante: "Ele mal pode acreditar que eu estou aqui. É o destino, eu te disse!". Eu sussurrei, horrorizada, "Ele vai te matar!". Ela riu, me empurrou para o lado e foi para a cozinha, com ares de dona da casa, cantarolando uma música pop, alheia à tempestade que estava por vir. Mais tarde, Dante a confrontou: "Quem te deu permissão para entrar aqui? Quem te deu permissão para me tocar?". Ele a empurrou para o chão e perguntou a mim, com um sorriso cruel: "Diga-me, o que eu faço com o lixo que entra na minha casa sem ser convidado?". Eu, a "figurante", fui ordenada a "levar o lixo para fora". No quarto, Yasmin me empurrou, me fazendo bater a cabeça. "Isso é para você aprender o seu lugar. Fique longe do Dante. Ele é meu!", ela sibilou. Então, ela invadiu a adega de Dante, pegou um vinho caríssimo e o exibiu nas redes sociais. No dia seguinte, Dante me disse, tocando meu curativo: "Ninguém machuca o que é meu". Eu, tola, respondi: "Eu não sou sua, senhor". Ele sorriu, possessivo. "Ainda não." Ele pediu para que Yasmin fosse levada ao "quarto de reflexão" e que um vinho caro fosse quebrado na frente dela. E me convidou para jantar, com a condição de que eu tirasse o curativo: "Eu quero ver a marca que ela deixou". Naquela noite, sob um céu estrelado, Yasmin tentou me envenenar, mas Dante a jogou na piscina. Ele me puxou para seu colo, a mão deslizando por minha perna, enquanto ele sussurrava: "Eu gosto quando você está com medo". Ele me beijou, um beijo de posse. No quarto dele, ele me tomou, marcando seu território. Eu era a mulher dele. Em uma viagem à Amazônia, Yasmin, que inexplicavelmente havia retornado, orquestrou um ataque. No meio da selva, homens mascarados invadiram nossa cabana, me agarrando. Dante quebrou a janela, e em um borrão de tiros e fúria, os homens caíram mortos. "Como você vai me pagar por salvar sua vida, Sofia?", ele perguntou. Ele lambeu uma gota de sangue do meu pescoço. "Isso é um bom começo", ele murmurou, e ali, no chão da cabana, ele me fez sua de novo. No rio, em meio a um tiroteio, Dante, sem hesitar, usou Yasmin como escudo, e uma bala atingiu a perna dela. Os homens do cartel a sequestraram. "Estamos com sua mulher", disseram a Dante. Ele respondeu: "Pode ficar com ela. Ela não vale um centavo para mim. Na verdade, se você a matar, eu te pago." Ele foi buscá-la. Dante me chamou de "minha mulher" na frente de Yasmin, esmagando suas últimas ilusões. De volta à mansão, ele se ajoelhou com um diamante em suas mãos. "Case-se comigo, Sofia. Seja a rainha do meu inferno." Eu, a "figurante", me tornei a rainha de seu inferno, em uma história torta, mas real.
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Romance
O dia do nosso aniversário de casamento começou perfeito. Pedro me trouxe café na cama. Com um beijo e um "feliz aniversário, meu amor" . Mas algumas horas depois, o mundo desabou. Uma dor aguda, uma tontura, e então a queda da varanda. Acordei no hospital, com a verdade me atingindo como um soco. Ouvi a voz de Pedro, clara e fria: "O plano funcionou perfeitamente, Patrícia. O bebê se foi." E a resposta dela, satisfeita: "A paralisia? O médico confirmou?" Danos na medula espinhal. Eu estava paralisada. Meu filho, embora ainda não nascido, morto. Assassinado pelo próprio pai. Tudo por um herdeiro bastardo. A Júlia apaixonada morreu naquele dia. Deitada naquela cama, quebrado em todos os sentidos possíveis, eu sabia. Se eles me queriam morta, morta eu estaria. Para eles. Fingi catatonia, observei, e eles revelaram tudo. O pingente do meu bebê no pescoço do filho dela. Os pagamentos. A apólice de seguro de vida triplicada. Eu ouvi. Eu vi. Cada mentira. Cada traição. E então, minha chance. Uma convulsão teatral. Um sussurro: "Casa" . Eles me mandaram para uma clínica de cuidados paliativos, um lugar para eu "desaparecer". Achavam que me apagariam. Mal sabiam eles a Júlia que estavam criando. A mulher que ressuscitaria para a vingança. E minha primeira parada seria ali, no território deles, para arrancar deles tudo o que me tomaram.
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Romance
Fui esfaqueada pela minha própria irmã, Joana. A dor aguda no meu abdômen foi a última coisa que senti antes de tudo escurecer. Eu tinha acabado de ser nomeada empresária exemplar da cidade, o auge da minha vida, e ela, consumida pela inveja, decidiu acabar com tudo. Mas quando abri os olhos novamente, o cheiro de mofo e o som de uma briga familiar me trouxeram de volta. Eu estava no meu antigo quarto, em 1982, no dia do meu noivado. Na minha vida passada, eu era a chacota da família. Joana, minha meia-irmã, escolheu o noivo promissor, e para mim sobrou o preguiçoso e alcoólatra João. Enquanto a vida dela virava um inferno, eu, com paciência e trabalho duro, transformei João em um milionário, construindo um império. Até que a faca de Joana encontrou meu estômago. Agora, Joana gritava na sala: "Mãe, eu quero o João! A Maria que se case com o diretor!" Ela também se lembrava. Ela queria meu destino de sucesso, mas não o caminho. Minha madrasta, Lúcia, com sua falsa preocupação, perguntou o que eu achava da troca. Eu olhei para Joana, que achava ter roubado meu bilhete de loteria. "Se a Joana insiste tanto, eu aceito me casar com o diretor Carlos." Um sorriso vitorioso se espalhou pelo rosto dela. Mal sabia Joana que a fonte do sucesso não era o homem, mas a mulher que o construiu. Eu não era mais a tola submissa. Desta vez, eu recuperaria o que era meu por direito e desvendaria a verdade sobre a morte da minha mãe. A história seria diferente.
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Romance
Dez anos de um amor que parecia fortaleza, mas se revelou um castelo de areia. No meu leito de morte, após um "acidente" de carro, o cheiro de desinfetante e o apito das máquinas se misturavam à fria revelação: meu marido Leo, com quem pensei ter construído tudo, me entregava um Formulário de Consentimento para Transferência de Bens, enquanto seus olhos impacientes buscavam outra. De repente, uma enfermeira o chamou: "Paciente Sofia está chamando pelo senhor. Ela está muito agitada." Sofia. Minha melhor amiga. O gelo na minha alma se misturou à adrenalina da traição. A verdade esmagou a neblina dos medicamentos: eles estavam juntos no acidente, e ele estava me abandonando para morrer. Meu coração disparou, o monitor enlouqueceu. Não vi um marido em luto, mas um traidor apressado, ansioso por outra mulher. Ele largou a prancheta e saiu, me deixando afogar na escuridão. Mas a escuridão deu lugar à luz familiar do meu quarto, o cheiro de café fresco em vez de hospital. O calendário marcava cinco anos antes. O destino me deu uma segunda chance, e desta vez, eu não seria a vítima. Eu seria a caçadora.
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Moderno
Naquela tarde em Lisboa, o sol forte não aquecia o frio que me vinha de dentro. O meu telemóvel vibrou com uma mensagem do meu marido, Pedro: "Lia, a avó caiu. Está no hospital. Preciso de ti aqui." A "avó", a mãe da minha sogra, era a matriarca da família Almeida, uma mulher que me desprezava abertamente desde o meu casamento. Cheguei ao hospital para ser imediatamente confrontada por olhares frios e acusações de atraso, apesar de Pedro não ter sequer me dito onde estavam. A cirurgia da Dona Amélia foi um sucesso, mas a recuperação, dolorosa e longa, exigiria cuidados constantes. Foi então que a bomba rebentou. "Tu não trabalhas. É teu dever," declarou a minha sogra, Helena, virando-se para mim com um olhar calculista. A ordem era clara: eu, a única com "tempo", deveria ser a cuidadora a tempo inteiro. Pedro, em vez de me defender, cortou-me a palavra com desdém, chamando os meus projetos de escrita de "hobbies" e insistindo que eu era a única opção. Senti-me apanhada numa teia de imposições e desprezo, onde a minha vida e dignidade eram completamente secundárias ao "dever familiar". Mudei-me para a casa da minha sogra, sendo tratada como uma empregada, criticada a cada passo, com Pedro a ignorar o meu sofrimento. Será que eu era apenas uma "criada", como Pedro me chamava quando a minha frustração transbordou? Depois de dois meses de inferno pessoal, e daquele insulto final, uma decisão amadureceu na escuridão da noite: chega. Peguei na minha mala e saí no meio da noite, ligando para a única pessoa que se atreveu a mostrar-me alguma empatia. Este foi o ponto de viragem. Agora, a guerra pelo divórcio começaria, e eu estava pronta para lutar pela minha liberdade.
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Durante dez anos, Daniela demonstrava amor incondicional ao marido, apenas para descobrir que ela não passava de uma piada para ele. Sentindo-se humilhada, ela se divorciou dele, determinada. Três meses depois, Daniela retornou em grande estilo, como a CEO secreta de uma marca famosa, uma designer requisitada e uma magnata da mineração, destacando seu sucesso. Toda a família do ex-marido veio até Daniela, implorando por perdão e por outra chance. No entanto, ela, agora amada pelo famoso senhor Phillips, apenas olhou para eles com desdém e disse: "Nem pensar!"
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A vida de Maia já era bastante complicada. Com apenas 22 anos, já havia sido abandonada pelo companheiro, tendo que cuidar sozinha de uma filha com um problema de saúde, trabalhar num emprego que mais parecia um inferno, e arcar com muitas despesas sozinha. Pensando que as coisas não poderiam piorar, ela acaba sofrendo um acidente e batendo sua bicicleta num carro de luxo, que pertencia a Théo Campos, um empresário egocêntrico, capaz de fazer qualquer coisa, só para ter tudo o que desejava…
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Alissa Sutton jamais imaginou que um simples encontro por acaso a colocaria no centro das manchetes - e na mira de Leopold Dietrich, o herdeiro mais cobiçado e arrogante de Los Angeles. O que deveria ser apenas uma campanha de marketing para a rede de hotéis dele rapidamente se transforma em noites intensas, propostas indecentes e um contrato absurdo: ser a namorada oficial do magnata. Entre paparazzi, escândalos e segredos que a alta sociedade prefere esconder, Alissa precisa decidir se mergulha de vez nesse jogo perigoso ou se foge antes de perder o que resta de sua liberdade. Mas como fugir de um homem que parece conhecer todos os seus pontos fracos... e que sabe exatamente como dominá-la?
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Como a assistente do CEO, mandar uma mensagem a ele de madrugada pedindo um filme picante... O filme não veio, mas o CEO apareceu à porta: "Não tenho o filme, mas posso dar uma demonstração prática." Após uma noite de intimidade, Bethany já se preparava para ser demitida, mas então... "Considere casar-se comigo." "Senhor Bates, você não está brincando, né?!"
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O som do órgão na Catedral de São Patrício ainda ecoava quando o meu mundo desabou em silêncio absoluto. Diante de quinhentos convidados da elite, o homem que eu amava há quatro anos soltou a minha mão e caminhou calmamente até à minha madrinha de casamento. O ""sim"" que eu esperava transformou-se no anúncio cruel de que eu era apenas um passatempo descartável. Blake Miller rejeitou-me publicamente, trocando-me pela minha melhor amiga, Tiffany, sob o pretexto de que uma órfã sem nome nunca estaria à altura do seu império. A humilhação foi total enquanto os convidados sussurravam insultos e a minha própria família adotiva me virava as costas, deixando-me sem teto e sem dignidade. ""Eu não posso casar contigo, Audrey. A Tiffany é quem realmente entende o meu peso e o meu estatuto. Tu foste apenas uma diversão, mas o jogo acabou."" Fui ridicularizada por aqueles que antes me bajulavam, vendo a minha vida ser destruída num espetáculo de traição e ganância. A dor da injustiça transformou-se num ódio gelado ao perceber que eu tinha sido apenas um peão nos planos deles. Eu estava sozinha, sem dinheiro e com a reputação em farrapos, destinada a ser a piada da temporada. Como puderam ser tão cruéis depois de tudo o que sacrifiquei? A fúria superou a minha agonia, e eu decidi que não seria a vítima daquela história. Em vez de fugir em lágrimas, caminhei firmemente até ao fundo da igreja, onde Victor Sterling, o ""pária"" bilionário numa cadeira de rodas, observava tudo com um desprezo glacial. Olhei nos olhos do homem que todos julgavam arruinado e propus-lhe um negócio: o meu nome pelo seu poder. Quando Victor aceitou, o jogo mudou; a noiva humilhada estava prestes a tornar-se o pior pesadelo de quem ousou traí-la.
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Durante oito anos, Cecília Moore foi a perfeita Luna, leal e sem marcas. Até o dia em que encontrou seu companheiro Alfa com uma lobisomem jovem e de raça pura na cama dele. Em um mundo regido por linhagens e laços de acasalamento, Cecília sempre foi a forasteira. Mas agora, ela está cansada de jogar pelas regras dos lobos. Ela sorriu ao entregar a Xavier os relatórios financeiros trimestrais - papéis de divórcio presos com um clipe sob a última página. "Você está com raiva?" ele rosnou. "Com raiva o suficiente para cometer um assassinato," ela respondeu, com a voz fria como gelo. Uma guerra silenciosa se forma sob o teto que um dia chamaram de lar. Xavier pensava que ainda detinha todo o poder - mas Cecília já havia dado início à sua rebelião silenciosa. A cada olhar frio e passo calculado, ela se preparava para desaparecer do mundo dele - como a companheira que ele nunca mereceu. E quando ele finalmente compreendesse a força do coração que havia partido... Pode ser tarde demais para recuperá-lo.


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