A Sobremesa Amarga do Amor

A Sobremesa Amarga do Amor

Gavin

5.0
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11
Capítulo

A noite da minha vida. Meu "Coração de Rubi" eleito a melhor sobremesa do ano. Gabriel, meu namorado e ídolo nacional do futebol, ajoelhou-se no palco, o anel brilhando. O momento que esperei por anos. Mas então, o sorriso dele se transformou em escárnio. "Eu gostaria de agradecer à Sofia", sua voz carregada de nojo, "por ser uma substituta tão maravilhosa." Minha mente se esvaziou. Ele se levantou, me descartando como lixo, para estender a mão para Isabella, a ex-modelo deslumbrante. "Isabella e eu vamos nos casar", ele anunciou ao mundo. "Este noivado com a Sofia foi uma ideia genial para despistar a mídia." A humilhação me atingiu como um golpe físico. Corri para casa, mas o apartamento estava impregnado do perfume dela. Na nossa cama, o batom vermelho dela. A náusea me sufocou. Então, encontrei a câmera de segurança. Vi Gabriel e Isabella no meu quarto, rindo de mim. "Ela é tão ingênua, acredita em tudo que eu digo", ouvi a voz dele. Fui apenas uma piada, um disfarce conveniente. A raiva gelada substituiu a dor. Não ia mais chorar. Peguei o celular. "Eu quero ir para a Europa. Agora." Candice, minha gerente e amiga, não hesitou: "Deixa comigo. Arrume suas coisas." Estava pronta. Pronta para deixar tudo para trás.

Introdução

A noite da minha vida. Meu "Coração de Rubi" eleito a melhor sobremesa do ano.

Gabriel, meu namorado e ídolo nacional do futebol, ajoelhou-se no palco, o anel brilhando. O momento que esperei por anos.

Mas então, o sorriso dele se transformou em escárnio.

"Eu gostaria de agradecer à Sofia", sua voz carregada de nojo, "por ser uma substituta tão maravilhosa."

Minha mente se esvaziou. Ele se levantou, me descartando como lixo, para estender a mão para Isabella, a ex-modelo deslumbrante.

"Isabella e eu vamos nos casar", ele anunciou ao mundo. "Este noivado com a Sofia foi uma ideia genial para despistar a mídia."

A humilhação me atingiu como um golpe físico. Corri para casa, mas o apartamento estava impregnado do perfume dela.

Na nossa cama, o batom vermelho dela. A náusea me sufocou.

Então, encontrei a câmera de segurança. Vi Gabriel e Isabella no meu quarto, rindo de mim.

"Ela é tão ingênua, acredita em tudo que eu digo", ouvi a voz dele.

Fui apenas uma piada, um disfarce conveniente. A raiva gelada substituiu a dor. Não ia mais chorar.

Peguei o celular. "Eu quero ir para a Europa. Agora."

Candice, minha gerente e amiga, não hesitou: "Deixa comigo. Arrume suas coisas."

Estava pronta. Pronta para deixar tudo para trás.

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