Vingança Que Ninguém Esperava

Vingança Que Ninguém Esperava

Mu Hui Xin

5.0
Comentário(s)
1K
Leituras
11
Capítulo

As malas estavam prontas, e eu sonhava com uma viagem romântica que Pedro, meu noivo, prometeu há meses. De repente, o telefone tocou: a mãe dele estava "doente" no hospital, cancelando tudo. Senti uma pontada de decepção, mas a preocupação tomou conta... até que um impulso me levou a pesquisar o nome dela na internet. O obituário apareceu: "Falecida há três meses." Minha mente girava. Se a mãe dele estava morta, onde estava Pedro? A dor da traição virou uma raiva gelada. Então, nas redes sociais de Clara, nossa empregada, uma foto: Pedro na minha casa, abraçado com ela, em uma festa de aniversário. A legenda: "Obrigada ao meu amor, Pedro!" Ele não só mentiu sobre a mãe, mas me humilhou na minha própria casa! A raiva me consumiu. Peguei as chaves, sem chorar, sem gritar. Estava na hora de acabar com aquela festa. Cheguei em casa e ouvi a música alta. Entrei sem ser vista. Lá dentro, Pedro e Clara dançavam, rindo. Ele a beijou. Naquele instante, algo explodiu em mim. A calma se estilhaçou. Caminhei até eles, e o som do meu tapa estalou no ar. "Pá!" A cabeça dele virou. Dei o segundo tapa, mais forte. "Pá!" Ele cambaleou. A festa acabou. Clara se escondeu, choramingando: "Quem é essa louca?" Pedro estava pálido. "É por isso que sua mãe 'doente' precisava de você no hospital?", minha voz era cortante. Os amigos de Clara me insultaram: "Ela é faxineira! Vaza!" Clara mentiu: "Estamos juntos há quase um ano! Ela é obsessiva!" Um ano? Nos casamos há dez meses! Ele vivia uma farsa desde o começo. Me chamaram de "servente" e jogaram bebida em mim. Pedro me observou, sem mover um músculo. "Pedro! Vai ficar aí parado?", implorei. Clara sussurrou para ele, elogiando-o e denegrindo-me. Ele me encarou com frieza. Então, Pedro fez sua escolha: "Saia da minha casa, Sofia." Eu o encarei, o sangue da minha mão manchando os cacos de vidro que me feriram quando ele me empurrou contra a mesa. "Você não faz ideia do que acabou de fazer. Esta casa é minha. Sua empresa, seu carro, suas roupas... tudo foi pago com o meu dinheiro. Você é um nada sem mim. E, a partir de hoje, você voltará a ser exatamente isso: um nada."

Introdução

As malas estavam prontas, e eu sonhava com uma viagem romântica que Pedro, meu noivo, prometeu há meses.

De repente, o telefone tocou: a mãe dele estava "doente" no hospital, cancelando tudo.

Senti uma pontada de decepção, mas a preocupação tomou conta... até que um impulso me levou a pesquisar o nome dela na internet.

O obituário apareceu: "Falecida há três meses." Minha mente girava.

Se a mãe dele estava morta, onde estava Pedro? A dor da traição virou uma raiva gelada.

Então, nas redes sociais de Clara, nossa empregada, uma foto: Pedro na minha casa, abraçado com ela, em uma festa de aniversário. A legenda: "Obrigada ao meu amor, Pedro!"

Ele não só mentiu sobre a mãe, mas me humilhou na minha própria casa! A raiva me consumiu.

Peguei as chaves, sem chorar, sem gritar. Estava na hora de acabar com aquela festa.

Cheguei em casa e ouvi a música alta. Entrei sem ser vista. Lá dentro, Pedro e Clara dançavam, rindo. Ele a beijou.

Naquele instante, algo explodiu em mim. A calma se estilhaçou.

Caminhei até eles, e o som do meu tapa estalou no ar. "Pá!" A cabeça dele virou.

Dei o segundo tapa, mais forte. "Pá!" Ele cambaleou. A festa acabou.

Clara se escondeu, choramingando: "Quem é essa louca?" Pedro estava pálido.

"É por isso que sua mãe 'doente' precisava de você no hospital?", minha voz era cortante.

Os amigos de Clara me insultaram: "Ela é faxineira! Vaza!" Clara mentiu: "Estamos juntos há quase um ano! Ela é obsessiva!"

Um ano? Nos casamos há dez meses! Ele vivia uma farsa desde o começo.

Me chamaram de "servente" e jogaram bebida em mim. Pedro me observou, sem mover um músculo.

"Pedro! Vai ficar aí parado?", implorei. Clara sussurrou para ele, elogiando-o e denegrindo-me. Ele me encarou com frieza.

Então, Pedro fez sua escolha: "Saia da minha casa, Sofia."

Eu o encarei, o sangue da minha mão manchando os cacos de vidro que me feriram quando ele me empurrou contra a mesa.

"Você não faz ideia do que acabou de fazer. Esta casa é minha. Sua empresa, seu carro, suas roupas... tudo foi pago com o meu dinheiro. Você é um nada sem mim. E, a partir de hoje, você voltará a ser exatamente isso: um nada."

Continuar lendo

Outros livros de Mu Hui Xin

Ver Mais
Amor Oculto, Ódio Revelado

Amor Oculto, Ódio Revelado

Romance

5.0

A primeira coisa que ouvi ao chegar em casa não foi o habitual "Bem-vinda de volta" de Pedro, meu namorado há quatro anos. Foi um sussurro apaixonado vindo do nosso quarto, a voz dele carregada de uma ternura que eu raramente recebia. "Não se preocupe, Sofia, eu vou cuidar de você. Não vou deixar que ela te machuque. Isso também será uma redenção pelos males que ela fez ao longo dos anos." Parei no corredor, o corpo gelado, percebendo que ele falava com uma foto da minha irmã, Sofia. Naquele instante, os quatro anos de relacionamento desmoronaram, cada beijo, abraço e promessa se revelaram uma farsa elaborada. Ele nunca me amou; sempre amou Sofia. E que males eu precisava redimir? Eu não fazia a menor ideia, apenas senti uma raiva fria me consumir, substituindo a dor. Desde que meu pai, Carlos, trouxe Ana e Sofia para casa após a morte da minha mãe, fui relegada a uma existência de sombra e desprezo, aceitando tudo em silêncio. Para a sociedade, éramos uma família perfeita, mas fui constantemente humilhada e subjugada. Eu não entendia por que me odiavam tanto, ou por que meu pai, que um dia me amou, me tratava com tanta indiferença. Por que só eu era o lembrete de um passado que ele queria esquecer? A ficha finalmente caiu: se a vida deles era uma peça de teatro, eu seria a diretora da cena final. Peguei meu celular, o coração batendo descontroladamente, e rolei a lista de contatos até encontrar um nome que eu não discava há anos: Gabriel Silva. O noivo arranjado de Sofia. Respirei fundo e forcei minha voz a sair firme: "Sr. Silva, você disse uma vez que esperaria por mim. Essa promessa ainda vale?" Houve um silêncio denso e, depois de uma eternidade, ele respondeu com uma única palavra: "Sim."

O Retorno da Estrela Brilhante

O Retorno da Estrela Brilhante

Jovem Adulto

5.0

Eu morava em uma mansão luxuosa, mas minha vida era mais amarga que a de um mendigo. Adotada, eu era tratada como um fardo, enquanto minha irmã, Lua, a princesinha mimada, recebia tudo. No dia do vestibular, o mais importante da minha vida, pedi apenas dez reais para o transporte. Eles riram. Minha mãe adotiva, Sofia, disse: "Vá a pé. Vai ser bom para você, um pouco de exercício." Lua, com um sorriso cruel, acrescentou: "Talvez consiga voar até lá." A humilhação me queimava. Eu podia sentir as lágrimas, mas segurei. Meu pai adotivo, Antônio, me agarrou com força. "Chega, Estrela! Sua mendicância nos envergonha!" Ele me empurrou para fora, na chuva torrencial. Caí no chão, a dor no quadril era pequena perto da dor no coração. Olhei para a casa iluminada, e pela janela, vi a manchete na TV: "Família milionária celebra as notas da filha com show particular de artista famoso." Era um palco montado no jardim da minha casa, e Lua era o centro das atenções, sorrindo e acenando. Minhas notas eram excelentes, mas eles negaram dez reais para o meu futuro. Naquele momento, na calçada, sob a chuva, uma risada amarga me escapou. Era tudo uma piada. Decidi que não faria aquela prova. Não daquele jeito. E não voltaria para aquela casa. Nunca mais. Liguei para a Professora Carla, a única que me mostrou bondade. Contei tudo, entre soluços e raiva. Ela me buscou, me abrigou. Finalmente, encontrei a saída. Uma bolsa de estudos integral no exterior, meu plano B, se concretizou. É minha chance de recomeçar, longe de tudo. Mas Sofia me ligou, a voz estranhamente doce. "Filha, seu pai precisa de você. Ele quer se desculpar antes de você partir." Contra o meu melhor julgamento, cedi. Voltei para a mansão. Lua me esperava, com um sorriso vitorioso. Ela derramou vinho tinto no meu vestido branco. Antônio e Sofia apareceram, e Lua começou a chorar, fingindo que eu a atacara. "Você é um monstro ingrato!", berrou Antônio. Ele rasgou meu vestido, a única coisa bonita que eu tinha. Naquele momento, algo em mim mudou. A dor virou gelo. A tristeza, calma fria. Eu não era mais a vítima. Eu sobreviveria. E faria eles se arrependerem. Lua sussurrou: "Ela sempre me odiou porque vocês me amam mais!" "Não se preocupe, ela vai ter o que merece", respondeu Sofia. Sol desceu as escadas e, pela primeira vez, vi seu olhar de nojo para mim. Antônio me arrastou para o quarto, trancando a porta. Eu não resisti.

Você deve gostar

Abandonada no Altar, Casei com o Herdeiro "Aleijado"

Abandonada no Altar, Casei com o Herdeiro "Aleijado"

Lila
5.0

O som do órgão na Catedral de São Patrício ainda ecoava quando o meu mundo desabou em silêncio absoluto. Diante de quinhentos convidados da elite, o homem que eu amava há quatro anos soltou a minha mão e caminhou calmamente até à minha madrinha de casamento. O ""sim"" que eu esperava transformou-se no anúncio cruel de que eu era apenas um passatempo descartável. Blake Miller rejeitou-me publicamente, trocando-me pela minha melhor amiga, Tiffany, sob o pretexto de que uma órfã sem nome nunca estaria à altura do seu império. A humilhação foi total enquanto os convidados sussurravam insultos e a minha própria família adotiva me virava as costas, deixando-me sem teto e sem dignidade. ""Eu não posso casar contigo, Audrey. A Tiffany é quem realmente entende o meu peso e o meu estatuto. Tu foste apenas uma diversão, mas o jogo acabou."" Fui ridicularizada por aqueles que antes me bajulavam, vendo a minha vida ser destruída num espetáculo de traição e ganância. A dor da injustiça transformou-se num ódio gelado ao perceber que eu tinha sido apenas um peão nos planos deles. Eu estava sozinha, sem dinheiro e com a reputação em farrapos, destinada a ser a piada da temporada. Como puderam ser tão cruéis depois de tudo o que sacrifiquei? A fúria superou a minha agonia, e eu decidi que não seria a vítima daquela história. Em vez de fugir em lágrimas, caminhei firmemente até ao fundo da igreja, onde Victor Sterling, o ""pária"" bilionário numa cadeira de rodas, observava tudo com um desprezo glacial. Olhei nos olhos do homem que todos julgavam arruinado e propus-lhe um negócio: o meu nome pelo seu poder. Quando Victor aceitou, o jogo mudou; a noiva humilhada estava prestes a tornar-se o pior pesadelo de quem ousou traí-la.

SEU AMOR, SUA CONDENAÇÃO (Um Romance Erótico com um Bilionário)

SEU AMOR, SUA CONDENAÇÃO (Um Romance Erótico com um Bilionário)

Viviene
5.0

Aviso de conteúdo/sensibilidade: Esta história contém temas maduros e conteúdo explícito destinado a audiências adultas (18+), com elementos como dinâmicas BDSM, conteúdo sexual explícito, relações familiares tóxicas, violência ocasional e linguagem grosseira. Aconselha-se discrição por parte do leitor. Não é um romance leve - é intenso, cru e complicado, explorando o lado mais sombrio do desejo. ***** "Por favor, tire o vestido, Meadow." "Por quê?" "Porque seu ex está olhando", ele disse, recostando-se na cadeira. "E quero que ele perceba o que perdeu." ••••*••••*••••* Meadow Russell deveria se casar com o amor de sua vida em Las Vegas, mas, em vez disso, flagrou sua irmã gêmea com seu noivo. Um drink no bar virou dez, e um erro cometido sob efeito do álcool tornou-se realidade. A oferta de um estranho transformou-se em um contrato que ela assinou com mãos trêmulas e um anel de diamante. Alaric Ashford é o diabo em um terno Tom Ford, símbolo de elegância e poder. Um homem nascido em um império de poder e riqueza, um CEO bilionário, brutal e possessivo. Ele sofria de uma condição neurológica - não conseguia sentir nada, nem objetos, nem dor, nem mesmo o toque humano. Até que Meadow o tocou, e ele sentiu tudo. E agora ele a possuía, no papel e na cama. Ela desejava que ele a arruinasse, tomando o que ninguém mais poderia ter. E ele queria controle, obediência... vingança. Mas o que começou como um acordo lentamente se transformou em algo que Meadow nunca imaginou. Uma obsessão avassaladora, segredos que nunca deveriam vir à tona, uma ferida do passado que ameaçava destruir tudo... Alaric não compartilhava o que era dele. Nem sua empresa. Nem sua esposa. E definitivamente nem sua vingança.

Capítulo
Ler agora
Baixar livro