A Cor do Nosso Reencontro

A Cor do Nosso Reencontro

Maya Flora

5.0
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20
Capítulo

Em Valverde do Sul, as lembranças de um amor de juventude são as únicas cores que o tempo não conseguiu desbotar. Ísis Buonavitta e Giorgio Cezario foram, um dia, o porto seguro um do outro, até que as ambições familiares e as curvas da vida os lançaram em direções opostas. Dez anos depois, o reencontro acontece sob luzes muito diferentes. Giorgio é agora o implacável CEO das Empresas Cezario, um homem moldado pelo dever e pelo pragmatismo, com o futuro traçado ao lado de Soraya Sousa, uma jovem da alta sociedade cujo interesse pela sua fortuna só é superado por sua petulância. Ísis, por outro lado, retorna à cidade como uma talentosa artista plástica, armada apenas com seu cavalete e o sonho de abrir sua própria galeria. Quando ela descobre que o imóvel ideal pertence ao império do homem que partiu seu coração, o confronto é inevitável. Entre telas vibrantes e relatórios frios, eles descobrirão que o passado nunca foi totalmente enterrado. Conseguirá o cinza do mundo corporativo apagar o brilho de uma paixão antiga? Ou a arte de Ísis será capaz de devolver a cor à vida de Giorgio? Uma história sobre as segundas chances que o destino pinta, mesmo quando tentamos seguir em frente.

Capítulo 1 Prefácio: O Peso e a Leveza do Sangue

Toda família guarda segredos, mas algumas os transformam em lápides.

Nesta história, não encontramos apenas um romance interrompido pelo tempo, mas um campo de batalha onde o amor precisou lutar contra o veneno da herança. Valverde, com suas colinas serenas e sua elite impecável, serviu de palco para uma das verdades mais cruéis: a de que o sangue pode unir, mas também pode escravizar.

Acompanhamos a trajetória de Ísis Buonavitta, uma mulher que viu seu sobrenome ser manchado pela calúnia e seu coração ser fragmentado pela ausência. Do outro lado, Giorgio Cezario, o herdeiro de um império construído sobre alicerces de mármore e mentiras, que precisou desaprender tudo o que sabia sobre poder para entender o significado de proteção.

Entre eles, cartas nunca lidas, palavras interceptadas por mãos ambiciosas e a sombra de uma matriarca, Margareth, cuja maldade não conhecia fronteiras. Mas o destino, em sua justiça poética, trouxe Olívia - um pequeno ser de luz que se tornou a bússola para que esses dois corações perdidos encontrassem o caminho de volta para casa.

Este livro fala sobre a queda das máscaras. Fala sobre o momento em que a dor deixa de ser um fardo e se torna o adubo para um novo florescer. Através do sacrifício, do perdão e da coragem de enfrentar os fantasmas de uma falésia sombria, Ísis e Giorgio provaram que o amor não é apenas um sentimento, mas uma decisão diária de ser melhor do que aqueles que vieram antes de nós.

Ao virar estas páginas, prepare-se para descobrir que as feridas mais profundas só podem ser curadas quando paramos de fugir do passado e começamos a pintar o futuro com as cores da verdade.

Boa leitura. Que o amor de Ísis e Giorgio lembre a todos que, mesmo após a tempestade mais devastadora, o sol sempre encontra uma fresta para brilhar.

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"Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele." Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis. Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas. Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda. Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito. Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona: ☽ Aquela noite não foi um acidente; ☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro; ☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la. Pena que ela estava cansada de ser controlada. *** O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa. "Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha." Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você." "Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora."

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