Indo Ao Seu Encontro

Indo Ao Seu Encontro

AutoraAngelinna

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Capítulo

SINOPSE 'Não é o amor que nos define, Julietta. É o amor que nos destrói'. Eu sou uma garota normal. Você poderia pensar. Eu nunca pensei em mim como algo diferente. Até que eu o conheci. Ele não acha que eu sou normal. Ele acha que eu sou especial. Especial o suficiente para estar em sua vida. Especial o suficiente para entrar em seu mundo. Especial o suficiente para sua estar em sua cama. Rafael Lencioni. Perigoso. Bonito. Aterrorizante. Minha história eu nunca contei. Eu não sou a filha. Eu não sou a esposa. Eu não sou a amante proibida. Eu não sou uma irmã ou uma mãe. Eu não sou quem você pensa que eu sou. Então, para eu me encaixar em seu mundo, eu tenho que fazer algo que eu nunca quis na minha vida. Algo que eu teria desaprovado até conhecê-lo. Eu tenho que mudar quem eu sou. Eu tenho que desligar o meu coração. Tenho que aceitar o meu lugar. Meu corpo pertence a ele. Meu coração não é permitido. Essas são suas regras. Mas regras foram feitas para ser quebradas... certo?

Capítulo 1 1

SINOPSE

'Não é o amor que nos define, Julietta. É o amor que nos destrói'.

Eu sou uma garota normal.

Você poderia pensar.

Eu nunca pensei em mim como algo diferente.

Até que eu o conheci.

Ele não acha que eu sou normal.

Ele acha que eu sou especial.

Especial o suficiente para estar em sua vida.

Especial o suficiente para entrar em seu mundo.

Especial o suficiente para sua estar em sua cama.

Rafael Lencioni. Perigoso. Bonito. Aterrorizante.

Minha história eu nunca contei.

Eu não sou a filha.

Eu não sou a esposa.

Eu não sou a amante proibida.

Eu não sou uma irmã ou uma mãe.

Eu não sou quem você pensa que eu sou.

Então, para eu me encaixar em seu mundo, eu tenho que fazer algo que eu nunca quis na minha vida.

Algo que eu teria desaprovado até conhecê-lo.

Eu tenho que mudar quem eu sou.

Eu tenho que desligar o meu coração.

Tenho que aceitar o meu lugar.

Meu corpo pertence a ele.

Meu coração não é permitido.

Essas são suas regras.

Mas regras foram feitas para ser quebradas... certo?

Prólogo

Eu olho em seus olhos.

Rafael Lencioni é desumano, perfeito, com olhos castanhos.

Esses são o tipo de olhos que nunca se esquece. Nem por um único segundo de sua vida. Seus dedos estão enrolados em volta do meu braço, a boca a milímetros da minha, e sua respiração está batendo em minha bochecha em frases curtas e duras. Faz dias que eu fugi dele, e se eu não o conhecesse melhor, eu diria que o conforto que eu sinto de pé aqui na sua frente é real.

Mas nós dois sabemos que não é.

Suas mentiras estão quebrando meu coração. Ele está rasgando-o em mil pedaços minúsculos porque eu tenho que fazer algo que eu acreditava honestamente que eu nunca teria que fazer. Havia uma regra que eu não deveria ter quebrado, que ele nunca significasse nada para mim.

Meus próprios olhos castanhos não desligam dos dele. Em vez disso, basta olhar um para o outro, que o que passa entre nós, principalmente, é um sentimento de desespero.

Um desespero para mudar de vida.

- Por que, Julietta? - Ele rosna, em voz baixa, profunda e rouca.

Adoro a maneira como ele diz meu nome, como se parecesse, que poderia ser o único nome que ele fosse murmurar pelo o resto de sua vida.

- Responda-me - ele exige cuidadosamente, como uma ordem que você não pode escapar, mesmo que ele não esteja levantando a voz.

A mão suavemente se move do meu braço até meu pescoço, e lá ele segura meu queixo, trazendo o meu rosto mais perto, como se ele fosse me beijar. Mas ele não faz nada disso. Ele não vai me beijar. Não aqui. Não em público. Isso iria quebrar todas as regras, e Rafael não quebra as regras. Esse é o problema.

Esse sempre foi o problema.

- Deixe-me ir, Raf, - eu respiro, tentando me afastar desses intensos olhos castanhos.

- Não até que você me diga o porquê.

Por que eu estou aqui.

Por que eu fugi com ele.

Por que eu tenho evitado ele.

Porque eu tinha que fazer. Eu tinha. Eu não aguento mais. As mentiras, mas principalmente, a dor. A intensa dor desesperada. A agonia de precisar de alguém que você não pode ter.

Deixa-me apenas uma escolha. Eu vou fazer a única coisa que eu sei que vai fazer com que ele vire as costas para mim. A única coisa que eu sei que vai fazê-lo correr na direção oposta. A única coisa que estou certa que irá garantir que ele não volte.

O pensamento de nunca mais tocá-lo novamente, beija-lo, rir com ele faz meu coração se contorcer e meu estômago se revirar, mas eu tenho que fazê-lo. Eu tenho. Por ele. Por mim. Por nós. Então, eu separo meus lábios e digo as palavras que vai levá-lo do meu mundo para sempre. - Eu estou apaixonada por você.

Eu percebo antes que as minhas palavras deixem os meus lábios. Eu vejo a maneira como seus olhos piscam. Eu vejo a maneira como seu corpo enrijece e ele se endireita, parecendo quebrado, parecendo confuso, parecendo furioso. Sua mão cai da minha mandíbula e tudo dentro de mim grita para alcançá-lo e agarrá-lo de volta, mas eu não faço nada. Eu o deixo se afastar, levando meu coração junto com ele. Ele dá um passo para trás, e eu vejo seus olhos se fechando junto com seu corpo. Eu o vejo empurrar as minhas palavras para um lugar que ele não se deixa acessar.

Ele se afasta, ficando de costas para mim, me deixando saber que as minhas palavras conseguiram o que eu desejava. Antes de sair, ele olha para trás por cima do ombro e me dá um olhar que eu provavelmente nunca ver novamente. Eu tento capturar seu rosto em minha memória, tento me lembrar de cada curva e cada linha. Tento me lembrar de quão rica sua risada é, e como ele faz meu coração bater.

Seus olhos castanhos se conectam com os meus, e com uma voz baixa e rouca, ele murmura: - Eu lhe disse para não fazer isso.

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