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Resumo
Assassinato. Mentira. Traição.
Eu lido com essas coisas todos os dias. Meu nome é Jason Avery, um dos melhores agentes secretos do país. Eu ainda não falhei em uma missão, e foi por isso que fui enviado para Las Vegas. Inúmeras mulheres têm sido sequestradas e torturadas, só para aparecerem mortas no meio da noite. É meu trabalho descobrir que tipo de filho da puta doente é o responsável. Infelizmente, todas as pistas me levam para um beco sem saída; pelo menos até Aylee McFadden aparecer na minha porta.
Aylee é uma teimosa e obstinada agente do FBI, e também é a mulher mais sexy que eu já vi com uma arma. Quando ela se junta a mim, nós temos a vantagem que precisamos para ir em frente. Ela briga comigo o tempo todo, mas logo percebe que há mais em mim do que tatuagens e uma boca suja. Eu não posso ter o suficiente dela. Agora que nós estamos dentro do jogo, estamos um passo mais perto de solucionar os crimes. No entanto, apostar dinheiro não é o que garotos grandes querem. Eles querem a única coisa que não estou disposto a dar.
Esse é um jogo sem limite, e se eu baixar a guarda, perco tudo.
Eu a perco.
PRÓLOGO
JASON
— Você me encontrou.
Se houve um momento em que precisei manter meu juízo comigo, esse momento era agora. Mas como eu poderia fazer isso quando não queria nada mais do que agarrar o pescoço do homem diante de mim, fazê-lo sangrar do mesmo jeito que ele fez com as famílias que ele assassinou.
— Você achou que eu não te encontraria? — eu cuspi com os dentes cerrados. O arquivo passou pela minha mente, as imagens da carnificina que ele deixou para trás... Aquelas crianças. Meu sangue ferveu.
Ele estava pronto, pronto para lutar até a morte pelo olhar em seus olhos. — Eu acho que foi só uma questão de tempo.
Seu nome era Michael Bruxton, analista de computadores com habilidades correspondentes com as minhas. Mas ele tinha um passatempo doente que tinha custado a vida de três famílias ao longo das últimas duas semanas. Passei o dia e a noite procurando por ele, e agora eu encontrei o bastardo.
Nós circulamos um ao outro no armazém abandonado que ele tinha se escondido durante a fuga. No piso estavam os pertences que ele roubou de uma de suas vítimas. A boneca com um vestido rosa brilhante chamou minha atenção primeiro. Meu corpo todo tremia de raiva. — Como você pôde fazer isso, seu doente fodido?
Seus olhos brilharam. — É como colocar uma pintura na lona. — ele olhou para as coisas que ele recolheu e sorriu. — Os gritos de socorro eram como música para os meus ouvidos.
Flashes das crianças deitadas em seus próprios sangues, suas vidas tomadas delas em uma idade tão jovem atormentava a minha mente. Elas eram inocentes, juntamente com seus pais que só queriam protegê-las. Um homem como ele merecia morrer, uma morte lenta e dolorosa... E eu iria ter certeza de que isso acontecesse.
Me lançando para ele, rolamos para o chão sujo, sua cabeça batendo contra o concreto. Ele tentou me dar um soco e errou. Eu não conseguia ouvir nada além do sangue correndo nas minhas veias. Prendendo-o com o meu peso, eu o soquei mais e mais, a sensação de seus ossos se esmagando sob o meu punho. Eu não conhecia as famílias que foram mortas, mas lutaria por elas, fazendo justiça aos seus assassinatos.
O fodido doente cuspiu limpando a garganta e sorriu com o sangue escorrendo pelo seu rosto. — Eu adoro quando eles lutam de volta. — ele empurrou sua excitação em mim e gemeu.
Jesus Cristo. Agarrando o seu pescoço, apertei e apaguei as suas próximas palavras. — Você se excita com a dor, seu pervertido filho da puta? — peguei um tijolo perto e o levantei alto. — Vamos ver se você gosta disso. — tão forte quanto eu podia, bati em seu rosto. — Você disse que os gritos eram música para os seus ouvidos, — eu gritei para o silêncio. — Onde estão os gritos agora, cadela? — bati o tijolo novamente em seu rosto mutilado uma e outra vez, tentando ignorar as imagens dos corpos mutilados que ele tinha deixado para trás.
Jogando o tijolo no chão, me levantei e observei a cena, respirando com dificuldade. — Agora você não pode machucar ninguém nunca mais.
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