icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

União Forçada, Amor Espontâneo

Capítulo 7 Renan

Palavras: 3254    |    Lançado em: 12/11/2024

sar. Focava em sua profissão, herança de família, desde o bisavô, eram advogados. Os outros foram criminalistas, mas ele foi para um caminho mais tranquilo, trabalhista, familiar, contratual e de

ipoc

pela secretária que já saía para o seu horário de almoço, parou em fre

tou através da porta

an chega rindo. - Foi para

o são os n

endo uma careta. Senta-se na cadeira de frente para Diego e a

a. - O almoço chegou. - Logo entra um

irige até a sala ao lado e chama por Lorena, que ainda encontrava-se sentada na

voluindo, agora parecia estranho e vazio. Os seus olho

Renan. - Diego observa Lorena assentir para Renan, que parece que está de frente a uma divindade. Os seus olhos estão fixados na jo

onsegue balbuciar

ugar, de frente a eles, e ele sentou-se ao lado de Renan, que não desg

ois homens que a avaliavam. Diego preocupado ainda com a relação deles, mesmo que como contratual, e, ao mesmo tempo indi

enan. - Diss

sobre os ombros, a roupa de tecido fino deixava evidente o seu corpo curvilíneo e sensual. A boca dela curvou-se em um sorriso e ele sentiu-se de

ao almoço. - Como se conheceram, como se

mbora, via o interesse dele em Lorena e isso o estava desagradando.

acabando mesmo, e Lorena já até tinha parado de comer. - O pai dela me devi

. Em que tempos viviam que uma

ssas coisas, mas preciso me

Isso é crime! - Diego o olhou em descrença e Renan b

tinua de cenho franzido. - Um casamento falso, ou melhor, real,

- Um acordo, só contratual, nada sentimental..

lgum quebrar o contrato... - Ele olha para Lorena. - Pagará de alguma forma ao outro. - Diego fal

s tira o notebook da pasta que trazia c

or vezes notou que o amigo era simpático demais com a moça. Maneou a cabeça, ele não resistiria dois anos, sem tornar esse casamento real. Ol

casados na frente dos outros... - Renan anotava tudo, e por fim o contrato estava pronto. Lorena não queria nada, mas Die

e leu-as em voz alta para novamente concordarem. Por fim, ambos assinaram. Diego com

ra de português para indicar

ajudar,

go ergue as

tuguês... - Renan fala lembrando-se que a prim

Verônica

ela pode ajudá-la a escrever melho

outras coisas além de português. Depois a matricularei em u

ue ano

scola. - Renan

ela? - Olhou de cant

o olha para a garota e mais uma vez sente-se a

ponder. - Renan d

palavra ou outra que se assemelhava ao italiano, mas em sua maioria, ficava perdida.

- Renan propõe aos

Diego perg

gora que você tem noiva, podemos fazer um

escer o olho para

isso,

bom. Vamos

ar boa impress

a, meu! - Re

:30, po

e explica a Lorena. - Vamos

- Ela diz

famoso da região, tem todo

Diego fra

udo

- Ela baix

zendo-a sentir o perfume amadeirado i

usa. Isso que assi

oi só um contrato, para

nto falso. - Ela assente

nem firmar um relacionamento. - Diz como par

a a cabeça. Começava a se irri

so, cabelo bem penteado e barba aparada. Lorena se banhou, e vestiu um dos vestidos que comprou. Ver

a observava sentado na cama,

- Ela estava linda, mas não eram roupa

ue-se da cama e se aproxima, sentindo o leve cheiro f

cisa de mais coisas,

o para isso

u ligo,

esculpe! - Ela

Diz pegando

z estridente da mãe assim que

Si

oltam

re a porta do carro para Lore

a furioso consigo mesmo. A mulher nem se arrumara de

r. Desce devagar do carro, e sente a mão quente de Diego nas suas costas, mesmo por cima do tecid

u enca

anho, mas para ela, era totalmente novo. Nunca namorara, nem mesmo pegara na mão de um rapaz. E agora

ara a área vip. Diego não economizava, e era par

proximou de Lorena e a segurou pela cintura, dando-lhe um beij

- Ouve Dieg

úme da n

ade acaba! - Renan franze

tá mais aqui

os ja

com dois homens, e o pior era que esse tal Renan não desgrudava os olhos dela. E isso a estava desconcertando. E ainda po

Diego pergunta ba

da estav

l uma so

- Ela se anim

lar com Diego. - Eu não aguento mais não en

de português. Vou falar com ela

do duas covinhas, que ele ainda não havia per

ho que j

liana. A cada minuto que a olhava se apaixonava mais. E a

rena, e começar os preparativos para o casamento. - Diego a olha e ela

ontrato? Assinar e deu? - Ela

os, alguns parentes, vestido de noiva, véu e grin

não é

matar! - Diz sério e vê-a es

do achar ainda mais engraçado. Ele gostava de assustar às vezes. M

em sua bochecha, só que dessa vez se demora um pou

existe vida após a mo

simpático. - Diz debochando do

Diego pergunta o ven

ndente, aguardarei o se

s é

azendo cara de pegador

róximo ao carro, Dieg

os para c

onversar com a minha mãe, ent

mos pa

amento. É a

Ela diz e en

ar, então a focaliza. - Tudo está bem par

do muito legal comigo. - Diego ergue as sobranc

Diego fra

olha com carinho. - Só tenho a agradec

go tenta imaginar o

rri. Lembrou-se do bei

misericórdia a seu pai, não quer dizer que a manterei em cárcere privado, nem q

a, e colocada na água gelada! - Ri. - Eu gostaria de p

anhã mesmo daremos um jeito nisso, junto com

r alguns segundos, então vira-se para frente e põe o carro em movimento. A ingenuidade e

e até a sua cobertura, e mais

la fala de boca ab

o, se importa

da. - Diz, seguindo-o até o quarto.

loset. - Pega uma camiseta minha. -

se, deixando o vestido estendido em cim

apenas de camiseta branca, que vai até seus joelhos, e sente a

ueja mentalmente. Aproxima o seu rosto do dela, já deitado também. Sente a respiração quente e o

mira em sua boca e passa a língua nos lábios, a deixando ofegante. Foca em seus olhos e

o para próximo dele. Aperta-a afundando seus dedos na pele macia. Lorena arfa, ao sentir as mã

Sua voz sai b

ixo e rouco. Ergue os olhos e encont

sse com o meu futuro marido falso. - Diego se afasta e engole

gem, imaculada que vivera a vida presa dentro e

bem, eu tamb

sai séria e cortante, a fazen

asse, mas sabia que se arrependeria se continuass

sa do seu pai, a outra a queria para si. E ainda tinha a merda do casamento falso. E se não fosse falso? Mas ela o a

Reclame seu bônus no App

Abrir
União Forçada, Amor Espontâneo
União Forçada, Amor Espontâneo
“O amor não era uma escolha para elas. Com um pai inescrupuloso, elas foram dadas em casamento a homens perigosos. Uma em pagamento a uma dívida. A outra vendida por dinheiro. Elas eram apenas negócios. Um matador de aluguel, se viu perdido no emaranhado de cabelos escuros e nos penetrantes olhos verdes. Era mais que um casamento por conveniência! Filho do maior mafioso russo, ele não tinha vontade própria. Mas pensava em como fazer aquela garota pagar por seu sofrimento.”
1 Capítulo 1 Diego Pavinskost2 Capítulo 2 Lorena Gravetti3 Capítulo 3 Olhares4 Capítulo 4 Não preciso de ajuda5 Capítulo 5 Meu xuxuzinho6 Capítulo 6 Paloma Granjeiro7 Capítulo 7 Renan8 Capítulo 8 Umas taças de vinho9 Capítulo 9 É fazendo que se aprende10 Capítulo 10 Super mercado11 Capítulo 11 Google tradutor12 Capítulo 12 Cordão do amor13 Capítulo 13 Pastel de forno14 Capítulo 14 Corrida contra o tempo15 Capítulo 15 Verdades16 Capítulo 16 Bertelan17 Capítulo 17 Isabelle18 Capítulo 18 Beijo