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A Escolha Fatal: Quando a Prioridade Não Era Eu

Capítulo 4 

Palavras: 357    |    Lançado em: 26/06/2025

o, sentou-se no sofá, com

nenhum até falar

ra falar. Pega

e peguei num sac

e a metê-las no saco. T-shirts, calças de

ervando-me com uma

stás a fazer?

co, tentando tir

rga

eu braço engessado b

atravessou-me

iatamente, o seu rosto

culpa. Ma

, segurando o m

aqui.

era um sus

eu perceber que eu n

e raiva para uma es

r. Não faças i

o. Não quando não há respeit

A sua escova de dentes, o seu perfume, o liv

a ver, i

o saco pesado para a sala

gora, por favor,

depois para mim. Havia

ra três anos da nossa

da fora. Estou a salvar o

a cabeça,

o de lixo e

ele virou-se

pender-te

me arrependo é de não

u a porta

no apartam

no meio da s

o era

liber

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A Escolha Fatal: Quando a Prioridade Não Era Eu
A Escolha Fatal: Quando a Prioridade Não Era Eu
“O cheiro a desinfetante no hospital era sufocante. Eu estava ali, com o braço engessado, depois de um acidente de carro que quase me custou a vida. Atrás de mim, o meu namorado, Leo, falava ao telemóvel com a mãe, minimizando a minha dor. "A Ana? Ah, ela só partiu um braço. Não é nada de grave." A sua voz era leve, vazia de preocupação. Ele tinha o meu namorado, a pessoa que eu amava, tinha-me deixado presa nos destroços, a sangrar, para socorrer o pai dele, que tinha uma fratura ligeira na perna. «Mais urgente?», perguntei, a minha voz rouca, sem conseguir conter a incredulidade e a traição. Ele justificou-se com a maior naturalidade, como se fosse óbvio: "Sim, ele é mais velho. Tu és jovem, recuperas depressa." Ali, naquele leito de hospital, percebi que nunca seria a sua prioridade. Nem mesmo quando a minha vida estava em risco. Foi naquele momento que a minha desilusão se transformou em decisão. "Leo, vamos terminar", disse, com uma calma que me surpreendeu. Mas a confusão e a raiva dele foram imediatas, seguidas de uma incessante onda de manipulação vinda dele e da sua família. Mensagens, chamadas, presentes, e acusações de que eu era egoísta e ingrata. Eu, a vítima, estava a ser culpada. «Estás a ser egoísta, Ana. O Leo precisa de ti agora. A nossa família passou por um trauma», dizia a mãe dele, ignorando completamente o meu. Mas não era apenas a dor do abandono que me assombrava. Era a constatação de que o homem que eu amava era um estranho que me via como uma segunda opção, descartável. O que eu não esperava era que a sua obsessão o levasse a passar de suplicante a perseguidor. Fotos minhas tiradas à distância, do lado de fora do meu apartamento, revelaram o horror: ele estava a vigiar-me. Aquele que um dia prometeu cuidar de mim, agora era a minha maior ameaça. Quando ele me encurralou na rua, com uma chave de fendas na mão, a minha vida não era mais sobre recuperar de um acidente. Era sobre lutar pela minha liberdade, pela minha sanidade, e por fim, pela minha vida. Estaria eu condenada a ser a sua posse ou teria finalmente a força para me levantar e salvar-me?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10