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Uma Década Desfeita pela Decepção

Capítulo 3 

Palavras: 851    |    Lançado em: 13/08/2025

reflexo paranoico que ela havia treinado em m

ente. Minha mãe te viu e

na. Eu dev

u estava, o que estava fazendo. O salt

em me dar ao trabalho de pensa

la foi instan

cia era de tirar o fôlego. Ela não conseguia c

ainda é meu namorado. Não f

onvinha. Sua possessividade, seu descaso casual pela verdade – tudo era tão familiar. Ela estava

parte da minha transição, eu ainda estava participando de grandes eventos. Perto da entrada, meus olh

ma onda quebrando. Meu design. Eu o havia esboçado para ela anos atrás, em um guardanapo em uma lanchon

carro era um fantasma de um passad

a de repente ao meu lado. Ela havia su

oz cheia de uma generosidade grandiosa.

s ter tido, como se nada tivesse acontecido. Como se

ia à turbulência dentro de mim. "Talvez mudar

apo, da lanchonete, do significado por trás da onda

o", eu disse,

dor. Observei seus olhos se iluminarem quando ele se aproximou. Ele era

smo olhar que ela dera a uma dúzia

as especificações do motor, o design aerodinâmico. Ela estava fingindo in

a dezoito anos, e ela me olhava com aquela mesma adoração. O amor dela parecia tão real então,

ra o único para ela. Eu acreditei nela. Fui a um bar, fiquei bêbado e me convenci de que o que tínhamos valia a pena lutar. Meus a

la havia se virado para mim, seu momento com o desig

estranha, seus olhos cheios de uma irritação que ela não se preocupava em esconder.

nha voz fria e profissional. A m

seu tom seco. Ela jogou o casaco e

rvei-a se afastar, sua atenção já se voltando para o desi

mpacotar o resto dos meus arquivos pessoais. D

ma reunião crítica do cons

ela. Tocou várias vezes

estava grossa

nião começa em

ponder, ouvi outra voz ao

, o designer da noite anterior.

ficou em

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Uma Década Desfeita pela Decepção
Uma Década Desfeita pela Decepção
“Eu desabei de exaustão depois de dedicar dez anos da minha vida à minha namorada e CEO, Isabela. Abri mão da minha música, dos meus sonhos, de tudo, para construir o império dela. No hospital, o médico me deu a notícia. Tumor maligno. Eu precisava de uma cirurgia de emergência para salvar minha vida. Isabela nunca me visitou. Nenhuma vez. Mais tarde, descobri que ela estava ao telefone com outro homem, dizendo docemente que sentia falta dele enquanto eu estava deitado em uma cama de hospital. Duas semanas depois de arrancarem o câncer de mim, no aniversário dela, fui para casa e preparei sua refeição favorita. Era para ser nossa última ceia, um adeus final. Ela chegou tarde da noite, bêbada, carregada nas costas daquele mesmo homem. Eles usavam camisetas pretas combinando. A dele dizia: "Estou com ela". A dela: "Estou com ele". Ela me viu e congelou. O riso morreu em sua garganta. Desesperada, ela desceu das costas dele, o rosto uma máscara de pânico e culpa. Mas eu não senti nada. Nem raiva, nem ciúme. A parte de mim que podia sentir dor por ela havia sido arrancada na mesa de operação, junto com o tumor. Eu a encarei nos olhos. "Acabou." Então, saí da cobertura que um dia chamamos de lar, deixando-a sozinha no monumento ao nosso relacionamento fracassado. Desta vez, eu não voltaria.”
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