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A Vingança da Noiva Desprezada

Capítulo 4 

Palavras: 852    |    Lançado em: 17/12/2025

za

com uma falsidade gelada que agora eu conseguia ver claramente.

mais doce que eu conheço. Eu me lembro de quando você me fez aquele colar de flores para o meu aniversário

ixos em mim. "Eliza, Bruna está sendo tão compreensiva. Peça desculpas

onitas do jardim, com as mãos já tremendo de fraqueza, para fazer o presente de aniversário perfeito para Bru

para o hospital. Eu fui deixada para trás, acusada de ter tentado envenená-la com "flores venenosas". Fui trancada em meu quarto por uma semana, sem comida, sem água, enquanto

não fez por mal, Eliza," ela disse, com a voz suave. "Eu sei que você me ama. Não se preocupe, eu dis

ores," Vicente disse, sua voz d

lquer flor. Ela as colhia comigo quando éramos crianças." A tensão na s

olhos varrendo a cena. Ele devia ter ouvido a

ção". Trazia-me água e dava-me comida. Nossos olhos se encontraram na escuridão, e ele me promet

se lembra?" Ela estendeu a mão para mim, como se estivesse me oferecendo um abraço, um gesto de reconciliação.

ava mentindo. Mas meus pais e Lorenzo pareciam acred

a tivesse empurrado, e caiu no chão com um grito de dor. Ela se con

. Urticária. Era uma reação alérgica perfeita, rápida e

!" Antonina excl

ez?" Vicente rugiu,

tudo uma farsa. Ela havia se machucado de propósito. Ela h

orriso diabólico. "Não... não culpe Eliza... ela... ela não quis... me m

pais. "Ela está defendendo você, mesmo d

chamas, um ódio puro e inegável. Sua mão se

? Você sempre precisa destruir tudo ao seu redor." Ele se curvou, levantou Bruna com cuidado, e a se

ios se movendo em um sussurro quase inaudível. "Eu não sei por que.

us olhos. Ela havia conseguido. Ela havia me

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A Vingança da Noiva Desprezada
A Vingança da Noiva Desprezada
“A médica me deu três dias de vida. Três dias para expor a negligência do meu noivo, Lorenzo, e a crueldade da minha família. Fui até a festa da minha irmã adotiva, Bruna, para implorar por ajuda. Mas ele me humilhou na frente de todos, rasgando meu diagnóstico terminal. "Drama patético", ele disse, me acusando de estragar a noite de sua amada. Meus pais me olharam com desprezo, e eu fui abandonada por todos, cuspindo sangue no chão da mansão. Foi então que a verdade me atingiu como um raio: Bruna, a irmã perfeita, vinha me envenenando lentamente desde a infância para roubar tudo o que era meu. Mas eu não morreria em silêncio. Com minhas últimas forças, gravei sua confissão e, antes do meu último suspiro, enviei o áudio para Lorenzo e para todo o conselho do clã. Eles iriam pagar.”
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