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O Jogo de Amor Mortal do Meu Meio-Irmão

Capítulo 4 

Palavras: 1678    |    Lançado em: 22/12/2025

Bi

rçados no meu rosto gradualmente se tornaram mais genuínos à medida que o champanhe fluía e a camaradagem dos meus dançarinos me envol

elular vibr

seca e urgente. "Bianca, onde você es

ntando manter a irritação fora da minha voz. "Foram mes

eu tom frágil. "É sobre família. Adolfo q

hos. A ideia de voltar para aquela cobertura estéril, para a f

deia do quanto Adolfo faz por você? Por nós? Seu estúdio, sua faculdade, tudo! Tudo vem dele. O m

vos, correndo pela cobertura, desesperada para agradar. Ela havia trocado uma forma de subserviência por outra, trocando a dignidade silenciosa de nossa antiga vida pelas correntes brilhantes da riqueza. Ela estava sempre me lembrando d

eso da dor e das dívidas crescentes. Quando Adolfo Aguiar, o viúvo poderoso e charmoso, entrou em sua vida, lembro-me de seu desespero, suas lágrimas s

elação de Heitor, as peças estavam se encaixando, formando um mosaico grotesco. Minha mãe, a viúva de coração partido, era também a mulher que havia buscado conforto, ou talvez oportunidade, nos braços de outro homem enquanto seu marido ainda estava vivo. Ela pregava a dependência, mas seu próprio caminho estava paviment

rotetora, que quase o ataquei. Mas Heitor, então apenas uma presença silenciosa e observadora, chamou minha atenção. Ele me deu um sutil aceno de cabeça negativo, um aviso silencioso. Mais tarde, na solidão silenciosa da biblioteca, em nosso cantinho secreto,

ompreensão silenciosa um do outro. Eu via a dor da mãe dele, o sofrimento silencioso de uma mulher presa, e pensei que ele

sas confidências sussurradas, suas palavras reconfortantes – tudo fazia parte de sua fachada cuidadosamente construída. Ele havia usado minha vulnerabilidade, meu desejo de conexão, contra mim. Eu não e

z de Carina, afiada e impaciente,

sse, minha voz pl

e voltando para a realidade arrepiante da minha vida. A cobe

Minha mãe pairava por perto, um sorriso frágil

le bradou, um largo sorriso no rosto. "Aline. Um

u. Engoli o gosto amargo da bile, uma dormência fria se espalhando por meus membros. Eu deveria ter esperado isso. Ele havia deixado suas intenções cl

idadosamente construída de indife

essiva nas costas de Aline. Ela era uma visão em um vestido rosa suave, seu cabelo perfeitamente pen

da. "Aline, querida! Você está absolutamente radiante!" Ela envolveu Aline em um ab

com uma ternura desconhecida. Heitor, por sua vez, era atencioso, sua mão nunca a deixando. Ele puxou a cadeira dela na mesa de jantar,

rmento. Aline, ciente da minha presença silenciosa, ocasionalmente olhava para mim, um sorriso sutil brincando em seus

! Heitor mencionou que você era uma artista bastante ocupada. Estamos tão animados com nosso pr

recusando-me a morder a isca dela. "

ada. Só posso sonhar em ter um lugar tão bonito. Você e o Sr. Aguiar têm tanta sorte de ter um ao outro." Ela suspir

para o ponto mais vulnerável de Carina. Elas implicavam sua dependência, seu status de segunda cl

a faca. Minha mãe podia ser falha, podia ter feito escolhas terríveis, mas ainda era mi

ente. "Você está certa. Deve ser maravilhoso ter um homem construindo um império. Especialmente quando você

foi, substituída por um lampejo de raiva venenosa. Ela abriu a boca p

ua voz autoritária. "Vamos

a expressão indecifrável, mas um lampejo de algo, talvez surpresa, cruzou suas feiçõe

a trás. "Se me dão licença

arto, o silêncio do meu quarto um bálsamo bem-vindo para minha alma machucada. A amargura da noite, a pura audácia da exibição pública

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