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A Apatia Dele, A Aurora da Liberdade Dela

Capítulo 7 

Palavras: 1133    |    Lançado em: 30/12/2025

e Vista

ipuladora! É ela quem finge doenças, quem se faz de vítima, quem rouba o trabalho dos outros!" Minha equipe. Minh

ar de Larissa desse jeito! Ela já passou por muita coisa!" Ele levan

lhos, respirando fundo e de forma irregular. Quando os ab

voz baixa e ameaçadora. "Você vai até Larissa e va

de horror. "Pedir descul

r perturbá-la. Por fazê-la ficar doente." Seus olhos eram como lascas de gelo. "Você vai se ajo

boca. Minha visão embaçou. Isso não era apenas humilhação. Era a aniquilação da minha alma. Ras

voz mal um sussurro.

vai, Helena! Você vai! A mãe dela morreu salvando minha f

mesmo, Arthur! Não me arraste para o seu senso distorcido de obrigação! Esta

zendo isso porque está com raiva." Ele ainda acreditava que eu o amava. Ele ainda acreditava que eu estava apenas fazendo bir

divórcio. Minha raiva, minha dor, alimentavam meus movim

a." Ele olhou para mim, um brilho cruel em seus olhos. "Se você sequer pisar fora daquela porta, vou garantir que cada mem

ue me restava. Ele conhecia minha fraqueza. Ele

ar", sussurrei, min

sobre isso. Três dias para decidir se seu orgulho vale a vida profissional deles." Ele se viro

rio e úmido no porão, usado por seus ancestrais para punir servos rebeld

arraram, suas mãos como faixas de aço. Eles me arrastaram, chutando e gritando, pela escadaria s

error primitivo me dominou. Eu odiava o escuro. Desde criança, o medo do escuro me assombrava. Arthur sabia disso.

me jogou nela. A tr

hi-me em uma bola, tremendo, soluçando, meu corpo sacudido por trem

acostumados a qualquer iluminação, arderam. Fui arrastada para fora, meus membros dormente

a mim, depois para Larissa. "O que aconteceu com ela?", el

brincando em seus lábios. "Eu não sei, Arthur. Ela

profundezas, endureceram novamente. Ele se virou pa

a voz um coaxar. Eu não conseguia formar as palavras. Eu nã

r, querido, por que você não nos deixa? Helena e eu p

osto. Ele olhou para mim uma última vez, um brilho de algo indec

u. Seus olhos, cheios de um ódio venenoso, se estreitaram. Ela agarrou m

Eu te odeio! Sempre odiei!" Seus dedos se fecharam em volta da minha garganta, apertando. "Ele era meu! Antes de você! Ele sempre me amou! El

ava de ar. Minhas mãos arranharam

estilhaçou, vidro caindo como chuva. Figu

o, sua presença. Mas

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A Apatia Dele, A Aurora da Liberdade Dela
A Apatia Dele, A Aurora da Liberdade Dela
“Achei que meu casamento arranjado com o magnata implacável Arthur Montenegro era uma história de amor quando ele arriscou a própria vida para me salvar. Mas quando sua frágil amiga de infância, Larissa, apareceu, eu vi a verdade. Ele entrava em pânico se ela sofresse um simples corte de papel, mas nem piscava quando eu saltava de aviões. Com a bênção dele, ela roubou minha empresa, o trabalho da minha vida. Na minha própria festa de aniversário, ele a anunciou como a nova diretora. Quando gritei a verdade, ele me dopou. Me jogou em um quarto escuro e isolado no porão por três dias, sem comida nem água, porque Larissa alegou que eu estava "instável". Ele me arrastou para fora, fraca e quebrada, e exigiu que eu ficasse de joelhos e pedisse perdão à mulher que havia me destruído. Eu finalmente entendi. O "amor" dele nunca foi amor. Era indiferença total. Ele simplesmente não se importava se eu vivia ou morria. Então, depois que ele acreditou na última e cruel mentira dela e me deixou para morrer, peguei os papéis do divórcio que ele havia assinado descuidadamente e fui embora. Desta vez, para sempre.”
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