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ROMANCE DE CEMITÉRIO // Contos Bradockianos //

Capítulo 2 No Cemitério A Casa dos Espíritos Fumantes

Palavras: 1220    |    Lançado em: 05/12/2021

Brado

m imenso jardim totalmente tomado por uma névoa densa e um candeeiro bem em cima de uma pequena porta de madeira, já sem cor alguma. O andarilho Pompeu se aproxima e bate palmas bem ao pé de um imenso portão de ferro em um avançadíssimo estado de oxidação (ferrugem). Ninguém o atende, logo Pompeu observa um pequeno sino localizado no alto do portão, ele toca por três vezes o tal

ja bem vindo, caro

te e entra na casa. Quem o re

A mais de uma semana Chico Chaminé cavava sem descanso várias covas por todo aquele jardim impossível de ser contempla

u e que também sou errante? – per

ente quando se trata de um forasteiro. Tudo aqui em Limbonópoli

omo é o seu nome e de onde vens

es e ao mesmo tempo de lugar nenhum. E assim esto

ala da minha humilde residência! Pode se acomodar por a

a de madeira e logo alguém chega batendo por três vezes no

ois ninguém bate como ela. – a

peculiar figura emp

que conservara a sua virgindade com

es! – os dois tamb

Bo

om cigarros compridos e põe fogo em um, enquanto papeia com as duas companhias masculinas. Novamente a velh

ser? – ind

s vamos descobrir. Creio que quem sej

ém sabia quem era a bater e

! – exclama com uma voz

a sobre aquelas terras Limbonianas. Não diferente das outras três companhias, ele se acomoda na certa sala, também puxa um cigarro e começa a fumar. Logo, o tal cigarro com

e fe

o em seu próprio mundo. Todos conversam, menos o velho p

mais ir

nto. E a sala aguarda. Novamente a porta se fez escutar, um vento frio sopra com tanta força de encontro a velha e surrada

á! – o Chami

voz ainda do lado

a

trar! – res

nte rapidamente se acomoda em mais uma das velhas cadeiras de madeira puxando do seu bolso um enorme cigarro de canabis sativa (uma verdadeira estaca, no dialeto dos apreciadores) e põe fog

ndo tal cigarro proibido? Ah! São coisas desta complexa e h

z o velho Messi

o mundo sair ela irá ficar. – todos que neste momento se enc

uém ali presente sabia decifrar as horas do estranho relógio cuco, apenas o própr

9min. A chuva já dava sinais de estiagem, porém ainda assim se fazia escutar sobre as telhas daquele velho cubículo. Um

enésima vez o arcaico

stá aberta! – ex

o negro que chegava a seus tornozelos, um grande cordão de ouro com um crucifixo invertido. Era o ex-padre Senhor Fernão que há tempos se tornara ateu, porém continuav

tin

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ROMANCE DE CEMITÉRIO // Contos Bradockianos //
ROMANCE DE CEMITÉRIO // Contos Bradockianos //
“Sinopse de Cemitério: Será que se pode conhecer um novo amor por entre as tumbas de um cemitério? [...] Romance de Cemitério vem para mostrar que a vida também se manisfesta mesmo nas terras da Cidade dos pés Juntos... Amor e morte andam lado lado. Seja bem vindo,(a) ao Universo Bradockiano... Nenhum Autor:”
1 Capítulo 1 A SOMBRA LADRONA DE ALMAS ou ODOR DO CEMITÉRIO 2 Capítulo 2 No Cemitério A Casa dos Espíritos Fumantes3 Capítulo 3 Parte: "III"4 Capítulo 4 O Cemitério das Crianças5 Capítulo 5 Parte: "V"6 Capítulo 6 O FETICHE (O fantasma da menina com cara de gato ressurge)7 Capítulo 7 CARNAVAL DO RECIFE VELHO ou CARNAVAL MALDITO II ( A Galega da CA.DI.S.A encontra A Galega de Santo Amaro ) Série: A poesia do agreste mal assombrado X Recife mal assombrado8 Capítulo 8 Parte; 08 VIII 9 Capítulo 9 O VELHO & o CEMITÉRIO (A origem do Andarilho dos Cemitérios)10 Capítulo 10 Parte: XI 11 Capítulo 11 A SOMBRA VINDA DO CEMITÉRIO (O retorno ao cemitério de concreto)12 Capítulo 12 13 XIII13 Capítulo 13 O DEMÔNIO DA GARRAFA (A poetisa & o Incubu)14 Capítulo 14 O FANTASMA DO CEMITÉRIO ou O DIA DE FINADOS Série: outras histórias de cemitério 15 Capítulo 15 CATENDE FANTASMA (A mulher da sombrinha) 16 Capítulo 16 Parte: XVII 17 O FANTASMA DO RECIFE ANTIGO (A Dama do Carnaval)17 Capítulo 17 Parte: 17 2 18 Capítulo 18 Parte: XVIII 18 19 Capítulo 19 Parte: 19 XIX 20 Capítulo 20 Parte: XX 20