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Meu nome é Lucy

Meu nome é Lucy

Autor: Evy Maze
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Capítulo 1 Um

Palavras: 2661    |    Lançado em: 11/11/2022

gênero, então sejam bem-vindos e se sintam pr

__

scem como nu

ue Lucy via

atendo em seus olhos, ela via como

dessa mesma forma, livre. Mas, infelizmente, parecia que em sua vida, as escolhas eram um p

riamente pres

do fazia com que cada vez mais sua personalidade e seu eu interior ficassem presos, vi

usar suas saias e meias, como to

s, perguntando a Deus por que ele, como o ser mais perfeito e bondos

escolheu

ra mais um onde ela vestiria sua

Woo

milhares de vezes. Odiava o modo em como aquilo pinicava a pele de seu pescoço. Porém, era r

você irá

como todas as manhãs que g

saria, perdendo o ônibus que sempre passava no mesmo horár

ha tomando antes de descer e guardou o

ndo um pouco dos fios para trás das orelhas e vendo como

é esse? ㅡ Indagou apontando. Lucy desceu seu olhar, não entendendo ao certo o que estava errado. ㅡ

ãe, eu

uanto sua mãe a chacoalhava de um lado a ou

os da filha. ㅡ Nunca arrumará uma

ro arrumar u

r. Em breve você terá idade para se casar e ter

. ㅡ Jungso, pai de Lucy, adentra o cômodo

alvá-la das falaçõ

ai. ㅡ Lucy suss

ㅡ a mulher torna a falar. ㅡ homens

mãe...

mais vindas de sua mãe, que sempre tocava no mesmo assunto, de co

hegou, ela sorriu, tão apaixonada como sempre tivera desde seus treze

atrasado! ㅡ Par

on... su

al, mas Lucy carregava uma paixão secreta pelo garoto des

do a alça de sua mochila ao parar d

ou perderem

para as bobagens que Ryeon contava q

ido à montanha-russa sete vezes consecutivas

ouco. ㅡ ex

eon a respondeu, sorrindo e suti

vam juntos,

sempre

da noite de sexta-feira no qual Ryeon fez seu coração pu

e Lucy. Estavam comentando sobre um filme que haviam acabado de ver, e

Lucy adora

a ainda mais

a, rindo de uma das cenas do filme que lembravam,

va de sorrir gradativamente e lhe enca

e contar

a. O garoto tinha um sorriso sapeca nos

o meu prim

eito tão jovem, Lucy sentiu, pela

omo menina, percebendo que jamais havia sido como todos lhe viam,

u, fitando as mãos

da, sequer sabia que doeri

aroto por beijar uma boca q

é... ㅡ Ryeon sussurrou outra

ainda próximo demais, ela r

antes sentiu, foi tomada por nervosismo e seu corpo ficou ainda mais inqu

char os olhos e respirou fu

ria beijá-lo assim c

ela b

s seus com tamanha delicadeza, e ainda sem ter

além, a sensação parecia que estava correndo por

e Ryeon reparasse em si como menina,

mento, aquele ato se tornava o s

yeon, até seus lábios fi

o os dedos nos seus fios curtos. O garoto também suspirava, e com ti

cy g

mes suficientes para saber que tinha que pôr sua

tocou Ryeon com sua língua, sentindo a maciez e

essante como o Park conduzia com almejo aquilo.

a Jeon deu o seu

u naquele momento, pa

á-la a uma igreja e pedir a um padre para exorcizá-la, pois, aqui

ia que tinham dem

que via um casal gay ou de qualquer outro da co

Lucy viu Ryeon sentar-se no banco da parada do ônibus, al

m lembrava mais daqui

ilando os dedos no joelho

sempre ficava em casa, pois sua mãe não

mento? ㅡ ouviu Ryeon perguntar

y n

nteresse nesse tipo

falou, comprimido os lábios. ㅡ não

portaria, Ryeon. Você vai e

rando de lado para encarar melhor Lucy, o garoto se aproxim

ndo se iludir com nada que pa

amos, por favor... ㅡ

yeon, nã

ode ir até o shopping e

s usam roupas comb

e somos namorados? Dess

te enquanto seu próprio co

. Começava mais uma vez a bater forte, e não tinha

us dobrar a rua e ficou de pé no m

undo e pôs a mochila sobre as coxas assim que sentou, p

o, sentando ao seu lado,

teste de física? ㅡ L

e? Que

o nisso, Ryeon,

lando sér

que ele é em dupla, você pode fazer

smo da Sun, não é?

não gostava dela, eu

é bonito. ㅡ falou o

blema

falar da outra, poderia ser

asa hoje? ㅡ A pergunt

rmos no quintal. Hoje minha mãe tem

a vai a isso ㅡ f

bem nas escolas, faculdades e sobre os empregos dos maridos.

a isso, ela iria mandar todo mundo à

Não duvida

nstalou entre ambos. Lucy encostou a cabeça e admirou

da, e virou-se rapidamente, vendo Ry

ㅡ Perguntou, erguendo um dos

ndo. Encaixou o aparel

ciou, mas Ryeon ainda segurava sua mão, deixando seus dedos tão

nçava os pés no ritmo da música e até bri

tem na pa

Lucy sentia que era como uma indireta m

na palma de suas mã

u dedo até as l

or Ryeon, vendo-o dedil

que ele a olhasse

la pedia ao univ

erando meu coração, você anda um pouc

is, as borboletas em seu estômago, batere

dia no rosto do outro, Ryeon virou-se para e

, fazendo faíscas nasc

.. você me hipnotizou, encantado. Enrola

em na palm

me t

tiu estranha, e sim Ryeon. O impulso que seu corpo tomou

ncia, e ambos respiravam pesadam

mpartilhando ainda a mesma música,

, mas eram suas bocas

do os lábios finos, bem des

. E como se tivesse o faro aguçado, o Park pôde senti

quisesse, não conseguiria beijá-lo a

anco, fazendo o fone

da. ㅡ avisou, de

fora do ônibus junto a ela, e quando adentraram a e

spirar profundamente por várias vezes, a

é a sala de aula, direto para os braços do ú

hor amigo estar ali, sozinho, sentado na última cadeira da

teira para sentar-se enquanto seu amigo a encarava ainda sem saber o porquê de

ficand

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Meu nome é Lucy
Meu nome é Lucy
“Romance LGBT (Transgênero) Lucy nunca foi um garoto. Vivendo presa como um pássaro em gaiola dentro de seu próprio corpo, a garota tinha a sensação de sufocamento todas às vezes que ouvia lhe chamarem por Jeon Woojin. Sentia-se constantemente triste por não poder mostrar-se verdadeiramente ao mundo e, principalmente, à sua família. Porém, Lucy ainda sonhava em voar, em conquistar seu espaço no mundo e ser livre para ser quem realmente era. E foi pensando assim que ela não desistiu de lutar, passando por dezenas de problemas e enfrentando diversos preconceitos para alcançar o que mais desejava: sua liberdade e identidade.”