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Livros de Romance Para Mulheres

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De Vítima a Vingadora

De Vítima a Vingadora

"Você vai dançar na boate, Sofia." A voz de Pedro, meu noivo e famoso jogador de futebol, parecia uma facada. Era uma ordem. Eu segurava a bandeja com os analgésicos para ele, grávida do nosso filho. Ele me disse para trabalhar na boate Blue Velvet, a partir de amanhã. Minha barriga ainda não aparecia, "perfeito para conseguir o dinheiro da dívida de jogo dele" , segundo ele. Eu, ingênua, acreditei na dívida, no desespero nos seus olhos, nos nossos dez anos de amor e sonhos de casamento. Mas então, o celular dele tocou e Juliana, minha meia-irmã, ativou a caixa postal. "Pedro, querido, como foi? A idiota da Sofia concordou? Mal posso esperar para ver a cara dela quando descobrir que o dinheiro que ela ganhar vai ser para sustentar nosso filho, e não para pagar dívida nenhuma." O celular caiu no chão. O mundo parou. A voz de Juliana ecoava na minha cabeça: "Pedro e Juliana. Nosso filho. O dinheiro." Tudo era uma farsa cruel. A máscara de desespero de Pedro caiu, revelando o manipulador por baixo. Meus joelhos cederam, uma dor aguda e lancinante atravessou meu abdômen. "O bebê…" . Pedro não se importou, seu olhar frio e calculista. Ele chamou Juliana para me levar a um "médico que resolveria o problema" . Eles me arrastaram para fora do nosso apartamento, o lugar que eu decorei esperando que se tornasse nosso lar. Para uma clínica clandestina, suja, para me forçar a abortar nosso filho. A dor física era excruciante, mas a do meu coração era insuportável. Eu amei esse homem por uma década. Quando puseram a seringa em minhas mãos, Juliana sorriu, prometendo mais dor e sofrimento. Eles achavam que estavam tirando meu filho, destruindo minha alma. Mas, naquele inferno, jurei que sobreviveria. E eu me vingaria. A felicidade deles não duraria para sempre. Sofia, a vítima, morreria ali. Uma nova mulher nasceria.
Renascendo Após o Fim

Renascendo Após o Fim

Oito anos de casamento. No dia do nosso aniversário, Pedro Silva me presenteou com novecentas e noventa e nove rosas vermelhas, quase sufocando a sala com seu perfume. Qualquer outra mulher choraria de emoção, mas meu coração estava frio como uma pedra de gelo, afinal, eu acabara de receber alta do hospital após uma cirurgia. Disquei o número dele e uma jovem atendeu, a voz de Ana, sua secretária, chorosa e acusatória: "Dona Silva... me desculpe... foi tudo culpa minha." Ao fundo, a voz de Pedro, terna e consoladora: "Não chore, não foi culpa sua. Fique tranquila, eu resolvo." Minutos depois, ele finalmente atendeu, mas sua voz era fria, desprovida de qualquer afeto: "O que você quer?" Foi então que a bomba explodiu: "Pedro, vamos nos divorciar." Ele não hesitou, apenas respondeu com uma indiferença cortante: "Como você deseja." E desligou. Naquela noite, o cheiro de álcool caro e o perfume feminino de Ana impregnavam seu terno. Ele se sentou ao meu lado, oferecendo uma bolsa de grife como um suborno por sua ausência. Eu o confrontei diretamente: "Você está tendo um caso com a Ana?" Ele negou, desdenhando da minha desconfiança, me acusando de ser amarga, de afastar até nosso filho. A humilhação de ter sido impedida de buscar João na escola por sua ordem, porque "eu faria uma cena", ainda ardia. Ele se inflamou em raiva, gritando que eu não sabia "ser a esposa de Pedro Silva", que eu o envergonhava. Em meio à fúria dele, uma clareza fria me atingiu: não havia mais dor, apenas um vazio profundo. Então, com a voz mais calma e firme que consegui reunir, revelei a verdade que o mergulhou no mais absoluto silêncio: "Eu tive um aborto espontâneo hoje."
Subjugada pelo Sheik

Subjugada pelo Sheik

Até onde você é capaz de se deixar levar por um sentimento avassalador? Ninguém responde a essa pergunta até que esteja completamente envolvido por um sentimento e assim sendo a resposta sempre será única: Que seria capaz até de morrer para viver aquele sentimento. E sabe o porque? Porque todos nós buscamos por felicidade, mesmo que seja a mais singela demonstração dela. Enfim, a vida nos surpreende de várias formas e uma delas é que não devemos dizer Nunca. Principalmente quando envolve sentimentos, pois nesse território existem várias possibilidades e nossa personagem Kira irá descobrir que sua convicção de ser um espírito livre pode estar com os dias contados. Não apenas por depender de alguém que acha que pode domina-la, mas por ela mesma, que se julga capaz de definir tudo independente de qualquer coisa. Porém os sentimentos e decisões podem ser contraditórios ao encontrar alguém que realmente a leve ao limite e faça sua vida virar de ponta cabeça. Ou seja, tudo que seria o certo, errado, decidido e definido, passará como num piscar de olhos a ser invertido. Kira Oliver é uma jovem de apenas dezoito anos que tem dois grandes sonhos em sua vida: cursar uma faculdade de turismo e conhecer todo o encanto dos Emirados Árabes. Através de uma vaga de emprego tem a oportunidade de realizar esses dois sonhos de uma só vez. Mas, a custo de que conseguirá realizar esses sonhos? Será que através dos olhos negros de um homem misterioso que a salva de um momento trágico ela conseguirá realizar esses sonhos e muitos outros? Embarque conosco nessa deliciosa trama cheia de romance, amor, sensualidade e muita verdade. E você, aceitaria ser subjugada deixando para trás tudo o que acredita somente para viver um grande amor por um homem misterioso? Será que Kira Oliver aceitará deixar de ser um espírito livre para se tornar um espírito preso pelos olhos negros?
Vingança: Um Casamento Cruel

Vingança: Um Casamento Cruel

A noite de núpcias de Sofia chegou, envolta em um silêncio opressor e o peso de um vestido vermelho que parecia uma gaiola, um presente de seu novo marido, o temido Ministro do Tesouro, Ricardo. Ela o desposou para salvar sua família da ruína e da prisão, agarrando-se a uma tênue chama de esperança de uma vida pacífica. Mas a porta do quarto se abriu revelando não um noivo, mas um predador, e suas primeiras palavras esmagaram toda a ilusão: "Você é apenas um peão, Sofia. Um instrumento para a minha vingança." Naquela noite, Sofia mergulhou no inferno, sendo humilhada e atormentada por Ricardo, que sussurrava veneno em seus ouvidos. Ao amanhecer, a tortura parecia ter um fim, mas um guarda anunciou um decreto real: sua família seria executada ao meio-dia por traição. Desesperada, Sofia implorou a Ricardo, que ela acreditava ter prometido salvá-los com o casamento. Ele a chutou e revelou a verdade brutal: seu pai, o herói de Sofia, havia destruído a família de Ricardo, matado seus entes queridos e o transformado em um eunuco. O casamento era uma farsa cruel, um meio para a vingança dele, deixando Sofia com a amarga constatação de que seu sacrifício tinha sido em vão. Cinco anos se passaram, e Sofia viveu isolada, sendo torturada física e psicologicamente por Ricardo, que a quebrava e remendava sem cessar. Sua única âncora era a promessa feita à sua mãe de sobreviver por cinco anos, até que uma nova esperança surgiu: ela estava grávida. Mas Isabel, a concubina ciumenta de Ricardo, revelou a gravidez, e ele, em um ato de crueldade indizível, forçou Sofia a abortar o filho que era seu único milagre. Destruída, Sofia subiu à Torre da Lua, pronta para saltar e escapar daquele tormento. Mas Ricardo surgiu, implorando para que ela não pulasse, ajoelhando-se em desespero diante dela. Ela o ignorou, sua alma já estava partida, e o desespero se transformou em uma calma fria. Quando Ricardo a confrontou por uma pequena tigela de cinzas do filho, ele a violentou novamente, trazendo consigo o perfume de Isabel, e Sofia finalmente percebeu: não havia amor, apenas ódio e humilhação. No dia seguinte, ele a forçou a beber uma sopa contraceptiva, e Sofia observou a indiferença das criadas e os cochichos sobre Ricardo e Isabel, aceitando sua solidão. A humilhação final veio quando Isabel ordenou que o único pedaço de terra sagrado de Sofia, onde ela guardava as cinzas da mãe, fosse destruído para um novo jardim. Sofia tentou impedir, mas Ricardo a deteve, e, em um momento de fúria e profanação, ordenou queimar o que restava de suas memórias. Caindo no chão, ela tossiu sangue, entregando-se à escuridão. Ao despertar, Ricardo estava ao seu lado, pálido e aterrorizado, mas negou ter queimado as cinzas da mãe, chamando de delírio o que ela tinha visto claramente. Ele se declarou seu dono, afirmando que ela morreria quando ele decidisse, e jogou a responsabilidade de seu ódio sobre ela. "Você não se cansa disso, Ricardo? Deste jogo sem fim? Desta tortura? Não te deixa exausto?" Ele respondeu com uma fúria selvagem, revelando a dívida de sangue entre suas famílias: "Isso só acaba quando um de nós estiver morto. Você e eu. Até que a morte nos separe." A dor e a raiva de Sofia deram lugar à compaixão, e ela soube o que fazer: dar a ele o fim que ele tanto desejava, mas em seus próprios termos. Ela escapou da mansão, caminhando entre a multidão em um Festival das Lanternas, indo em direção à ponte mais alta da cidade. Lá, Ricardo havia feito uma promessa vazia, e agora, com a vida se esvaindo, ela ouviu comentários sobre ele se livrar dela para se casar com Isabel. Com uma calma arrepiante, ela se jogou no vazio, buscando a liberdade. O impacto com a água trouxe dor, e Sofia se viu morrendo nos braços de Ricardo, que implorava para ela ficar, se arrependendo e confessando ter guardado as cinzas de sua mãe. Mas Isabel apareceu, e Ricardo, em um ataque de fúria cega, finalmente enxergou sua crueldade, expulsando-a, e se agarrou à mão de Sofia, que proferiu: "Você... as queimou. Eu vi. Eu vi as chamas." O diagnóstico do médico era fatal, e Ricardo ficou ao lado dela, chorando, pedindo perdão e confessando seu amor e seu ódio por ela. Na véspera do Ano Novo, com os primeiros flocos de neve caindo, Sofia o perdoou pela dor, mas não por tê-lo feito amá-la. "Na próxima vida... não nos encontrar... nunca mais." Sua mão fraquejou na dele, e o último suspiro de Sofia se dissipou no ar, deixando Ricardo sozinho em um mar de arrependimento.