Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer

Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer

Elara

5.0
Comentário(s)
289
Leituras
11
Capítulo

O telefone tocou, a voz do meu marido, Pedro, cheia de pânico. "Amor, a nossa filha, a Lia... ela caiu da escada na escola, está a caminho do hospital!" O meu mundo parou. Agarrei na mala e corri, o coração aos saltos. Quando cheguei, vi o Pedro nos braços da ex-namorada Sofia, que chorava com o pulso inchado. A Lia? Ela estava bem, apenas um arranhão no joelho. Pedro tinha-me mentido. O pânico na voz dele nunca foi pela nossa filha, foi por ela. A inocência da Lia, a dizer que "a tia Sofia magoou-se muito" e "o papá está a cuidar dela", era dolorosa. Eu vi ali um padrão: sempre que a Sofia precisava, o Pedro largava tudo, chamando-lhe "ser um bom amigo". Mas eu sabia que era outra coisa. Tentei pôr um limite: "Se puseres os pés na casa dela outra vez, peço o divórcio." Ele chamou-me irracional, mas as suas evasivas eram ensurdecedoras. Foi então que a minha sogra, Helena, entrou em casa como um furacão, defendendo Sofia e chamando-me ciumenta. Ela lançou a bomba: "A pobre Sofia... Ela ainda te ama, sabes. Ela disse que espera que tu um dia percebas o erro que cometeste." O Pedro não negou. O silêncio dele foi a resposta mais alta de todas. Entendi que o "erro" tinha sido casar comigo, e o meu mundo desabou. Mandei-o embora. Mas Sofia apareceu, arrogante, a gabar-se do amor de Pedro e a dizer que ele não era feliz comigo. Cada palavra era uma facada: "Ele ama-me, Ana. Ele só tem demasiado medo de o admitir por causa da Lia." Num ato de desespero e raiva gelada, lancei a minha grande mentira: "Eu estou grávida." Mentira para testá-lo, mentira para feri-la. O telefone dele explodiu de mensagens, mas o teste final veio quando Pedro, no dia da suposta "consulta de gravidez", me ligou. Ele estava a caminho, mas desviou-se para a urgência com a Sofia, cujo gesso estava "demasiado apertado". Ele escolheu-a de novo, sem hesitação, e eu tive a minha resposta, fria e dura. Deixei para trás a mentira e o homem que eu pensava conhecer. Agora, está na hora de acabar com isso e lutar pela minha liberdade.

Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer Introdução

O telefone tocou, a voz do meu marido, Pedro, cheia de pânico.

"Amor, a nossa filha, a Lia... ela caiu da escada na escola, está a caminho do hospital!"

O meu mundo parou. Agarrei na mala e corri, o coração aos saltos.

Quando cheguei, vi o Pedro nos braços da ex-namorada Sofia, que chorava com o pulso inchado.

A Lia? Ela estava bem, apenas um arranhão no joelho.

Pedro tinha-me mentido. O pânico na voz dele nunca foi pela nossa filha, foi por ela.

A inocência da Lia, a dizer que "a tia Sofia magoou-se muito" e "o papá está a cuidar dela", era dolorosa.

Eu vi ali um padrão: sempre que a Sofia precisava, o Pedro largava tudo, chamando-lhe "ser um bom amigo".

Mas eu sabia que era outra coisa.

Tentei pôr um limite: "Se puseres os pés na casa dela outra vez, peço o divórcio."

Ele chamou-me irracional, mas as suas evasivas eram ensurdecedoras.

Foi então que a minha sogra, Helena, entrou em casa como um furacão, defendendo Sofia e chamando-me ciumenta.

Ela lançou a bomba: "A pobre Sofia... Ela ainda te ama, sabes. Ela disse que espera que tu um dia percebas o erro que cometeste."

O Pedro não negou. O silêncio dele foi a resposta mais alta de todas.

Entendi que o "erro" tinha sido casar comigo, e o meu mundo desabou.

Mandei-o embora. Mas Sofia apareceu, arrogante, a gabar-se do amor de Pedro e a dizer que ele não era feliz comigo.

Cada palavra era uma facada: "Ele ama-me, Ana. Ele só tem demasiado medo de o admitir por causa da Lia."

Num ato de desespero e raiva gelada, lancei a minha grande mentira: "Eu estou grávida."

Mentira para testá-lo, mentira para feri-la.

O telefone dele explodiu de mensagens, mas o teste final veio quando Pedro, no dia da suposta "consulta de gravidez", me ligou.

Ele estava a caminho, mas desviou-se para a urgência com a Sofia, cujo gesso estava "demasiado apertado".

Ele escolheu-a de novo, sem hesitação, e eu tive a minha resposta, fria e dura.

Deixei para trás a mentira e o homem que eu pensava conhecer.

Agora, está na hora de acabar com isso e lutar pela minha liberdade.

Continuar lendo

Outros livros de Elara

Ver Mais
A Vingança De Sofia

A Vingança De Sofia

Romance

5.0

Fui demitida. Assim, do nada, sem motivo, depois de ser a designer principal, depois de ter uma coleção de sucesso. Lucas, meu chefe, meu benfeitor, meu amante secreto, havia me dispensado. Ele estava limpando o terreno para Mariana, seu primeiro amor, que acabara de retornar ao Brasil. Peguei os papéis da demissão, assinei em silêncio, sem drama, sem lágrimas. Eu era a amante obediente, aceitando ser descartada como uma peça de roupa velha. Mas a humilhação não parou por aí. Quando fui limpar minha mesa, vi Lucas na entrada do prédio, abrindo a porta do carro para Mariana, a "lua branca" dele. Ele a olhava com uma ternura que eu nunca recebi. Dias depois, o anúncio: "Lucas e Mariana planejam oficializar a união em breve." Enquanto meu mundo desmoronava, eu descobri que estava grávida. Fiquei doente, tonta, com náuseas, mas ele só acreditou que eu tinha um resfriado. Ele estava cego pela "perfeição" dela. Gisela, a melhor amiga de Mariana, me humilhou publicamente, jogou café em mim e me deu um tapa. Lucas me defendeu? Não, ele defendeu Gisela, dizendo que ela "não tinha má intenção". Ele me disse: "Mariana é muito importante para mim. Não quero que nada a aborreça." E quando Mariana, como uma cobra, fingiu um desmaio na minha frente, Lucas me acusou, me humilhou, na frente de todos. Meu coração de tola apaixonada se quebrou. Eu tinha sido um canário na gaiola dourada dele, obediente e discreta. Mas naquele dia, Sofia, a otária, morreu. E em seu lugar nasceu uma mulher disposta a lutar. Eu prometi dar a eles um presente de casamento inesquecível. E o jogo, finalmente, ia virar.

O Aborto Planejado e a Vingança Inesperada

O Aborto Planejado e a Vingança Inesperada

Moderno

5.0

Quando abri os olhos no hospital, o cheiro de desinfetante não mascarava o vazio no meu abdómen. Meu corpo doía, mas a dor mais aguda era a daquele vácuo, do bebé que não estava mais lá. Meu marido, Léo, entrou, sem um pingo de calor, atirando o pequeno-almoço na mesa. "Não me ligaste a dizer que ias fazer um aborto?", foi a sua resposta quando perguntei onde ele tinha estado. Ele não só faltou ao meu lado na cirurgia mais solitária da minha vida, como foi consolar a "frágil" Sofia, a sua ex-namorada, que "precisava dele". Sua mãe, Clara, chegou logo depois, não com conforto, mas com acusações de "ingratidão" e "ciúme melodramático". Para eles, a minha dor, a minha perda, reduziam-se a uma conveniência, um "procedimento menor" que eu devia superar. Eles queriam comprar o meu silêncio e varrer a traição para debaixo do tapete. Mas o choque real veio em casa. No fundo do armário, encontrei um anel de noivado lindo, não para mim, mas para Sofia. E no seu computador, a prova: semanas de e-mails, planos de casamento, e a verdade cruel. O meu aborto não foi um acidente; foi uma "convenience". "Vamos resolver isso. Eu prometo. Só diz que sim. Diz que vais ser minha", lia-se na troca de mensagens entre Léo e Sofia, numa data em que eu carregava o nosso filho em meu ventre. A minha perda era o ganho deles. Como podiam ser tão perversos, planeando isso enquanto eu carregava o filho dele? A mulher no espelho já não era ingénua; estava furiosa. E eu ia cobrar cada mentira, cada humilhação. Peguei no anel, fotografei as provas, e a primeira coisa que fiz foi bloquear o número deles. O meu advogado entrará em contacto.

Você deve gostar

Renascendo dos Escombros: O Retorno Épico de Starfall

Renascendo dos Escombros: O Retorno Épico de Starfall

Su Liao Bao Zi

Sangrando no volante do meu carro destruído, com a visão turva e o gosto de cobre na boca, usei minhas últimas forças para ligar para o meu marido. Era a minha única chance de salvação nesta tempestade. Mas quem atendeu foi o assistente dele, com uma frieza metálica: "O Sr. Wilson disse para parar com o teatro. Ele mandou avisar que não tem tempo para a sua chantagem emocional hoje." A linha ficou muda. Enquanto os paramédicos me arrastavam para fora das ferragens, vi na TV da emergência o motivo da "ocupação" dele. Meu marido estava ao vivo, cobrindo sua ex-namorada, Gema, com seu paletó para protegê-la da mesma chuva que quase me matou. O olhar dele para ela era de pura adoração. Quando voltei para a nossa cobertura para pegar minhas coisas, encontrei no bolso daquele mesmo paletó uma ultrassonografia com o nome dela. Ao me ver, ele não perguntou se eu estava bem. Ele me chamou de "decoração quebrada", jogou um cheque em branco na minha cara e congelou todos os meus cartões de crédito. "Você não é nada sem mim," ele disse, rindo com desdém. "Vai rastejar de volta em uma semana quando a fome apertar." Ele achava que tinha se casado com uma esposa troféu inútil e dependente. O que Arpão não sabia é que a "decoração" tinha uma vida secreta. Eu sou Starfall, a lenda anônima da dublagem, com milhões escondidos em contas offshore que ele nem sonha que existem. Limpei o sangue do rosto, peguei meu microfone profissional e caminhei até o estúdio da empresa dele. Não para pedir desculpas. Mas para roubar o papel principal do filme que a amante dele desesperadamente queria, e destruir o império deles com a minha voz.

Não Mais a Sra. Cooley: O Retorno da Arquiteta

Não Mais a Sra. Cooley: O Retorno da Arquiteta

Sandra

Fui ao cartório buscar uma cópia da certidão de casamento para a auditoria do fundo fiduciário do meu marido, achando que era apenas uma burocracia. O funcionário me olhou com pena e soltou a bomba: "Não há registro. O documento nunca foi devolvido. Legalmente, a senhora é solteira." Tentei argumentar, mostrando as fotos da nossa cerimônia luxuosa no Plaza, mas meu celular vibrou na hora errada. Uma notificação de álbum compartilhado apareceu na tela: "Nosso Segredinho". Ao abrir, meu sangue gelou. A primeira foto era da minha melhor amiga, Brylee, segurando um teste de gravidez positivo na varanda da nossa casa de férias. Logo abaixo, uma mensagem de texto do meu "marido", Gray: "Feliz aniversário de três anos, amor. Assim que o dinheiro do fundo cair na conta hoje, acabamos com essa farsa. Aquela estéril vai sair sem nada." A náusea me atingiu. Tudo se encaixou. Os três anos eram o prazo exato para ele acessar a herança. Eu não era uma esposa; eu era um adereço temporário. Eles não registraram o casamento de propósito para me descartarem sem divisão de bens assim que ele pegasse o dinheiro. Eu deveria estar quebrada. Deveria estar chorando na calçada. Em vez disso, peguei meu batom vermelho sangue e o apliquei com precisão cirúrgica. Entrei num táxi e, quando o motorista perguntou o destino, não dei o endereço de casa. Dei o endereço do maior inimigo comercial da família Cooley. Se eu não sou a Sra. Cooley, serei o pior pesadelo deles.

Capítulo
Ler agora
Baixar livro
Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer Desvendando o Homem Que Eu Pensava Conhecer Elara Moderno
“O telefone tocou, a voz do meu marido, Pedro, cheia de pânico. "Amor, a nossa filha, a Lia... ela caiu da escada na escola, está a caminho do hospital!" O meu mundo parou. Agarrei na mala e corri, o coração aos saltos. Quando cheguei, vi o Pedro nos braços da ex-namorada Sofia, que chorava com o pulso inchado. A Lia? Ela estava bem, apenas um arranhão no joelho. Pedro tinha-me mentido. O pânico na voz dele nunca foi pela nossa filha, foi por ela. A inocência da Lia, a dizer que "a tia Sofia magoou-se muito" e "o papá está a cuidar dela", era dolorosa. Eu vi ali um padrão: sempre que a Sofia precisava, o Pedro largava tudo, chamando-lhe "ser um bom amigo". Mas eu sabia que era outra coisa. Tentei pôr um limite: "Se puseres os pés na casa dela outra vez, peço o divórcio." Ele chamou-me irracional, mas as suas evasivas eram ensurdecedoras. Foi então que a minha sogra, Helena, entrou em casa como um furacão, defendendo Sofia e chamando-me ciumenta. Ela lançou a bomba: "A pobre Sofia... Ela ainda te ama, sabes. Ela disse que espera que tu um dia percebas o erro que cometeste." O Pedro não negou. O silêncio dele foi a resposta mais alta de todas. Entendi que o "erro" tinha sido casar comigo, e o meu mundo desabou. Mandei-o embora. Mas Sofia apareceu, arrogante, a gabar-se do amor de Pedro e a dizer que ele não era feliz comigo. Cada palavra era uma facada: "Ele ama-me, Ana. Ele só tem demasiado medo de o admitir por causa da Lia." Num ato de desespero e raiva gelada, lancei a minha grande mentira: "Eu estou grávida." Mentira para testá-lo, mentira para feri-la. O telefone dele explodiu de mensagens, mas o teste final veio quando Pedro, no dia da suposta "consulta de gravidez", me ligou. Ele estava a caminho, mas desviou-se para a urgência com a Sofia, cujo gesso estava "demasiado apertado". Ele escolheu-a de novo, sem hesitação, e eu tive a minha resposta, fria e dura. Deixei para trás a mentira e o homem que eu pensava conhecer. Agora, está na hora de acabar com isso e lutar pela minha liberdade.”
1

Introdução

26/06/2025

2

Capítulo 1

26/06/2025

3

Capítulo 2

26/06/2025

4

Capítulo 3

26/06/2025

5

Capítulo 4

26/06/2025

6

Capítulo 5

26/06/2025

7

Capítulo 6

26/06/2025

8

Capítulo 7

26/06/2025

9

Capítulo 8

26/06/2025

10

Capítulo 9

26/06/2025

11

Capítulo 10

26/06/2025