Expulsa de Casa, Renascida na Luta

Expulsa de Casa, Renascida na Luta

Yi Xiao Xin

5.0
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Capítulo

O meu voo atrasou. A cidade estava um caos devido a uma tempestade sem precedentes. Mas o verdadeiro temporal caiu quando liguei ao meu noivo, Pedro. Ele estava furioso, não por mim, mas porque o meu meio-irmão, Tiago, partira um braço e o cão se magoara. A minha avó, doente, estava ao meu lado, e tudo o que Pedro conseguia dizer era que estava "ocupadíssimo" e que eu não tinha compaixão. Naquele aeroporto caótico, percebi: era o fim. Eu propus terminar o noivado e ele desligou-me na cara. Mas a traição não parou aí. Ao voltar para casa, descobrimos as fechaduras mudadas. O meu pai, a minha madrasta Sílvia, o Tiago e o Pedro, risonhos, expulsaram-nos. "Esta casa é nossa agora", disse Sílvia, enquanto Pedro desviava o olhar. Levaram até as joias da minha mãe e as cartas do meu avô. Fomos forçadas à rua, na noite fria. Como puderam fazer isto? O meu pai, o homem que deveria proteger-me, e o Pedro, a quem eu ia casar! Mas antes que a raiva e a dor me consumissem, um vislumbre de esperança surgiu. A minha tia Clara, que não via há anos, atendeu o telefone e prometeu: "Não saiam daí. Estou a ir." A minha vingança começava agora.

Introdução

O meu voo atrasou. A cidade estava um caos devido a uma tempestade sem precedentes.

Mas o verdadeiro temporal caiu quando liguei ao meu noivo, Pedro.

Ele estava furioso, não por mim, mas porque o meu meio-irmão, Tiago, partira um braço e o cão se magoara.

A minha avó, doente, estava ao meu lado, e tudo o que Pedro conseguia dizer era que estava "ocupadíssimo" e que eu não tinha compaixão.

Naquele aeroporto caótico, percebi: era o fim. Eu propus terminar o noivado e ele desligou-me na cara.

Mas a traição não parou aí. Ao voltar para casa, descobrimos as fechaduras mudadas.

O meu pai, a minha madrasta Sílvia, o Tiago e o Pedro, risonhos, expulsaram-nos.

"Esta casa é nossa agora", disse Sílvia, enquanto Pedro desviava o olhar. Levaram até as joias da minha mãe e as cartas do meu avô.

Fomos forçadas à rua, na noite fria. Como puderam fazer isto? O meu pai, o homem que deveria proteger-me, e o Pedro, a quem eu ia casar!

Mas antes que a raiva e a dor me consumissem, um vislumbre de esperança surgiu.

A minha tia Clara, que não via há anos, atendeu o telefone e prometeu: "Não saiam daí. Estou a ir."

A minha vingança começava agora.

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Romance

5.0

O nosso terceiro aniversário de casamento passou. Silencioso e frio, como todas as noites ao lado de Hugo Gordon. A cama de casal era um oceano gelado, ele nunca me tinha tocado. Eu, Raelyn Hayes, uma enóloga dedicada, via a minha vida e a vinícola da família definhar. Até que o impensável aconteceu. Ouvi as vozes deles. A porta estava entreaberta e vi Hugo e Raina. A sua voz, cheia de uma paixão que eu nunca conhecera, sussurrava: "É o único jeito, meu amor. A Raelyn é o nosso escudo." Raina, a minha melhor amiga, estava nos braços dele. Eles beijavam-se com uma fome que me roubou o ar. O meu casamento era uma farsa. Eu era um mero escudo para o amor proibido do meu marido e da minha melhor amiga. Hugo confessou, sem remorso: "Casei contigo para apaziguar os meus pais. Era a única maneira de a manter perto de mim." A dor era tão intensa que mal conseguia respirar. Decidi pelo divórcio. Mas, no meio da minha dor, um pedido desesperado de Hugo. Raina sofrera um acidente, e eu era a única compatível para a transfusão. A traição da minha melhor amiga e do meu marido ainda me assombrava. Eu ajudei, mas não sem uma condição. "Quero a noite de núpcias que me deves. A que me negaste durante três anos." Ele aceitou sem hesitação, a facilidade com que ele o fez estilhaçou o que restava em mim. Ele venderia a alma por ela. Percebi a minha estupidez. No hospital, sozinho, observei-o a cuidar dela. A última chama de sentimento morreu em mim. No dia seguinte, assinei o divórcio. No mesmo minuto, o telefone dele tocou. Era Raina. Ele assinou os papéis, distraído, e saiu a correr para ela. Eu estava livre. Mas a que custo? Ele nunca me amou. Será que este casamento, esta farsa, foi apenas o início de algo muito pior? Ou seria a minha liberdade o verdadeiro começo?

A Melodia da Justiça

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Moderno

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A escuridão tomou conta, não a da noite, mas a do total esquecimento, um vazio onde minha voz, antes ovacionada pelas multidões, silenciou para sempre. Minha carreira como cantora gospel virou pó, tudo por causa da minha irmã mais nova, Joana. Ela sabotou minha música-título, inserindo mensagens subliminares que me associaram a rituais obscuros, e o escândalo foi devastador. A mídia e os fãs que me chamavam de anjo, agora me chamavam de demônio. Perdi tudo: minha carreira, minha fé. Refugiei-me em um convento isolado, onde morri de coração partido, ouvindo no rádio Joana ganhando o prêmio de revelação do ano com uma canção que eu havia escrito. Esse fim trágico, essa humilhação final, me manteve presa em um limbo de desespero e incompreensão. Eu não entendia como a inveja de alguém podia ser tão destrutiva, nem como o universo poderia permitir tamanha injustiça. Mas então, abri os olhos novamente. A luz forte dos refletores me cegou, o cheiro de perfume caro e canapés invadiu minhas narinas. Eu estava de pé, usando o vestido de seda branco do meu lançamento. Não estava morta, nem no convento. Eu voltei. Voltei para o exato momento em que minha vida desmoronou, pronta para reescrever meu destino. Desta vez, não haveria desespero, apenas uma fúria fria e clara como gelo. "Parem a música!", minha voz retumbou, não como uma cantora, mas como um trovão, enquanto eu marchava em direção a Joana, que me olhava com um sorriso dissimulado. A caça virou o caçador.

Destino Quebrado, Coração Renovado

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Moderno

5.0

A primeira coisa que senti foi a dor lancinante e o zumbido abafando tudo, a luz branca do hospital cegando meus olhos. A enfermeira disse: "Sofia, você sofreu um acidente de carro grave. Você está no hospital." Pedro. Meu filho. "Onde está o meu filho? Ele está bem?" A hesitação dela, a palavra "cirurgia", meu pânico sufocante. Pedi para vê-lo, mas me disseram que Miguel, meu marido, estava a caminho. Ele atendeu o telefone, irritado, no meio de uma reunião importante. Eu disse: "Pedro está na cirurgia." Do outro lado, um silêncio frio. "Acidente? Como assim? Onde vocês estão?" "No Hospital Central. Miguel, o médico disse que é grave. Você precisa vir agora." "Eu não posso simplesmente sair, Sofia. Tenho investidores aqui. Vou ver o que posso fazer. Me mantenha informado." E desligou. Uma hora se arrastou, uma tortura. Miguel não veio, nem ligou de volta. O médico se aproximou, o rosto sombrio. Ele nem precisou falar. "Sinto muito, Sra. Sofia. Fizemos tudo o que foi possível. As lesões do seu filho eram... extensas demais. Ele não resistiu." Eu desmaiei. Acordei, mas fingi estar inconsciente. Ouvi a voz de Miguel. "Ela já acordou?" "Ainda não, senhor." "Ótimo. Saia. Quero ficar a sós com minha esposa." Então, ouvi a ligação dele. "O garoto se foi. O plano funcionou perfeitamente. O freio adulterado... ninguém vai suspeitar. Vão pensar que foi apenas um acidente trágico na chuva." Meu coração parou. Não foi um acidente. Foi assassinato. E o assassino era o pai dele. "E a Sofia? Ela sobreviveu, infelizmente. Tenho um plano para ela também. Com a morte do pai dela e a falência da empresa, ela está vulnerável. Vou fazer com que ela assine todos os papéis. E quando ela não for mais útil, vou acusá-la de cumplicidade na fraude. Ela vai para a cadeia, e nós ficaremos com tudo. Ela é fraca, vai desmoronar." Cada palavra, uma facada. Meu pai, a empresa, meu filho. Tudo planejado. "Ninguém vai ficar no nosso caminho. Principalmente não um pirralho chorão que só servia para me tirar dinheiro." Pirralho chorão. Ele estava falando do nosso filho. Minhas lágrimas não eram de tristeza, mas de puro ódio. Ele me achava fraca. Achava que eu ia desmoronar. Naquele momento, deitada na cama de hospital, jurei que não desmoronaria. Eu o faria pagar por cada pedaço da minha alma que ele destruiu. A caçada havia apenas começado.

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