O Rim da Traição

O Rim da Traição

Gavin

5.0
Comentário(s)
654
Leituras
11
Capítulo

A porta do quarto se abriu com um estrondo, revelando minha mãe pálida, os olhos fixos na cena que desfez meu mundo. Na cama que seria nosso ninho de amor, meu noivo, Ricardo, estava abraçado a Sofia, minha melhor amiga. O choque me paralisou, o ar pesado, enquanto minha mãe desabava, seu coração cedendo à dor da traição. No hospital, o diagnóstico: ataque cardíaco fulminante, transplante urgente. Decidi doar meu rim, mesmo sabendo dos riscos e dos custos astronômicos, mas Ricardo me negou ajuda com um sorriso frio: "Não é problema meu" . Duas semanas depois, com minha mãe lutando pela vida na UTI, recebi o convite de casamento de Ricardo e Sofia, para o mesmo dia do nosso. Eu estava no fundo do poço, a dor da perda e da traição me asfixiava, a solidão era palpável. Foi então que o Dr. Carlos, o anjo que se apresentou como meu salvador, surgiu, prometendo cuidar de todas as despesas e realizar a cirurgia. Casei-me com ele, dependente de uma máquina de diálise, acreditando que ele era minha rocha, meu porto seguro. Sete anos depois, uma conversa secreta entre Carlos e seu irmão, Lucas, quebrou minha alma em mil pedaços. Minha mãe não morreu de rejeição ao órgão. Carlos a forçou a assistir à remoção do meu rim, enquanto o implantava em Sofia, sua obsessão doentia. Ele a manteve acordada, a torturou psicologicamente, até que seu coração se rompeu de raiva e desespero. Ele me usou como um recipiente, me manteve viva, mas quebrada, presa a uma máquina e a ele. Carlos não era meu salvador; era um monstro, um predador que usava sua posição para caçar vítimas como eu, para sua amada Sofia. No jantar de aniversário da mãe de Carlos, Sofia se exibiu, com meu rim em seu corpo e Carlos a seus pés. Presenciei o beijo apaixonado de Carlos e Sofia nos bastidores, e ela confessou ter planejado tudo, rindo da morte da minha mãe. A fúria explodiu: arranquei meu rim artificial, lançando-o aos pés de Carlos, declarando minha libertação. Eu o deixei para trás, cambaleando, enquanto o alarme estridente da máquina soava, o som da minha vingança recém-nascida. Clara me resgatou e minha nova vida começou, com as provas da crueldade de Carlos, um escândalo que abalaria o país. A justiça foi feita: Carlos, Sofia e Ricardo pagaram por seus crimes. Carlos se suicidou na prisão, arrancando o próprio rim, em um ato final de loucura e perversão. Eu estava livre, reconstruindo minha vida do zero, com uma nova família encontrada e um futuro finalmente meu. Minha paz não veio do perdão, mas da certeza de que o inferno o esperava. A paz foi conquistada, me permitindo florescer em meu próprio jardim.

Introdução

A porta do quarto se abriu com um estrondo, revelando minha mãe pálida, os olhos fixos na cena que desfez meu mundo.

Na cama que seria nosso ninho de amor, meu noivo, Ricardo, estava abraçado a Sofia, minha melhor amiga.

O choque me paralisou, o ar pesado, enquanto minha mãe desabava, seu coração cedendo à dor da traição.

No hospital, o diagnóstico: ataque cardíaco fulminante, transplante urgente.

Decidi doar meu rim, mesmo sabendo dos riscos e dos custos astronômicos, mas Ricardo me negou ajuda com um sorriso frio: "Não é problema meu" .

Duas semanas depois, com minha mãe lutando pela vida na UTI, recebi o convite de casamento de Ricardo e Sofia, para o mesmo dia do nosso.

Eu estava no fundo do poço, a dor da perda e da traição me asfixiava, a solidão era palpável.

Foi então que o Dr. Carlos, o anjo que se apresentou como meu salvador, surgiu, prometendo cuidar de todas as despesas e realizar a cirurgia.

Casei-me com ele, dependente de uma máquina de diálise, acreditando que ele era minha rocha, meu porto seguro.

Sete anos depois, uma conversa secreta entre Carlos e seu irmão, Lucas, quebrou minha alma em mil pedaços.

Minha mãe não morreu de rejeição ao órgão.

Carlos a forçou a assistir à remoção do meu rim, enquanto o implantava em Sofia, sua obsessão doentia.

Ele a manteve acordada, a torturou psicologicamente, até que seu coração se rompeu de raiva e desespero.

Ele me usou como um recipiente, me manteve viva, mas quebrada, presa a uma máquina e a ele.

Carlos não era meu salvador; era um monstro, um predador que usava sua posição para caçar vítimas como eu, para sua amada Sofia.

No jantar de aniversário da mãe de Carlos, Sofia se exibiu, com meu rim em seu corpo e Carlos a seus pés.

Presenciei o beijo apaixonado de Carlos e Sofia nos bastidores, e ela confessou ter planejado tudo, rindo da morte da minha mãe.

A fúria explodiu: arranquei meu rim artificial, lançando-o aos pés de Carlos, declarando minha libertação.

Eu o deixei para trás, cambaleando, enquanto o alarme estridente da máquina soava, o som da minha vingança recém-nascida.

Clara me resgatou e minha nova vida começou, com as provas da crueldade de Carlos, um escândalo que abalaria o país.

A justiça foi feita: Carlos, Sofia e Ricardo pagaram por seus crimes.

Carlos se suicidou na prisão, arrancando o próprio rim, em um ato final de loucura e perversão.

Eu estava livre, reconstruindo minha vida do zero, com uma nova família encontrada e um futuro finalmente meu.

Minha paz não veio do perdão, mas da certeza de que o inferno o esperava.

A paz foi conquistada, me permitindo florescer em meu próprio jardim.

Continuar lendo

Outros livros de Gavin

Ver Mais
Minha Joia: Prisioneira Do Amor

Minha Joia: Prisioneira Do Amor

Moderno

5.0

Eu era a herdeira rebelde de um império, mas secretamente, era o brinquedo de Fabrício Rolim, o homem contratado pelo meu pai para me "disciplinar". Por dois anos, fui sua amante, sua "Minha Joia", acreditando em seu amor tortuoso. Tudo desmoronou quando descobri a verdade: ele me usava como vingança contra meu pai, enquanto seu verdadeiro amor era minha recém-descoberta meia-irmã, Jessica. Ele e meu pai se uniram para me humilhar. Leiloaram o colar da minha mãe, a única lembrança que eu tinha dela, e Fabrício deixou Jessica destruí-lo na minha frente. Ele gravou nossos momentos íntimos para me chantagear e até me entregou à polícia para ser espancada. "Você é minha, Taisa! Minha!", ele gritou, desesperado, quando tentei fugir. Mas a dor me deu clareza. Eu não era mais a vítima. Grávida e presa em sua ilha particular, fingi submissão. Usei seu amor pelo nosso filho e sua arrogância para planejar minha fuga. Agora, com o motor da lancha roncando sob a escuridão, eu finalmente estava livre, deixando para trás o homem que me quebrou e carregando a única coisa que importava: meu filho e minha liberdade. Para o mundo, eu era Taisa Leitão, a herdeira rebelde e radiante de um império do agronegócio. Por trás das portas fechadas, eu era "Minha Joia", um segredo guardado por Fabrício Rolim, o homem que me possuía todas as noites. O contraste entre essas duas vidas era tão gritante quanto a luz do sol e a escuridão.

Você deve gostar

A Escrava Mais Odiada Do Rei

A Escrava Mais Odiada Do Rei

Kiss Leilani.
4.9

Há muito tempo, dois reinos conviviam em paz. O reino de Salem e o reino de Mombana... Tudo correu bem até o dia em que faleceu o rei de Mombana e um novo monarca assumiu, o príncipe Cone, que estava sempre sedento por mais e mais poder. Depois da sua coroação, ele atacou Salem. O ataque foi tão inesperado que Salem nunca se preparou para isso. Foram apanhados desprevenidos. O rei e a rainha foram assassinados, o príncipe foi levado para a escravidão. As pessoas de Salem que sobreviveram à guerra foram escravizadas, suas terras foram saqueadas, e suas esposas foram transformadas em escravas sexuais. Tudo foi perdido. O mal caiu sobre a terra de Salem na forma do príncipe Cone, e o príncipe de Salem, Lucien, na sua escravidão, estava cheio de tanta raiva que jurou vingança. *** *** Dez anos depois, Lucien, de 30 anos, e seu povo lançaram um golpe e escaparam da escravidão. Eles se esconderam e se recuperaram. Treinaram dia e noite sob a liderança do intrépido e frio Lucien, que foi impulsionado com tudo o que havia nele para recuperar sua terra e tomar a terra de Mombana também. Levou cinco anos até que eles armassem uma emboscada e atacassem Mombana. Mataram o príncipe Cone e reivindicaram tudo. Enquanto gritavam sua vitória, os homens de Lucien encontraram e imobilizaram a orgulhosa princesa de Mombana, Danika, filha do príncipe Cone. Enquanto Lucien olhava para ela com os olhos mais frios que alguém poderia possuir, sentiu a vitória pela primeira vez. Ele caminhou em direção à princesa com o colar de escravo que tinha sido forçado a usar por dez anos e com um movimento rápido, o amarrou ao pescoço dela. Então, ele inclinou o queixo dela para cima, olhando para os olhos mais azuis e o rosto mais bonito já criado, lhe deu um sorriso frio. "Você é minha aquisição. Minha escrava. Minha escrava sexual. Minha propriedade. Eu lhe pagarei por tudo o que você e seu pai fizeram comigo e com meu povo", disse ele secamente. O puro ódio, a frieza e a vitória era a única emoção no seu rosto.

Capítulo
Ler agora
Baixar livro