Princesa do Inferno Urbano

Princesa do Inferno Urbano

Xiao Ye Ai Zhuo Yao

5.0
Comentário(s)
46
Leituras
11
Capítulo

Minha vida era uma tela em branco, pintada com a solitude das ruas e a arte que escorria dos meus dedos. Então, eles surgiram: Maria e João, meus pais biológicos, e Pedro, meu irmão, com promessas de amor e redenção que pareciam curar o buraco em meu peito. Mas a estrada que nos levava a essa tal "surpresa" parecia estranhamente familiar, cheia do cheiro sufocante de esgoto e da sombra dos grafites que eu conhecia tão bem. O carro parou na entrada da favela que assombrava meus pesadelos, e o sorriso de Maria se desfez, revelando a verdade fria: "É aqui que você vai ficar, Sofia. É o seu lugar." Fui arrastada para fora, e entre o pânico e as lágrimas, vi a marca: duas cobras entrelaçadas, o símbolo deles, de Carlos e Ana, meus pais adotivos, chefes da gangue de tráfico de órgãos. Eles não me resgataram: eles me venderam de volta para o inferno, para as mãos que me chamavam de "princesa" enquanto comandavam um império de sangue. Tentei avisar, implorei, mas minhas palavras foram recebidas com tapas e risadas, enquanto negociavam meu preço como se eu fosse um pedaço de carne. Eles me desfiguraram, cortaram meu cabelo, me deram uma identidade falsa para que ninguém pudesse me reconhecer, nem mesmo Rato, o homem que um dia tremeu ao meu olhar. Quando Ana, minha mãe adotiva, finalmente me viu, meu rosto machucado e meu nome apagado me transformaram em uma estranha aos olhos dela. Mas quando Ana a encontrou, a fúria em seus olhos revelou a verdade por trás do "acidente". Naquele momento, enquanto as sombras se fechavam, a vingança acendeu uma chama fria em meu peito: eu não gritaria por socorro; eu seria a isca para arrastá-los para o abismo comigo.

Princesa do Inferno Urbano Introdução

Minha vida era uma tela em branco, pintada com a solitude das ruas e a arte que escorria dos meus dedos.

Então, eles surgiram: Maria e João, meus pais biológicos, e Pedro, meu irmão, com promessas de amor e redenção que pareciam curar o buraco em meu peito.

Mas a estrada que nos levava a essa tal "surpresa" parecia estranhamente familiar, cheia do cheiro sufocante de esgoto e da sombra dos grafites que eu conhecia tão bem.

O carro parou na entrada da favela que assombrava meus pesadelos, e o sorriso de Maria se desfez, revelando a verdade fria: "É aqui que você vai ficar, Sofia. É o seu lugar."

Fui arrastada para fora, e entre o pânico e as lágrimas, vi a marca: duas cobras entrelaçadas, o símbolo deles, de Carlos e Ana, meus pais adotivos, chefes da gangue de tráfico de órgãos.

Eles não me resgataram: eles me venderam de volta para o inferno, para as mãos que me chamavam de "princesa" enquanto comandavam um império de sangue.

Tentei avisar, implorei, mas minhas palavras foram recebidas com tapas e risadas, enquanto negociavam meu preço como se eu fosse um pedaço de carne.

Eles me desfiguraram, cortaram meu cabelo, me deram uma identidade falsa para que ninguém pudesse me reconhecer, nem mesmo Rato, o homem que um dia tremeu ao meu olhar.

Quando Ana, minha mãe adotiva, finalmente me viu, meu rosto machucado e meu nome apagado me transformaram em uma estranha aos olhos dela.

Mas quando Ana a encontrou, a fúria em seus olhos revelou a verdade por trás do "acidente".

Naquele momento, enquanto as sombras se fechavam, a vingança acendeu uma chama fria em meu peito: eu não gritaria por socorro; eu seria a isca para arrastá-los para o abismo comigo.

Continuar lendo

Outros livros de Xiao Ye Ai Zhuo Yao

Ver Mais
O Coração Que Renasceu

O Coração Que Renasceu

Romance

5.0

O vento frio no terraço do hospital chicoteava meu cabelo, enquanto as luzes de São Paulo lá embaixo pareciam estrelas distantes e mortas. Meu telefone estava caído ao meu lado, e a última mensagem queimava em minha mente. Era do meu namorado, Lucas, o famoso jogador de futebol: "Sofia, a Bianca precisa desse rim. Seja razoável. Seus pais te criaram, é o mínimo que você pode fazer." Razoável. Eles não me adotaram por amor; eu era só uma bolsa de órgãos reserva para a filha biológica deles, Bianca. A dor da cicatriz na minha barriga era fantasma comparada à traição que rasgava meu peito. Eu perdi tudo: meu namorado me largou por mensagem, meus "pais" me expulsaram, perdi minha saúde, minha dignidade e um rim. Olhei para o abismo, a queda parecia a única saída, até que uma voz grave me assustou: "Não faça isso." Era um bombeiro, com olhos intensos e preocupados, que tentava me convencer a não pular. Gritei minha verdade para ele, sobre como fui usada e jogada fora por aqueles que deviam me amar. Eles tiraram tudo de mim! Meu namorado me traiu com a minha irmã! Meus pais… meus pais só me criaram para roubar um órgão de mim! Eles me usaram! Você entende? Eu era só uma peça de reposição! Ele me olhou com uma compaixão que partiu meu coração. Eu me joguei, mas em vez do impacto brutal, senti braços fortes me envolvendo. O bombeiro. Ele pulou atrás de mim. De repente, acordei no meu apartamento, sem cicatriz e sem dor. A data no meu celular me fez congelar: uma semana antes da minha cirurgia. Eu voltei no tempo. As lágrimas agora eram de alívio, raiva e determinação. Eu não seria mais a vítima. Eu os faria pagar. E o bombeiro? Eu precisava encontrá-lo, agradecê-lo. Ele, sem saber, me deu de volta não apenas minha vida, mas também meu futuro.

A Vingança Do Chef Destruído

A Vingança Do Chef Destruído

Moderno

5.0

Meu mundo se resumia a estas quatro paredes, um chef apaixonado vivendo sua vida perfeita ao lado da arquiteta genial, Clara. Mas então, veio o acidente dela, e minha vida virou um borrão de reabilitação. Abandonei tudo, esgotei minhas economias, recusei trabalhos, tudo para trazê-la de volta, para vê-la sorrir como antes. E ela voltou, mas não era a minha Clara; era fria, distante, ambiciosa, e seus olhos me olhavam com uma indiferença que gelava a alma. Então, a vi saindo de um carro de luxo, beijando meu ex-noivo, aquele empresário que ela dizia desprezar. Eu a confrontei, e ela riu. "Você realmente acreditou em tudo, não é, Lucas? O acidente foi a melhor coisa que me aconteceu. Eu precisava do dinheiro para recomeçar." Ela levou tudo: minhas economias, minha dignidade, meu coração. Fiquei sozinho, com o apartamento impagável, e as portas de todos os restaurantes se fecharam. Rumores venenosos se espalharam: "problema com bebida", "roubo", "reputação não é das melhores". Era Clara e o noivo dela, destruindo minha vida, minha carreira, até minha alma. Eu estava no fundo do poço, sem nada, sem ninguém, a dor me sufocando. Eles queriam que eu desaparecesse, que eu me entregasse. Mas, revirando uma caixa velha, encontrei o caderno de receitas da minha avó. O cheiro de comida caseira, de amor e de memórias me invadiu. Eles tiraram tudo de mim, mas não podiam tirar quem eu sou. Eu não ia desaparecer. Eu não ia me entregar. Eu ia recomeçar. E eu ia lutar.

Você deve gostar

Não Mais a Sra. Cooley: O Retorno da Arquiteta

Não Mais a Sra. Cooley: O Retorno da Arquiteta

Sandra
5.0

Fui ao cartório buscar uma cópia da certidão de casamento para a auditoria do fundo fiduciário do meu marido, achando que era apenas uma burocracia. O funcionário me olhou com pena e soltou a bomba: "Não há registro. O documento nunca foi devolvido. Legalmente, a senhora é solteira." Tentei argumentar, mostrando as fotos da nossa cerimônia luxuosa no Plaza, mas meu celular vibrou na hora errada. Uma notificação de álbum compartilhado apareceu na tela: "Nosso Segredinho". Ao abrir, meu sangue gelou. A primeira foto era da minha melhor amiga, Brylee, segurando um teste de gravidez positivo na varanda da nossa casa de férias. Logo abaixo, uma mensagem de texto do meu "marido", Gray: "Feliz aniversário de três anos, amor. Assim que o dinheiro do fundo cair na conta hoje, acabamos com essa farsa. Aquela estéril vai sair sem nada." A náusea me atingiu. Tudo se encaixou. Os três anos eram o prazo exato para ele acessar a herança. Eu não era uma esposa; eu era um adereço temporário. Eles não registraram o casamento de propósito para me descartarem sem divisão de bens assim que ele pegasse o dinheiro. Eu deveria estar quebrada. Deveria estar chorando na calçada. Em vez disso, peguei meu batom vermelho sangue e o apliquei com precisão cirúrgica. Entrei num táxi e, quando o motorista perguntou o destino, não dei o endereço de casa. Dei o endereço do maior inimigo comercial da família Cooley. Se eu não sou a Sra. Cooley, serei o pior pesadelo deles.

De Bolsa de Sangue a Rainha Bilionária

De Bolsa de Sangue a Rainha Bilionária

Maria
5.0

Passei quatro horas em pé, fatiando trufas negras importadas para o nosso jantar de aniversário de casamento. Mas o Barro não apareceu. O meu celular vibrou no balcão, iluminando a cozinha escura. Não era um "parabéns". Era uma ordem seca do meu marido: "A Safira desmaiou. Vá para o hospital. Precisamos do seu sangue agora." Logo em seguida, a própria Safira mandou uma foto. A mão do meu marido segurando a dela com uma ternura que ele nunca teve comigo. Minha sogra entrou na cozinha, torceu o nariz para o Bife Wellington que preparei e riu na minha cara. "Você ainda está contando datas? Ele não vem comer esse lixo. Ele está com quem importa. Agora vá aspirar o tapete antes de sair." Naquele momento, o amor cego que senti por três anos morreu. Percebi que eu nunca fui a esposa dele. Eu era apenas um recipiente biológico, mantida por perto apenas porque meu sangue Rh-negativo raro era o único compatível com a "frágil" amante dele. Tirei o avental e o joguei no lixo. Subi as escadas, tirei a aliança barata que ele comprou numa loja de departamento e assinei os papéis do divórcio. Quando saí para a rua fria, o Barro me ligou, provavelmente para gritar pelo meu atraso na transfusão. Bloqueiei o número. Parei sob a luz do poste e liguei para o meu pai, o bilionário dono do Grupo Rocha, para quem eu não ligava há anos. "Sou eu," sussurrei, vendo o comboio de seis Maybachs blindados virar a esquina para me buscar. "Inicie a extração. Eles vão pagar por cada gota."

Capítulo
Ler agora
Baixar livro
Princesa do Inferno Urbano Princesa do Inferno Urbano Xiao Ye Ai Zhuo Yao Máfia
“Minha vida era uma tela em branco, pintada com a solitude das ruas e a arte que escorria dos meus dedos. Então, eles surgiram: Maria e João, meus pais biológicos, e Pedro, meu irmão, com promessas de amor e redenção que pareciam curar o buraco em meu peito. Mas a estrada que nos levava a essa tal "surpresa" parecia estranhamente familiar, cheia do cheiro sufocante de esgoto e da sombra dos grafites que eu conhecia tão bem. O carro parou na entrada da favela que assombrava meus pesadelos, e o sorriso de Maria se desfez, revelando a verdade fria: "É aqui que você vai ficar, Sofia. É o seu lugar." Fui arrastada para fora, e entre o pânico e as lágrimas, vi a marca: duas cobras entrelaçadas, o símbolo deles, de Carlos e Ana, meus pais adotivos, chefes da gangue de tráfico de órgãos. Eles não me resgataram: eles me venderam de volta para o inferno, para as mãos que me chamavam de "princesa" enquanto comandavam um império de sangue. Tentei avisar, implorei, mas minhas palavras foram recebidas com tapas e risadas, enquanto negociavam meu preço como se eu fosse um pedaço de carne. Eles me desfiguraram, cortaram meu cabelo, me deram uma identidade falsa para que ninguém pudesse me reconhecer, nem mesmo Rato, o homem que um dia tremeu ao meu olhar. Quando Ana, minha mãe adotiva, finalmente me viu, meu rosto machucado e meu nome apagado me transformaram em uma estranha aos olhos dela. Mas quando Ana a encontrou, a fúria em seus olhos revelou a verdade por trás do "acidente". Naquele momento, enquanto as sombras se fechavam, a vingança acendeu uma chama fria em meu peito: eu não gritaria por socorro; eu seria a isca para arrastá-los para o abismo comigo.”
1

Introdução

04/07/2025

2

Capítulo 1

04/07/2025

3

Capítulo 2

04/07/2025

4

Capítulo 3

04/07/2025

5

Capítulo 4

04/07/2025

6

Capítulo 5

04/07/2025

7

Capítulo 6

04/07/2025

8

Capítulo 7

04/07/2025

9

Capítulo 8

04/07/2025

10

Capítulo 9

04/07/2025

11

Capítulo 10

04/07/2025