Curupira: Um Amor de Outro Mundo

Curupira: Um Amor de Outro Mundo

Gavin

5.0
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80
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17
Capítulo

Quando abri os olhos, o cheiro de terra molhada e a luz verde da floresta me envolveram, e entendi que estava de volta ao inferno que um dia chamei de lar. A Joana estava lá, minha melhor amiga, com o mesmo brilho de excitação nos olhos que me enganou da primeira vez. Na vida passada, eu, tola, corri para os braços do Rei Jaguar, um monstro disfarçado de rei, enquanto Joana, fascinada, seguiu o Curupira para seu domínio sombrio. Fui traída, humilhada e subjugada, vivendo em uma gaiola de ouro onde o título de Rainha dos Jaguares era uma sentença de sofrimento e traição pelas concubinas, e pela própria Joana. Ela me traiu, me empurrando para a morte certa, direto para as mãos de um Curupira furioso, que em seus olhos, antes de eu cair no nada, revelou algo que parecia choque e tristeza. Mas desta vez, algo mudou, e no exato momento do meu retorno, Joana correu, com um sorriso vitorioso, não para o Curupira, mas para o homem com olhos de predador, o Rei Jaguar. Um sorriso gelado se formou nos meus lábios, de pura ironia, pois ela não fazia ideia do inferno que a esperava. Decidi que meu caminho seria diferente, e virei as costas para a cena de Joana se jogando nos braços do Rei, procurando por ele, o Curupira. Parei na sua frente, estendi a mão, um pedido silencioso de confiança, e quando sua pele fria tocou a minha, o mundo girou, a escuridão me engoliu, mas dessa vez, não estava sozinha, eu confiei.

Introdução

Quando abri os olhos, o cheiro de terra molhada e a luz verde da floresta me envolveram, e entendi que estava de volta ao inferno que um dia chamei de lar.

A Joana estava lá, minha melhor amiga, com o mesmo brilho de excitação nos olhos que me enganou da primeira vez.

Na vida passada, eu, tola, corri para os braços do Rei Jaguar, um monstro disfarçado de rei, enquanto Joana, fascinada, seguiu o Curupira para seu domínio sombrio.

Fui traída, humilhada e subjugada, vivendo em uma gaiola de ouro onde o título de Rainha dos Jaguares era uma sentença de sofrimento e traição pelas concubinas, e pela própria Joana.

Ela me traiu, me empurrando para a morte certa, direto para as mãos de um Curupira furioso, que em seus olhos, antes de eu cair no nada, revelou algo que parecia choque e tristeza.

Mas desta vez, algo mudou, e no exato momento do meu retorno, Joana correu, com um sorriso vitorioso, não para o Curupira, mas para o homem com olhos de predador, o Rei Jaguar.

Um sorriso gelado se formou nos meus lábios, de pura ironia, pois ela não fazia ideia do inferno que a esperava.

Decidi que meu caminho seria diferente, e virei as costas para a cena de Joana se jogando nos braços do Rei, procurando por ele, o Curupira.

Parei na sua frente, estendi a mão, um pedido silencioso de confiança, e quando sua pele fria tocou a minha, o mundo girou, a escuridão me engoliu, mas dessa vez, não estava sozinha, eu confiei.

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