TOPO
O cheiro de fumaça e cinzas, que um dia foi celebração, agora era o fedor da perda de tudo que amei. Eu, Maria, a Rainha do Samba que salvou o Carnaval, vi o homem que coloquei no trono, João, me cuspir na cara e me chamar de bruxa. Ele, seduzido pela inveja venenosa de Sofia, não só destruiu minha reputação, mas ordenou a queima de cada fantasia que eu havia criado, o berço do meu filho ainda não nascido, a essência do samba que corria em minhas veias. Com as cinzas da minha arte e a dor da comunidade no ar, João, cego por sua loucura, ainda arrancou meu coração, matando-me. Mas ele não matou a Phoenix, ele a despertou. Enganado por Sofia e traído até pelo próprio irmão, João não sabia que a verdadeira Fênix era meu filho, que em seu último suspiro, me transformou na própria essência do renascimento. E agora, eu, Maria, renascida das cinzas e da lama, prometo: para cada vida que você tirou, João, para cada sonho que você queimou, o Carnaval cobrará seu preço, uma dança de purificação que fará seu corpo se desintegrar, e sua alma nunca encontrará descanso. A vingança é um samba que apenas a Phoenix pode dançar.
O cheiro de fumaça e cinzas, que um dia foi celebração, agora era o fedor da perda de tudo que amei.
Eu, Maria, a Rainha do Samba que salvou o Carnaval, vi o homem que coloquei no trono, João, me cuspir na cara e me chamar de bruxa.
Ele, seduzido pela inveja venenosa de Sofia, não só destruiu minha reputação, mas ordenou a queima de cada fantasia que eu havia criado, o berço do meu filho ainda não nascido, a essência do samba que corria em minhas veias.
Com as cinzas da minha arte e a dor da comunidade no ar, João, cego por sua loucura, ainda arrancou meu coração, matando-me.
Mas ele não matou a Phoenix, ele a despertou.
Enganado por Sofia e traído até pelo próprio irmão, João não sabia que a verdadeira Fênix era meu filho, que em seu último suspiro, me transformou na própria essência do renascimento.
E agora, eu, Maria, renascida das cinzas e da lama, prometo: para cada vida que você tirou, João, para cada sonho que você queimou, o Carnaval cobrará seu preço, uma dança de purificação que fará seu corpo se desintegrar, e sua alma nunca encontrará descanso.
A vingança é um samba que apenas a Phoenix pode dançar.
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Fantasia
A dor aguda no meu ventre foi um lembrete cruel do inferno que eu já havia vivido uma vez. Abri os olhos para o quarto que dividia com Pedro, sentindo o pânico subir com as memórias: a festa, o anúncio, a dor do parto, o porão, o sangue, um filho chorando e o outro em silêncio. Eu tinha morrido, mas agora, minha barriga grande e pesada provava o impossível: meus dois filhos ainda estavam aqui, e eu tinha voltado. Voltei para o dia exato do baile de gala, o mesmo dia em que meu mundo desabou. A voz de Pedro, vinda do banheiro, a voz que eu amei e que me condenou, perguntou: "Joana? Você está bem, meu amor?". Forçando um sorriso, menti sobre estar ótima, enquanto ele beijava minha barriga, falando dos "herdeiros" ansiosos pela festa. Ele não sabia que, nesta vida, eu já entendia. Ele era infértil, e essa obsessão por um herdeiro mascarava uma teia de mentiras e traições. Testei as águas, mencionando a surpresa que seria anunciar os gêmeos, e vi um flash sombrio em seus olhos antes que ele recompusesse o sorriso. Ele mentia. Patrícia, a influenciadora e sua amante, já esperava o "primeiro filho" dele, resultado de um esquema com mães de aluguel. Eu não seria mais a vítima ingênua que foi arrastada para o inferno sem lutar. Eu iria àquele baile, não como a esposa amorosa, mas como uma guerreira. Lembrei-me do frio do cimento do porão, da solidão do parto, do primeiro filho forte e da minha menina, tão frágil, que nasceu em silêncio. Segurei seu corpo frio, chorei até não ter mais lágrimas, enquanto Pedro nunca veio. Essa memória era meu combustível: a dor, a raiva, a perda. Desta vez, eu protegeria meus filhos. Custe o que custar. Escolhi meu vestido com cuidado: não o branco da sonhadora da vida passada, mas um vermelho sangue. A cor da raiva. A cor da guerra. Quando Pedro me viu, ele ficou sem fôlego. "Joana... você está... deslumbrante." "Eu sei," respondi, minha voz cortante. No salão luxuoso, eu sabia que o show estava prestes a começar. E desta vez, eu não seria a única a sangrar. Minha bolsa estourou ali mesmo, na frente de todos, no palco da humilhação de Pedro e Patrícia. A dor era dilacerante, o pânico me dominava. "Pedro!" gritei, a voz rasgada. "O bebê... os bebês estão vindo!" Mas ele, cego pelas mentiras de Patrícia, rugiu: "Seguranças! Tirem essa mulher daqui!". Fui arrastada para a calçada fria, sob a garoa fina, em trabalho de parto, sozinha, enquanto ele me acusava de farsa. "Mentira!" ele gritou, "Você fingiu essa gravidez para tentar roubar minha fortuna!". A humilhação era insuportável. Ele levantou a mão e me bateu. A dor do tapa somada à traição era pior que as contrações. "Você não precisa de um médico, você precisa de uma lição," ele disse, antes que eu sentisse a dor da agressão. Mas o que me atingiu mais foi a terrível clareza: Patrícia o manipulava, e sua história sobre meu pai era uma invenção. Ele me odiava por uma mentira que ela criou, uma vingança que não fazia sentido. Presa em um quarto, em agonia, sem ninguém acreditando em mim, ele me ofereceu divórcio em troca de silêncio. Então, sua mãe, Eleonora, me encontrou. Chocada, ela viu a verdade. "Pedro, o que você fez?" ela exigiu, "Chame uma ambulância! Agora!". "Eu não sei que mentiras aquela mulher colocou na sua cabeça, mas isso acaba agora. Você vai sair deste quarto. Eu vou cuidar da sua esposa." Eleonora tinha um plano de fuga, uma faísca de esperança. Mas Patrícia, com sua performance digna de Oscar, apareceu, fingindo terror, brandindo uma tesoura contra a própria garganta. "Pedro, não! Abaixe isso! Eu faço o que você quiser!" Ele me agarrou, a fúria cega em seus olhos. "Eu vou ligar para o meu contato na polícia federal e mandar prender seu pai por fraude e negligência médica." "Ele não salvou minha vida, Joana. Ele a arruinou. Ele é a razão pela qual eu não podia ter filhos. Patrícia me contou a verdade." A mentira era muito mais profunda, mais antiga, mais venenosa. "É mentira! Meu pai nunca faria isso!" Me debati, mas um segurança me agarrou. Senti um novo fluxo de sangue. "Estou sangrando..." Patrícia mostrou uma falsa mensagem. A dúvida de Pedro se transformou em fúria. Ele me deu um soco no estômago. O ar foi expulso de mim. "Levem-na para o porão," Pedro ordenou, "Sem comida, sem água. Até ela aprender a lição." Enquanto era arrastada, o celular de Pedro tocou. O policial informou: "O carro do Dr. Alencar, seu sogro, foi encontrado em uma ribanceira." "Lamento, senhor. Ele não resistiu." Não. Meu pai. Assassinado. "ASSASSINO!" Gritei para Pedro. "VOCÊ O MATOU! MONSTRO! ASSASSINO!" Ele não vacilou. A última coisa que vi antes da escuridão do porão foi o sorriso vitorioso de Patrícia. No hospital, os médicos confirmaram a pior notícia: Joana, morta. E os gêmeos, um vivo, outro morto. O mundo de Pedro desabou. A lembrança da primeira vida o atingiu. "MENTIRA!" ele gritou. Ele se lembrava de tudo. A verdade cruel de Patrícia, a inocência de Joana e de seu pai. Ele havia cometido os mesmos erros. Ele havia sido o monstro novamente. A dor e a culpa de Pedro se transformaram em uma fúria gelada. Ele ligou para o hospital, descobriu que Patrícia nunca tinha trabalhado lá. Eleonora confirmou: "O bebê... não é seu. Ela tem um histórico de se envolver com homens ricos e depois chantageá-los." A verdade era esmagadora. Ele tinha sido completamente enganado. Pedro reuniu os seguranças. "Eu quero a verdade. Quem ajudou Patrícia? Quem sabia que a mensagem de Joana era falsa? Quem sabia do meu sogro?" Os seguranças confessaram, revelando toda a farsa de Patrícia. Ele sacou a arma e atirou no seu chefe de segurança. "Ninguém sai desta sala," ele rosnou. Pedro arrastou Patrícia até o porão, forçando-a a ver Joana e sua filha mortas. "Olhe para o que você me fez fazer." Ele a abandonou lá, com os mortos. Pegou seu filho sobrevivente dos braços do médico. "Eleonora," ele sussurrou, "Leve-o. Dê a ele o nome que Joana teria escolhido. Diga a ele que sua mãe era uma heroína. Nunca diga a ele sobre mim." Ele entregou o bebê para sua mãe. Pedro voltou à mansão, jogando Patrícia e o bebê dela de volta ao porão. "Uma família reunida," ele disse. Ele ateou fogo à mansão. Os gritos da sala de jantar e do porão foram rapidamente silenciados pelo rugido do incêndio. A mansão Ferreira, o símbolo de seu império, tornou-se sua pira funerária. Longe, à beira do bosque, uma mulher observava as chamas iluminarem o céu noturno. Joana não estava morta. Eleonora e o médico a resgataram, junto com seu filho sobrevivente. Ela segurava seu filho e não sentia nada. Apenas um vazio silencioso. Ela deu as costas para o fogo, para as cinzas de sua vida passada. Ela não olhou para trás. Ela caminhou em direção ao futuro, uma mãe solitária, com o coração partido, mas finalmente livre.
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Moderno
Hoje era nosso oitavo aniversário de casamento, e Marcos me deu um broche de camélia barato. "A camélia combina com você, Luana" , disse ele, com um sorriso sem calor, me chamando de "simples e discreta" . Eu via o broche sem graça na minha mão e o luxo da nossa mansão; o contraste era cômico. Naquele exato momento, decidi que era hora de acabar com tudo: "Marcos, precisamos conversar." A impaciência tomou conta do rosto dele, revelando o desprezo habitual. Então, a porta se abriu, e Camila, a irmã dele, entrou, lançando veneno com um sorriso falso. Ela sussurrou que eu tinha "mãos ásperas como as de uma faxineira" , e Marcos me ignorou, como sempre. A raiva subiu pela minha garganta, um gosto amargo e familiar, e eu disse as palavras que ecoavam no meu coração: "Eu quero o divórcio." Camila fingiu surpresa, mas Marcos apenas riu debochado, tirou um cartão de crédito e jogou na mesa. "Compre o que você quiser. Mas pare com esse drama, ok? Estou cansado." Ele tentou me comprar de novo, mas o dinheiro dele não me compraria mais. Eu recusei, mas ele zombou da minha origem humilde, dizendo que eu não duraria uma semana fora daquele "bairro imundo" . Meu filho, Léo, de cinco anos, desceu as escadas e, em vez de vir para mim, correu para os braços de Camila. Marcos disse, com um sorriso cruel: "Até o Léo sabe quem cuida bem dele. Camila é mais mãe para ele do que você jamais foi." Aquelas palavras foram a gota d' água da dor que eu vinha engolindo há anos. Com uma calma assustadora, eu olhei para ele e revelei a verdade mais dolorosa: "Eu não fui uma boa mãe para ele, porque nem tive a chance de segurá-lo. Eu o perdi no chão frio do banheiro desta casa luxuosa. Sozinha." O sorriso de Marcos congelou, o ar ficou irrespirável, e eu chorei a dor do nosso filho perdido, que enterrei sozinha, longe dos olhos dele e de todos. Naquele hospital, onde ele me culpou pela nossa perda, ele escolheu a irmã, me abandonando novamente, mas a dor se transformou em alívio. Senti a certeza de que minha decisão era a certa.
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Sci-fi
Esta era a décima vez que Sofia acordava naquele quarto luxuoso. A missão flutuava em letras azuis translúcidas: [Reconquistar o amor de Ricardo]. Simples, direto, impossível. Ela já havia morrido nove vezes, cada uma mais brutal que a anterior, orquestrada pelo mesmo homem que supostamente deveria amar. Ele a empurrou da escada, a deixou congelar, sabotou seus freios, a afogou. Envenenou-a, a deixou em um incêndio, a entregou a homens cruéis. As mortes se tornaram um borrão de humilhação e agonia, todas justificadas por uma suposta "traição" com Juliana. Ela se humilhava, pedia perdão por crimes que não cometeu, absorvendo o desprezo dele. "Você ainda está aqui?" Sua presença me dá nojo." "Olhe para você. Patética." O sistema dizia que o amor dele a libertaria, uma lógica doentia que ela seguiu, até que, em sua décima tentativa, o mundo piscou. Uma falha no sistema a fez ver através dos olhos de Ricardo, revelando sua dor profunda e uma promessa de vingança eterna para alguém que não era ela. "Eu sinto tanto a sua falta. Eu juro que vou fazê-la pagar. Ela vai sentir tudo o que você sentiu. Vez após vez. Para sempre." Não era amor, mas ódio, um teatro de vingança. Ele se lembrava de cada ciclo, cada morte. A verdade a atingiu com a força de um trem: ela era um brinquedo nas mãos de um louco em luto. "O que foi? Viu um fantasma?" Não havia amor para reconquistar, apenas ódio. Uma raiva fria brotou. A jaula se mostrou, e a única saída não era agradar o carcereiro, mas destruir a jaula. Ela riu, um som seco.
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Moderno
Aqui estou eu, de volta ao fatídico Dia Internacional da Mulher. A voz melíflua de Beatriz, nossa bolsista, soou ao meu lado: "Duda, meu amor, empresta aqui rapidinho seu celular e seus documentos?" Na minha vida passada, a ingênua Maria Eduarda teria entregue tudo. Acreditei quando ela disse ter ganhado na loteria e que queria compartilhar a sorte. O resultado? Uma dívida milionária em meu nome. Meus pais, um engenheiro e uma professora, levaram meses tentando entender e resolver. Mas o pesadelo não parou aí. Beatriz, com a popularidade comprada, me isolou. Pedro, meu namorado, ficou do lado dela. Na competição de dança, meu maior sonho, ela me empurrou da escada. Quebrei as duas pernas. Mesmo assim, fui confrontá-la. Pedro e os outros a defenderam, me acusando de inveja. No meio da discussão, ela me empurrou para a rua. Um caminhão me atingiu em cheio. A última coisa que vi foi o sorriso vitorioso no rosto dela. Agora, vendo aquele mesmo rosto, com a mesma expressão de falsa inocência, um calafrio percorreu minha espinha, mas não era de medo. Era de ódio. "Duda? Você está bem? Ficou pálida de repente," Beatriz insistiu, estendendo a mão para pegar meu celular. Seus olhos tinham um brilho de ganância que antes eu era cega demais para ver. Segurei meu celular com força, os dedos brancos. "Não." Minha voz saiu fria e firme, cortando o barulho da festa. Beatriz congelou, a mão no ar. "O quê?" "Eu disse não," repeti, olhando diretamente nos olhos dela. "Não vou te emprestar meu celular nem meus documentos." O sorriso dela vacilou. A confusão deu lugar à irritação. Mas desta vez, eu não era mais a mesma Maria Eduarda. Eu era a que voltou da morte, e eles iriam pagar por cada segundo do meu inferno.
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Romance
Minha vida estava prestes a virar de cabeça para baixo, mas eu ainda não sabia. Se alguém me dissesse que no nosso aniversário de casamento, eu encontraria meu marido, Pedro, rindo com a ex-amante dele e nossa filha, Ana, em um jantar de luxo, eu teria rido na cara dessa pessoa. Mas a verdade é que o castelo de cartas que eu chamava de lar desabou de uma vez. Pior que a traição sexual ou financeira que eu já suspeitava, foi a crueldade. Ana, minha filha, que eu criei com tanto amor, revelou com um sorriso zombeteiro o "ingrediente especial" do ensopado que estavam comendo. Era Fofinho, meu coelhinho de estimação. Aquele bichinho indefeso, meu único consolo, foi brutalmente assassinado e servido na mesa deles, com a cumplicidade da minha própria filha. A dor da traição se misturou ao horror mais profundo. Como eles puderam ser tão monstruosos? Minha filha, a pessoa por quem eu sacrifiquei tudo, ria da minha dor e ajudava a me destruir. Em meio ao caos do restaurante, com os olhos vidrados de fúria e o coração em pedaços, eu joguei um copo de água no rosto da amante de Pedro. E então, com uma voz que eu não reconhecia, mas que era mais firme do que nunca, eu disse: "Pedro, eu quero o divórcio." Ele ainda não entendia. Ele achou que era só por causa do coelho. Mas era por tudo. Era a descoberta de que eu vivia com monstros. E essa noite, o jogo deles mudaria para sempre.
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Moderno
Estava a preparar-me para o dia mais feliz da minha vida, o meu casamento, com o meu noivo Miguel ao meu lado. Mas a chamada que recebi no salão de beleza destruiu tudo. O meu irmão mais novo, Leo, que vinha entregar o meu vestido de noiva, morrera num acidente de carro brutal. O meu mundo desabou, mas Miguel só pensou no vestido e nos convidados: "E o vestido? Os convidados já estão quase a chegar!". A sua mãe, minha futura sogra, Helena, ligou a ignorar a minha mãe doente no hospital, querendo o quarto dela para outro familiar. Miguel nem hesitou em ceder. Quando lhe implorei para cancelar o casamento, ele respondeu: "Estás louca? O nosso casamento é hoje, e vai acontecer!". A sua indiferença era chocante, a sua frieza incompreensível. Mas o golpe final veio de uma testemunha, uma mulher chamada Ana: "Ele não teve culpa. Um carro preto cortou-lhe a frente de propósito. Parecia intencional." Intencional. Olhei para o meu noivo, que me arrastava para a porta, alheio à tragédia. O carro do Leo. Aquele que Miguel usava e pedia emprestado constantemente. Seria possível que o alvo fosse o Miguel, e Leo morrera no seu lugar? Ou, ainda pior, que Leo fora o alvo desde o início? Naquele exato momento, soube que a minha vingança começava ali. Não havia casamento. Havia apenas justiça para o meu irmão.
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Aviso de conteúdo/sensibilidade: Esta história contém temas maduros e conteúdo explícito destinado a audiências adultas (18+), com elementos como dinâmicas BDSM, conteúdo sexual explícito, relações familiares tóxicas, violência ocasional e linguagem grosseira. Aconselha-se discrição por parte do leitor. Não é um romance leve - é intenso, cru e complicado, explorando o lado mais sombrio do desejo. ***** "Por favor, tire o vestido, Meadow." "Por quê?" "Porque seu ex está olhando", ele disse, recostando-se na cadeira. "E quero que ele perceba o que perdeu." ••••*••••*••••* Meadow Russell deveria se casar com o amor de sua vida em Las Vegas, mas, em vez disso, flagrou sua irmã gêmea com seu noivo. Um drink no bar virou dez, e um erro cometido sob efeito do álcool tornou-se realidade. A oferta de um estranho transformou-se em um contrato que ela assinou com mãos trêmulas e um anel de diamante. Alaric Ashford é o diabo em um terno Tom Ford, símbolo de elegância e poder. Um homem nascido em um império de poder e riqueza, um CEO bilionário, brutal e possessivo. Ele sofria de uma condição neurológica - não conseguia sentir nada, nem objetos, nem dor, nem mesmo o toque humano. Até que Meadow o tocou, e ele sentiu tudo. E agora ele a possuía, no papel e na cama. Ela desejava que ele a arruinasse, tomando o que ninguém mais poderia ter. E ele queria controle, obediência... vingança. Mas o que começou como um acordo lentamente se transformou em algo que Meadow nunca imaginou. Uma obsessão avassaladora, segredos que nunca deveriam vir à tona, uma ferida do passado que ameaçava destruir tudo... Alaric não compartilhava o que era dele. Nem sua empresa. Nem sua esposa. E definitivamente nem sua vingança.
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Durante dez anos, Daniela demonstrava amor incondicional ao marido, apenas para descobrir que ela não passava de uma piada para ele. Sentindo-se humilhada, ela se divorciou dele, determinada. Três meses depois, Daniela retornou em grande estilo, como a CEO secreta de uma marca famosa, uma designer requisitada e uma magnata da mineração, destacando seu sucesso. Toda a família do ex-marido veio até Daniela, implorando por perdão e por outra chance. No entanto, ela, agora amada pelo famoso senhor Phillips, apenas olhou para eles com desdém e disse: "Nem pensar!"
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No aniversário de casamento, Alicia foi drogada pela amante de seu marido, Joshua, e acabou na cama de um estranho. Assim, ela perdeu a inocência, enquanto a amante engravidou do filho dele. Sentindo-se humilhada e com o coração partido, Alicia pediu o divórcio, mas Joshua levou isso a sério. Quando finalmente se divorciou, ela se tornou uma artista renomada, admirada por todos. Consumido pelo remorso, Joshua a procurou na esperança de se reconciliar, apenas para encontrá-la nos braços de um poderoso magnata, que disse: "Diga olá para sua cunhada."
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Rena conheceu Waylen quando estava bêbada uma noite. Ela precisava da ajuda dele, enquanto ele se sentia atraído pela beleza dela. Assim, o que deveria ser apenas uma noite acabou se tornando algo sério. Tudo estava indo bem até que Rena descobriu que o coração de Waylen pertencia a outra mulher. Quando o primeiro amor de Waylen voltou, ele parou de voltar para casa, deixando Rena sozinha por muitas noites. Ela aguentou até receber um cheque e uma nota de despedida um dia. Para surpresa de Waylen, Rena tinha um sorriso no rosto ao se despedir dele. "Foi divertido nesse tempo, Waylen. Que nossos caminhos nunca se cruzem novamente. Tenha uma boa vida." No entanto, seus caminhos se cruzaram novamente. E desta vez, Rena tinha outro homem ao seu lado. Os olhos de Waylen ardiam de ciúmes e irritação. "Como você conseguiu seguir em frente tão facilmente? Eu pensei que você amava apenas a mim!" "Palavra-chave, amava!" Rena jogou o cabelo para trás e retrucou. "Há muitos outros homens por aí, Waylen. Além disso, foi você quem pediu o término. Agora, se quiser namorar comigo, terá que esperar na fila." No dia seguinte, Rena recebeu uma notificação de transferência de uma quantia enorme e um anel de diamante. Waylen apareceu novamente, se ajoelhou e disse: "Posso ter prioridade, Rena? Ainda quero você."
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Convencida de que havia sido abandonada ao nascer, Nadine voltou para sua família, furiosa, apenas para encontrar uma verdade cruel: sua mãe mentalmente instável, seu pai envenenado, um irmão em um casamento infeliz, um irmão injustamente preso, e o irmão mais novo intimidado por uma gangue. Enquanto a filha falsa zombava e conspirava contra a família, Nadine agia em segredo: curou sua mãe, tratou seu pai e ajudou seus irmãos. Rumores diziam que ela não era digna de Rhys, um poderoso magnata, e estava se aproveitando da influência dele, mas poucos sabiam que ela era uma médica incrível, uma assassina lendária, uma empresária misteriosa... Rhys ajoelhou-se. "Nadine, case-se comigo! Você terá o império inteiro aos seus pés!"
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Elliana, desfavorecida da família por causa da aparência fora do padrão, sempre sofria humilhação da meia-irmã, Paige. Paige, noiva do CEO Cole, era considerada a mulher perfeita - até o dia em que Cole se casou com Elliana, uma mulher "feia". Enquanto todos se perguntavam por que o CEO escolheu Elliana e esperavam que ela fosse descartada, a garota surpreendeu a todos ao revelar suas identidades: médica milagrosa, magnata das finanças, especialista em avaliação de empresas, gênio da IA... Quando aqueles que a maltrataram se arrependeram amargamente e imploraram por perdão, Cole postou uma foto de Elliana sem maquiagem, criando um alvoroço geral. "Minha esposa não precisa da aprovação de ninguém."


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