A Luta Pela Filha

A Luta Pela Filha

Gavin

5.0
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63
Leituras
11
Capítulo

A luz fria do hospital zumbia, as palavras do médico eram abafadas: "Sua filha, Sofia, está em coma devido a um traumatismo craniano grave." Minha pequena Sofia, de apenas sete anos, vítima de um atropelamento e fuga. Meu mundo desabou, mas então, minha esposa Alice, a advogada fria e calculista, chegou e, em vez de consolo, vieram as perguntas: "Onde você estava? Por que a deixou sozinha?" Um interrogatório brutal, não de uma mãe, mas de uma promotora. Eu era o pai culpado, afogando-me em desespero quando, por acaso, um celular esquecido gravou mais do que minhas notas: a voz venenosa de Lucas Costa, meu maior rival, e a risada gélida de Alice. Eles falavam de "um plano perfeito", de me destruir, roubar minha empresa e reputação. E o mais cruel: "Seria... mais limpo se ela não acordasse. O sofrimento dele seria eterno." Meu DNA seria plantado na minha própria filha para me incriminar. A mulher com quem vivi por uma década, a mãe da minha filha, desejava a morte dela? Como ela, uma advogada brilhante, pôde acreditar na mentira de que eu a droguei anos atrás, plantada por Lucas? Mas a dúvida nela, uma pequena semente de fúria e clareza, havia brotado. Era a hora de lutar, não pela minha liberdade, mas pela vida da minha única filha e pelo renascimento da verdade.

Introdução

A luz fria do hospital zumbia, as palavras do médico eram abafadas: "Sua filha, Sofia, está em coma devido a um traumatismo craniano grave."

Minha pequena Sofia, de apenas sete anos, vítima de um atropelamento e fuga. Meu mundo desabou, mas então, minha esposa Alice, a advogada fria e calculista, chegou e, em vez de consolo, vieram as perguntas: "Onde você estava? Por que a deixou sozinha?" Um interrogatório brutal, não de uma mãe, mas de uma promotora.

Eu era o pai culpado, afogando-me em desespero quando, por acaso, um celular esquecido gravou mais do que minhas notas: a voz venenosa de Lucas Costa, meu maior rival, e a risada gélida de Alice. Eles falavam de "um plano perfeito", de me destruir, roubar minha empresa e reputação. E o mais cruel: "Seria... mais limpo se ela não acordasse. O sofrimento dele seria eterno." Meu DNA seria plantado na minha própria filha para me incriminar.

A mulher com quem vivi por uma década, a mãe da minha filha, desejava a morte dela? Como ela, uma advogada brilhante, pôde acreditar na mentira de que eu a droguei anos atrás, plantada por Lucas?

Mas a dúvida nela, uma pequena semente de fúria e clareza, havia brotado. Era a hora de lutar, não pela minha liberdade, mas pela vida da minha única filha e pelo renascimento da verdade.

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