Casamento Farsa, Coração Partido

Casamento Farsa, Coração Partido

Nancy

5.0
Comentário(s)
2.2K
Leituras
10
Capítulo

Casei-me com Hugo há sete anos, amando-o profundamente, apenas para descobrir que meu casamento era uma farsa elaborada para proteger sua amante, Caroline. Ele não apenas teve um filho com ela, mas também sabotou minha carreira, entregando a ela a música que compus para ele e o violino que lhe dei de presente. Na festa de comemoração dela, Caroline tocou minha música, no meu violino, e depois me acusou falsamente de empurrá-la. Hugo, sem hesitar, correu para o lado dela, o amor em seus olhos era inegável. Naquele momento, meu coração se partiu. A aliança de casamento dele tinha o nome "Caroline" gravado por dentro. Sete anos de mentiras. Eu forjei minha própria morte para escapar, deixando para trás um vídeo que expôs o plágio de Caroline e arruinou sua vida. Enquanto o mundo lamentava minha morte e Hugo vivia em um inferno de arrependimento, eu renasci das cinzas, pronta para reivindicar a vida que me foi roubada.

Casamento Farsa, Coração Partido Capítulo 1

Casei-me com Hugo há sete anos, amando-o profundamente, apenas para descobrir que meu casamento era uma farsa elaborada para proteger sua amante, Caroline.

Ele não apenas teve um filho com ela, mas também sabotou minha carreira, entregando a ela a música que compus para ele e o violino que lhe dei de presente.

Na festa de comemoração dela, Caroline tocou minha música, no meu violino, e depois me acusou falsamente de empurrá-la. Hugo, sem hesitar, correu para o lado dela, o amor em seus olhos era inegável.

Naquele momento, meu coração se partiu. A aliança de casamento dele tinha o nome "Caroline" gravado por dentro. Sete anos de mentiras.

Eu forjei minha própria morte para escapar, deixando para trás um vídeo que expôs o plágio de Caroline e arruinou sua vida.

Enquanto o mundo lamentava minha morte e Hugo vivia em um inferno de arrependimento, eu renasci das cinzas, pronta para reivindicar a vida que me foi roubada.

Capítulo 1

O bilhete de avião no meu bolso era a minha promessa de liberdade, um segredo que Hugo nunca deveria descobrir. Em apenas três dias, estaria em um lugar onde o ar não teria o cheiro da mentira que sufocou meus últimos anos. Minha mala, escondida no fundo do closet, já continha o que restava da minha alma. Eu tinha planejado cada detalhe, cada despedida silenciosa, cada adeus que nunca seria dito abertamente.

Olhei para a janela, o sol da manhã pintando o horizonte de laranja e rosa, como uma pintura que Hugo talvez tivesse desprezado por não ser "autêntica". Eu costumava amar essas manhãs. Costumava ver nelas um novo começo, uma nova chance para nós. Agora, eram apenas o prelúdio para o meu próprio recomeço, um começo sem ele.

Eu mal podia esperar para que tudo ficasse para trás. As memórias, as promessas quebradas, o riso forçado. Tudo.

Meu telefone vibrou na minha mão, o nome de Kauã aparecendo na tela. Meu fiel assistente, meu único confidente. Ele era o único a par do meu plano.

"Está tudo pronto, Amanda," a voz dele sussurrou do outro lado, mas parecia gritar na quietude da casa. "Os documentos, o dinheiro, a rota de fuga. Você só precisa ir."

Senti um nó na garganta. Era real. Era iminente.

"Obrigada, Kauã," eu disse, a voz embargada, mal reconhecendo o som dela. "Você tem sido um anjo."

Uma sombra se projetou na porta. Meu coração deu um salto.

Hugo.

Meu corpo congelou. Meu sangue gelou nas veias. Eu estava tão absorta na minha despedida secreta que não o ouvi chegar.

Ele estava ali, na moldura da porta do nosso quarto, bonito como sempre, com aquele sorriso fácil que uma vez me fez sentir a mulher mais sortuda do mundo. O mesmo sorriso que agora me parecia uma máscara, um disfarce para a traição e a manipulação.

Ele me olhou, os olhos escuros percorrendo meu rosto, depois desceram para o telefone na minha mão. Um segundo. Dois segundos. Um milhão de pensamentos correndo pela minha mente.

Eu rapidamente apertei o botão para encerrar a chamada, jogando o telefone sem cerimônia sob o travesseiro, como uma criança pega em flagrante. Meu coração batia tão forte que podia sentir o som nos ouvidos. O som ensurdecedor da minha própria culpa.

"Com quem estava falando, meu amor?" a voz dele era suave, carregada daquela familiar ternura que ele usava tão bem. O veneno embrulhado em seda.

Eu engoli em seco. Minha mente correu para encontrar uma desculpa, uma mentira que soaria convincente. Eu me tornei uma mestra nisso nos últimos tempos.

"Ah, era a minha mãe," menti, forçando um sorriso que mal alcançou meus olhos. "Ela estava ligada no noticiário da manhã e queria saber se eu tinha visto a previsão do tempo para a nossa viagem de aniversário."

Ele assentiu lentamente, o sorriso nunca vacilando. Não havia uma ruga de suspeita em seu rosto, nem um brilho de desconfiança em seus olhos. É claro que não. Ele nunca suspeitaria. Ele acreditava que eu era sua, sua propriedade, sua ferramenta.

"Sua mãe é uma doçura," ele murmurou, aproximando-se da cama. Seus olhos ainda tinham aquele brilho. O brilho que eu costumava confundir com amor. "E sobre a viagem... o que você prefere para o jantar hoje? Algo leve, talvez? Você parece um pouco pálida ultimamente."

A preocupação em sua voz era tão convincente que, por um microsegundo, meu coração apertou. Ele era tão bom em atuar. Tão perfeito em fingir.

"Sim, algo leve seria bom," eu disse, a voz soando mais estável do que eu esperava. Minhas mãos, porém, tremiam levemente sob o lençol.

Ele se sentou na beirada da cama, sua mão automaticamente alcançando a minha, os dedos longos e quentes entrelaçando-se nos meus. Era um gesto tão natural, tão habituado. Quantas vezes eu havia sentido essa mão, essa maciez, essa promessa de proteção?

Ele acariciou o dorso da minha mão com o polegar. "Você tem trabalhado demais, Amanda. Precisa se cuidar. Precisa descansar."

Sua voz era um bálsamo, a preocupação em seus olhos tão genuína que qualquer estranho teria acreditado. A sociedade o via assim, o marido dedicado, o arquiteto talentoso que havia conquistado o coração da empresária mais bem-sucedida da cidade. Todos elogiavam a nossa história, a nossa "química", a forma como ele me tratava.

Eu costumava acreditar nisso também. Costumava me sentir tão grata, tão abençoada. Ele era a personificação do meu sonho, o homem que me fez sentir segura, amada, completa. Eu o amava com uma intensidade que chegava a doer, e pensava que ele me amava da mesma forma.

Mas a verdade, cruel e implacável, havia se revelado em camadas, como uma cebola podre. Uma camada de mentira de cada vez, até que não restasse nada além de um vazio fétido. O homem que eu amava era uma fachada, um ator. Sua ternura, seus cuidados, seu olhar de devoção – tudo era um roteiro.

Seu coração pertencia a outra. Sempre pertenceu.

Ele não estava me usando para ascender socialmente, como eu havia pensado inicialmente. Ele estava me usando para proteger ela. Para construir o império dela. Para pavimentar o caminho dela para o sucesso.

"Você não diz nada, meu amor?" ele perguntou, sua voz me puxando de volta da minha espiral de memórias dolorosas.

Eu apenas o encarei, incapaz de formular uma palavra. As palavras se recusavam a sair. Minha garganta estava fechada, meu peito apertado. Uma parte de mim queria gritar, queria rasgar essa máscara de perfeição que ele usava.

Ele se inclinou, me abraçando com um carinho que me fez querer vomitar. Seus braços apertaram minha cintura, seu queixo apoiado na minha cabeça. O cheiro dele, que um dia foi meu refúgio, agora era o cheiro da traição.

"Tenho uma notícia incrível," ele sussurrou em meu ouvido, a voz vibrando de entusiasmo. "Caroline... ela está grávida!"

O mundo parou. Meu sangue gelou. Caroline. Grávida.

A garganta que já estava fechada agora se tornou um deserto. Minha mente, que já estava em caos, agora se transformou em um turbilhão de areia.

"E não é só isso!" ele continuou, alheio ao meu silêncio, à minha imobilidade. "Ela ganhou o prêmio, Amanda! O prêmio de arquitetura internacional! O mesmo para o qual você também se inscreveu!"

Ele se afastou um pouco para me olhar, os olhos brilhando de orgulho, de alegria. Orgulho e alegria por ela.

"Vamos comemorar hoje à noite! Ela está organizando uma festa enorme e nos convidou pessoalmente! Seremos os convidados de honra!"

Ele me abraçou de novo, apertado, e no fundo da minha mente, eu ouvi um estalo. O som de algo se quebrando irremediavelmente dentro de mim.

"Eu sei que você não gosta muito dela," ele disse, sua voz um pouco mais suave agora, com um toque de falsa compreensão. "Então, se quiser, pode ficar em casa. Eu te espero."

Mas eu não o esperaria. Nunca mais.

Continuar lendo

Outros livros de Nancy

Ver Mais
Cem Dias Para Mudar o Destino

Cem Dias Para Mudar o Destino

Romance

5.0

"Ana, acorda, a gente vai se atrasar." A voz fria de João Pedro me tirou de um pesadelo, só para me jogar em outro: o dia do nosso casamento, dez anos atrás. Eu havia voltado no tempo. Em minha vida passada, João morreu salvando minha vida em nosso décimo aniversário de casamento, um acidente que era, para ele, uma libertação. Ele morreu infeliz, preso a mim por uma promessa feita ao meu pai, e não por amor, pois seu coração pertencia a outra mulher, Ana Clara. A pontada aguda de arrependimento em meu peito era real: eu o sufoquei com meu amor egoísta. Desta vez, eu não ia assinar aquele papel. "Eu não vou me casar com você," eu disse, para o choque dele e de meus pais. Parecia que eu estava enlouquecendo, mas eu tinha uma segunda chance, um limite de cem dias para realizar todos os desejos não cumpridos de João, aqueles que eu descobri em seu diário oculto após sua morte. Porém, o destino não se dobrava tão facilmente. No cartório, minha recusa escrita sumiu, substituída por minha assinatura perfeita. A voz etérea que me concedeu essa segunda chance ecoou: "O destino não pode ser mudado tão facilmente, você deve desfazer os nós, não apenas cortá-los." Ainda estávamos casados, ao menos legalmente. O primeiro dos desejos de João era ficar com Ana Clara, sua grande paixão. Então Lúcia, a Ana Clara desta linha do tempo, ligou: "Eu... eu sofri um acidente de carro. Estou no Hospital Santa Maria." João não hesitou, correu para ela, me deixando para trás mais uma vez. Ao tentar explicar o ocorrido em casa, a desculpa fraca de uma emergência familiar se esvaiu quando soube do que me acusavam no hospital. "O carro dela foi sabotado! E a polícia disse que a última pessoa que ligou para ela, ameaçando-a, foi você!" João gritou, minha suposta ameaça o deixava cego. Eu, a vilã? Meu desespero crescia. No hospital, João me tratou como um objeto, um mero reservatório de sangue raro para Lúcia. "Tirem o quanto for necessário!" ele ordenou, e eu, exausta e invisível, permiti, me sacrificando ao limite da vida. Mais tarde, ele ainda me acusou, esfaqueando-me com uma ingratidão que me fez desistir. "Significa que eu cansei, João. Acabou," eu declarei, cortando os laços. Minha missão agora era libertá-lo de mim, mesmo que isso ferisse a mim e aos meus pais. "Eu vou estudar no exterior, vou fazer aquele mestrado em artes que eu sempre quis," anunciei, uma mentira com fundo de verdade para quebrar as correntes. Para convencer meus pais a libertá-lo da promessa, inventei um pesadelo premonitório. "No sonho... ele... ele morria em um acidente de carro, porque se sentia preso a mim," eu gaguejei, as lágrimas genuínas. Eles hesitaram, mas o medo de uma tragédia os fez ceder. Quando João voltou, ouviu seu mundo desabar. Uma gravação de Lúcia revelou sua verdadeira natureza vil, zombando dele e de mim. A ironia era esmagadora: ele havia pisoteado o verdadeiro amor que eu lhe dei por uma miragem. Pela primeira vez, vi seu rosto pálido e chocado de vergonha. Ana estava viva, mas longe. Dez anos depois, eu era uma curadora de arte em Paris, e ele um arquiteto de sucesso. Nesse reencontro, sob o céu estrelado, ele pediu: "Eu posso... eu posso ser seu irmão?" Eu, a antiga Ana que um dia implorou pelo amor dele, aceitei. "Irmão. Eu aceito." E assim, em vez de se odiarem, eles foram curados.

Nova Aventura: Além Deste Mundo

Nova Aventura: Além Deste Mundo

Romance

5.0

Hoje, Dia dos Namorados, era também o aniversário de sete anos do meu filho, Pedro. Casei-me com Ricardo há cinco anos, cinco anos em que lutei desesperadamente pelo seu amor. No auge da comemoração, em meio a risadas e elogios à nossa "família perfeita", Pedro correu até nós. Com seus olhos brilhando, ele olhou para Ricardo e disse em alemão fluente, uma língua reservada para seus segredos: "Pai, meu desejo de aniversário é que você e a mamãe se divorciem." "E eu quero que a tia Beatriz seja minha nova mãe." O mundo ao meu redor desmoronou. Olhei para Ricardo, esperando sua repreensão, sua negação. Mas ele apenas sorriu. Um sorriso de alívio genuíno. "Seu desejo será realizado em breve, meu filho", ele respondeu, também em alemão. Meu coração parou. A festa continuou, mas para mim, tudo havia acabado. Mais tarde, com a saída dos convidados, Ricardo me entregou um envelope, sua expressão fria. Era o acordo de divórcio. Com uma indenização milionária. "Por quê?", sussurrei, as mãos trêmulas. Ele suspirou, cansado. "Ana Lúcia, você nunca entendeu? Você sempre foi só uma substituta. A mulher que eu amo, que sempre amei, é sua irmã, Beatriz." A verdade me atingiu como um soco. Eu, que o amei secretamente, cuidei dele após o acidente que a noiva - Beatriz - abandonou, fui um mero tapa-buraco conveniente. Minha alma escureceu. Peguei a caneta e assinei. No dia seguinte, a humilhação se tornou pública. Minhas malas na porta. Pedro gritava: "A mamãe má está indo embora! A tia Bia está vindo!" Ricardo abriu a porta para Beatriz, que entrou triunfante, com um olhar de desprezo e pena. A notícia se espalhou como fogo. Ricardo anunciou o noivado horas após o divórcio. Eu era a piada nacional, a esposa indesejada. Tranquei-me no quarto de hotel mais caro, o dinheiro queimando. Uma voz mecânica ecoou na minha cabeça: "[Anfitriã, a tarefa designada a você neste mundo foi concluída. Deseja partir?]" Era o sistema. A razão pela qual eu estava aqui. "Sim", sussurrei para o vazio. "Me tire daqui. Para sempre." Uma contagem regressiva apareceu. 30 dias. Senti um misto de alívio e vingança. Se eu ia desaparecer, seria nos meus próprios termos. Peguei o telefone. "Quero a suíte presidencial. E todo o champanhe que tiverem." A festa começou.

A Ascensão do Homem Quebrado

A Ascensão do Homem Quebrado

Bilionários

5.0

Na véspera do nosso décimo aniversário de casamento, Maria, minha esposa, me surpreendeu ao sugerir novas fotos de casamento. Ela, que nunca ligou para romance, de repente estava brilhando, dizendo que seria uma recompensa por todo meu esforço pela família. Meu coração, há muito adormecido, se encheu de esperança: talvez nosso amor ainda pudesse ser salvo. Mas a farsa se revelou no dia seguinte, na celebração que preparei com tanto carinho. Na nossa foto recém-tirada, alguém pichou com tinta vermelha a palavra "amante" sobre a minha imagem. O riso congelou em meu rosto, e os sussurros dos convidados se transformaram em desprezo. Então, Ricardo, o assistente dela, surgiu, os olhos vermelhos, e "acidentalmente" mostrou a mesma tinta vermelha em suas mãos. A verdade explodiu em minha mente, fria e brutal: ele era o amante. Eu, João, não aguentei mais; rasguei a foto, dez anos de amor desfeitos em pedaços. Naquela mesma noite, Ricardo postou nas redes sociais um relógio de luxo, meu presente de aniversário para Maria, e fotos de casamento - dele e de Maria. A legenda era um soco no estômago: "Amor e desamor são óbvios, nós somos o par perfeito." Eu estava em choque, mas Maria, ao telefone, só se importava com o "pobre" Ricardo, me acusando de intimidá-lo. Dez anos de casamento, e para ela, eu era apenas um estranho incômodo. Humilhado e exausto, propus o divórcio. A resposta dela foi um riso zombeteiro: "Divórcio? João, você se acha? Sem mim, você não é nada! Você é um perdedor inútil, um sustentado!" Aquela palavra, "sustentado", quebrou o que restava da minha dignidade. Relembrei nosso filho, perdido anos antes, e ouvi Maria usar essa tragédia para me ferir ainda mais. Chega! Eu estava cansado de ser manipulado. Decidi agir: "Prepare os papéis. Quero discutir a divisão de bens." Mas a dor ainda não havia acabado. Descobri que as "novas fotos de casamento" que ela mencionou eram, na verdade, um ensaio íntimo e sensual dela com Ricardo. A náusea era intensa, não só física, mas da vida que eu havia construído sobre a areia. E então, recebi a provocação final: uma foto de teste de gravidez positivo, enviada por Ricardo. A mensagem era clara: "Maria está grávida. O bebê é meu. Ela vai se divorciar de você e ficar comigo. Desista, perdedor." Subestimaram minha fúria. Liguei para o meu advogado: "Entre com o pedido de divórcio. Agora." Liguei para um contato na mídia: "Eu tenho uma história para você. Chegou a hora da verdade." A guerra havia começado, e eu a venceria.

Você deve gostar

A Luna Preciosa do Rei Licantropo

A Luna Preciosa do Rei Licantropo

Jhasmheen Oneal

Narine nunca esperou sobreviver, não depois do que fizeram com seu corpo, mente e alma, mas o destino tinha outros planos. Resgatada por Sargis, Alfa Supremo e governante mais temido do reino, ela se via sob a proteção de um homem que não conhecia... e de um vínculo que não compreendia. Sargis não era estranho ao sacrifício. Implacável, ambicioso e leal ao vínculo sagrado de companheiro, ele havia passado anos buscando a alma que o destino lhe prometeu, nunca imaginando que ela chegaria a ele quebrada, quase morrendo e com medo de tudo. Ele nunca teve a intenção de se apaixonar por ela... mas se apaixonou, intensamente e rapidamente. E ele faria de tudo para impedir que alguém a machucasse novamente. O que começava em silêncio entre duas almas fragmentadas lentamente se transformou em algo íntimo e real, mas a cura nunca seguia um caminho reto. Com o passado perseguindo-os e o futuro por um fio, o vínculo deles foi testado repetidamente. Afinal, se apaixonar é uma coisa, e sobreviver a isso é uma batalha por si só. Narine precisava decidir se poderia sobreviver sendo amada por um homem que queimava como fogo, quando tudo o que ela sempre sabia era como não sentir nada? Ela se encolheria em nome da paz ou se ergueria como Rainha pelo bem da alma dele? Para leitores que acreditam que mesmo as almas mais fragmentadas podem se tornar inteiras novamente, e que o verdadeiro amor não te salva, mas estará ao seu lado quando você se salvar.

Renascendo dos Escombros: O Retorno Épico de Starfall

Renascendo dos Escombros: O Retorno Épico de Starfall

Su Liao Bao Zi

Sangrando no volante do meu carro destruído, com a visão turva e o gosto de cobre na boca, usei minhas últimas forças para ligar para o meu marido. Era a minha única chance de salvação nesta tempestade. Mas quem atendeu foi o assistente dele, com uma frieza metálica: "O Sr. Wilson disse para parar com o teatro. Ele mandou avisar que não tem tempo para a sua chantagem emocional hoje." A linha ficou muda. Enquanto os paramédicos me arrastavam para fora das ferragens, vi na TV da emergência o motivo da "ocupação" dele. Meu marido estava ao vivo, cobrindo sua ex-namorada, Gema, com seu paletó para protegê-la da mesma chuva que quase me matou. O olhar dele para ela era de pura adoração. Quando voltei para a nossa cobertura para pegar minhas coisas, encontrei no bolso daquele mesmo paletó uma ultrassonografia com o nome dela. Ao me ver, ele não perguntou se eu estava bem. Ele me chamou de "decoração quebrada", jogou um cheque em branco na minha cara e congelou todos os meus cartões de crédito. "Você não é nada sem mim," ele disse, rindo com desdém. "Vai rastejar de volta em uma semana quando a fome apertar." Ele achava que tinha se casado com uma esposa troféu inútil e dependente. O que Arpão não sabia é que a "decoração" tinha uma vida secreta. Eu sou Starfall, a lenda anônima da dublagem, com milhões escondidos em contas offshore que ele nem sonha que existem. Limpei o sangue do rosto, peguei meu microfone profissional e caminhei até o estúdio da empresa dele. Não para pedir desculpas. Mas para roubar o papel principal do filme que a amante dele desesperadamente queria, e destruir o império deles com a minha voz.

Não Mais a Sra. Cooley: O Retorno da Arquiteta

Não Mais a Sra. Cooley: O Retorno da Arquiteta

Sandra

Fui ao cartório buscar uma cópia da certidão de casamento para a auditoria do fundo fiduciário do meu marido, achando que era apenas uma burocracia. O funcionário me olhou com pena e soltou a bomba: "Não há registro. O documento nunca foi devolvido. Legalmente, a senhora é solteira." Tentei argumentar, mostrando as fotos da nossa cerimônia luxuosa no Plaza, mas meu celular vibrou na hora errada. Uma notificação de álbum compartilhado apareceu na tela: "Nosso Segredinho". Ao abrir, meu sangue gelou. A primeira foto era da minha melhor amiga, Brylee, segurando um teste de gravidez positivo na varanda da nossa casa de férias. Logo abaixo, uma mensagem de texto do meu "marido", Gray: "Feliz aniversário de três anos, amor. Assim que o dinheiro do fundo cair na conta hoje, acabamos com essa farsa. Aquela estéril vai sair sem nada." A náusea me atingiu. Tudo se encaixou. Os três anos eram o prazo exato para ele acessar a herança. Eu não era uma esposa; eu era um adereço temporário. Eles não registraram o casamento de propósito para me descartarem sem divisão de bens assim que ele pegasse o dinheiro. Eu deveria estar quebrada. Deveria estar chorando na calçada. Em vez disso, peguei meu batom vermelho sangue e o apliquei com precisão cirúrgica. Entrei num táxi e, quando o motorista perguntou o destino, não dei o endereço de casa. Dei o endereço do maior inimigo comercial da família Cooley. Se eu não sou a Sra. Cooley, serei o pior pesadelo deles.

Capítulo
Ler agora
Baixar livro
Casamento Farsa, Coração Partido Casamento Farsa, Coração Partido Nancy Moderno
“Casei-me com Hugo há sete anos, amando-o profundamente, apenas para descobrir que meu casamento era uma farsa elaborada para proteger sua amante, Caroline. Ele não apenas teve um filho com ela, mas também sabotou minha carreira, entregando a ela a música que compus para ele e o violino que lhe dei de presente. Na festa de comemoração dela, Caroline tocou minha música, no meu violino, e depois me acusou falsamente de empurrá-la. Hugo, sem hesitar, correu para o lado dela, o amor em seus olhos era inegável. Naquele momento, meu coração se partiu. A aliança de casamento dele tinha o nome "Caroline" gravado por dentro. Sete anos de mentiras. Eu forjei minha própria morte para escapar, deixando para trás um vídeo que expôs o plágio de Caroline e arruinou sua vida. Enquanto o mundo lamentava minha morte e Hugo vivia em um inferno de arrependimento, eu renasci das cinzas, pronta para reivindicar a vida que me foi roubada.”
1

Capítulo 1

12/12/2025

2

Capítulo 2

12/12/2025

3

Capítulo 3

12/12/2025

4

Capítulo 4

12/12/2025

5

Capítulo 5

12/12/2025

6

Capítulo 6

12/12/2025

7

Capítulo 7

12/12/2025

8

Capítulo 8

12/12/2025

9

Capítulo 9

12/12/2025

10

Capítulo 10

12/12/2025