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A esposa que ele tentou apagar

Capítulo 5 

Palavras: 957    |    Lançado em: 03/12/2025

Vista d

mexeu, a cabeça em meu peito, sua respiração suave e regular. Senti uma paz fugaz, mas ela foi rapidamente perfurada

máticas de Helena para chamar minha atenção. Uma tentativa desesperada de me deixar com ciúmes. "Ela sempre faz isso, queri

ível. Tão emocional. Tentei ligar de volta, só para ter certeza, mas Beatriz pegou meu ce

ipular. Ela estava sempre se agarrando, sempre precisando. Era exaustivo. Beatriz era vibrante, im

tando todos os eventos de alto perfil. Dei festas luxuosas para ela, financiei sua turnê de arte global. Sua instalação

parecia um dreno constante. Sua "visão" artística muitas vezes significava comportamento errático, mudanças de última hora e explosões públicas que eu, como seu patr

sono, me peguei distraidamente pegando o telefone. "Helena", murmurei, o nome esca

. Fazia um mês. Isso era incomum, mesmo para Helena. Ela sempre encontrava uma maneira d

sença silenciosa. Sua lealdade inabalável. Afastei o recipiente de comida gourmet de B

ra dançavam no facho de luar que se filtrava pela janela. Fazia meio mês

Estou no cemitér

o. Uma manipulação. Mas e se não fosse? E se eu estivesse errado? Minha respira

icou frio. Meu coração batia contra minhas cost

u assistente, pálido e gaguejante, conectou a

a afiada, tingida de um medo q

es. Eles precisam que você os identifique. El

ganados! Helena está bem! Ela provavelmen

acreditamos que a Sra. Wyatt esteve envolvida em um incidente relacionad

osse pura. Mas o medo, frio e implacável, já havia perfurado minha negação.

o, brilhando opacamente, estava sua aliança de casamento. A que

ponto de tráfico de drogas ao longo da costa", disse o detetive, sua voz gra

te, ocas e aterrorizantes. Helena. Morta. Jogada no mar. Olhei pa

a não está. Ela não pode estar. Ela está apenas

içoeiras. E a natureza do crime... acreditamos que foi um cartel

a o escuro, que temia espaços fechados. Jogada no vasto, frio e escuro oceano. Seus últimos momentos, cheios de terr

que roubou meu fôlego. Senti um jorro quente na boca. Sang

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A esposa que ele tentou apagar
A esposa que ele tentou apagar
“Meu médico me disse que eu tinha duas semanas antes que um hematoma cerebral apagasse todas as minhas memórias. Liguei para meu marido, Arthur, minha rocha, desesperada por seu conforto. Ele desligou na minha cara. Uma mensagem de texto veio em seguida: Venha para a Galeria Íris. Agora. Lá, fui drogada, despida e colocada em um pedestal giratório como uma instalação de arte ao vivo para sua amante, Beatriz. Ele assistia da multidão, sorrindo, e a beijou enquanto o público aplaudia minha humilhação. Quando descobri que estava grávida, ele escondeu o ultrassom. Então, para o próximo "conceito de arte" de Beatriz, ele mandou seus homens me arrastarem para um hospital e me forçou a abortar nosso filho. Ele expôs o corpo do nosso bebê na galeria. Depois de ser sequestrada por homens que Beatriz contratou, liguei para ele uma última vez, implorando por minha vida enquanto eles me seguravam sobre um penhasco. Ele estava com ela. "Pare com essa palhaçada", ele disse, irritado, antes de desligar. Eles cortaram a corda, e eu mergulhei no mar gelado. Mas eu não morri. Acordei em Lisboa sem memória, com um novo nome e um homem gentil chamado Caio que cuidou de mim até eu me recuperar. Dois anos depois, voltei para São Paulo de braços dados com Caio, pronta para nossa festa de noivado. E eu o vi na multidão, seus olhos arregalados de incredulidade. "Helena?", ele sussurrou, seu rosto uma máscara de esperança e horror. "É você mesma?"”
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