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Sangue na Neve, Uma Vida Perdida

Capítulo 2 

Palavras: 1133    |    Lançado em: 24/12/2025

ar o fluxo. A torta, antes um símbolo do nosso futuro compartilhado, agora estava sobre a mesa, fria e intocada, um monumento a um amor que nunca existiu de verdade. Ano

ha avó, em sua startup de tecnologia iniciante. Coloquei minha própria carreira de design em espera, desenhando logotipos e interfaces de usuário para a empresa dele, trabalhando até tarde da noite, mo

vácuo, frio e absoluto. Eu fui uma tola, uma participante voluntária do meu próprio coração partido.

uma certeza arrepiante, que a vida que eu esperava nutrir dentro de mim, a

visão estava turva, mas um pensamento único e claro cortou a névoa: eu tinha que ir

no fazendo pouco para afastar o frio cortante de Campos. A senhora idosa

." Ela fez uma pausa, seus olhos se suavizando. "M

do um maço amassado de dinheiro pelo balcão. "Uma passagem. Par

ra você, depois cancelava no último minuto, só para poder te surpreender, te levar de carro para onde você quisesse ir." Um sorriso nostálgico tocou seus lábios. "Ele era tão apaixonado, aquele rapaz. Uma vez, ele não tinha o sufici

Natal. Ele apareceu na minha porta, com o rosto queimado pelo frio e exausto, segurando uma única rosa ve

doce, agora parecia veneno. Aquele rapaz, aquele que fazia bicos pela minha felicidade, s

elena é a única que me vê, o verdadeiro eu. Se eu a perder, perco tu

te constante da vida que se esvaía. A passagem de ônibus parecia uma pedra pesada na minha

custa mais do que esta estação inteira. Não deixe ninguém te dizer o seu valor, querida

iversário, um símbolo de sua recém-adquirida riqueza, mas oco, sem sentido. A

aio estava lá, o cabelo desgrenhado, a respiração ofegante. Seus olhos, g

abraço esmagador. Seu cheiro - colônia cara, um toque de desespero - encheu mi

m pedacinhos. Ele segurou meu rosto, seus polegares traçando as trilh

. Eu estava em silêncio, entorpecida. Lá dentro, um cachecol de caxemira estava jogado sobre o banco do passagei

or profunda e persistente que ecoava o vazio interior. Caio, alheio, tag

a ela que precisa encontrar seu próprio caminho. Que você é o meu mundo, Helena. Sempre foi." Ele fez uma pausa, estendend

spírito cansado demais para palavras. Ele não percebeu. Ele apenas continuou dirigindo, falando sobre o

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Sangue na Neve, Uma Vida Perdida
Sangue na Neve, Uma Vida Perdida
“No nosso sexto aniversário, descobri que meu noivo, Caio, tinha dado o medalhão de herança da minha avó para sua colega "frágil", Carmen. Quando o confrontei, ele me deu um tapa no rosto. Depois, me arrastou para a neve, forçando-me a ficar de joelhos para pedir desculpas a Carmen por tê-la chateado. O estresse e a violência dele provocaram um aborto espontâneo. Eu estava perdendo nosso bebê bem ali, aos pés dele. Ele nem sequer notou o sangue manchando a neve. Estava ocupado demais consolando a mulher que escolheu em vez de mim e do nosso filho. Eu fui embora naquela noite e nunca mais olhei para trás. Três anos depois, após construir uma nova vida e uma confeitaria de sucesso, ele apareceu na minha porta, a sombra do que já foi, morrendo de câncer. Ele desabou, tossindo sangue aos meus pés, implorando por um perdão que eu não tinha mais para dar.”
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