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Sangue na Neve, Uma Vida Perdida

Capítulo 6 

Palavras: 840    |    Lançado em: 24/12/2025

oco, um recipiente vazio à deriva em um mar de dor. Pisquei, tentando limpar a névoa da minha mente, e meu olhar se desviou para o teto. Um

ves, entrou no quarto. "Você a

ava irritada, seca. Consegui apenas um s

tem sorte de estar viva. Por um tempo, ficamos preocupados." Ela fez uma pausa, seu olhar se suavizando. "Você está em um quarto particul

chei os olhos, uma nova onda de dor, desta vez emocional, me

Pela janela, eu podia ver galhos de árvores nus, pesados de neve fresca, curvando-se

é de Campos do Jordão, senhorita Delaney?" ela perguntou, s

ão. Não sou daqui. E não, não tenho família aqui." Fiz uma pausa, u

ela pergunt

ste lugar." Uma resolução profunda e inabalável se instalou em meu coração. "Eu vou embo

ecisão. Mas às vezes, um novo começo é exatamente o que você precisa." Ela parou na porta. "Seu parceiro... o Sr. Rodgers... ele me pediu para lhe dar um recado. Ele d

escolheu. Uma risada amarga e irônica ficou presa na minha garganta. Eu não senti nada. Nenhuma rai

nxurrada de notificações piscou na tela. Chamadas perdidas de Caio. Men

que você estava grávida. Por favor, me di

sem responder. En

deu em mim. Vou consertar, eu juro. Vamos nos casar. Vamos ten

era apenas "tristeza". Ele não conseguia nem compreender a profundidade da traição, da pe

e Caio. Então, bloqueei o número dele. E o de Carmen. E de qualquer outra pessoa

iro voo para São Paulo

ia suportado. Balancei as pernas para fora da cama, meus músculos rígidos e fracos, mas minha resolução era de ferro. Juntei

hospital, antes um lugar de medo, agora representavam uma prisão da qual eu tinha que escapar. Empurrei as portas au

rastros do meu passado quebrado. Campos do Jordão, vo

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Sangue na Neve, Uma Vida Perdida
Sangue na Neve, Uma Vida Perdida
“No nosso sexto aniversário, descobri que meu noivo, Caio, tinha dado o medalhão de herança da minha avó para sua colega "frágil", Carmen. Quando o confrontei, ele me deu um tapa no rosto. Depois, me arrastou para a neve, forçando-me a ficar de joelhos para pedir desculpas a Carmen por tê-la chateado. O estresse e a violência dele provocaram um aborto espontâneo. Eu estava perdendo nosso bebê bem ali, aos pés dele. Ele nem sequer notou o sangue manchando a neve. Estava ocupado demais consolando a mulher que escolheu em vez de mim e do nosso filho. Eu fui embora naquela noite e nunca mais olhei para trás. Três anos depois, após construir uma nova vida e uma confeitaria de sucesso, ele apareceu na minha porta, a sombra do que já foi, morrendo de câncer. Ele desabou, tossindo sangue aos meus pés, implorando por um perdão que eu não tinha mais para dar.”
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