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Sangue na Neve, Uma Vida Perdida

Capítulo 3 

Palavras: 1104    |    Lançado em: 24/12/2025

viou a ela um aviso de demissão no dia seguinte, citando "diferenças irreconciliáveis de conduta profissional". Ele me mostrou orgulhosa

arado às pressas no balcão, ou uma pilha de minhas roupas recém-saídas da secadora. Pequenos gestos domésticos, tentativas de remendar o tecido de nossa vida, mas pareciam remendos costurados em um fantasma. Eu estav

usta, a comida revirava meu estômago, e eu passava as manhãs curvada sobre o vaso sanitári

stante. "Tem uma gripe por aí. Peguei uns remédios para você." Ele colocou um pequeno frasco d

mprimidos com um gole de água, desesperada por qua

Algo parecia terrivelmente errado. Dirigi até a clínica mais próxima, minha

ados, olhou para mim com gravidade após uma série

s conflitantes - alegria, medo, incredulidade total - me invadiu.

er tomado algum med

nziu. "Essa combinação específica... não é segura durante a gravidez. Especialmente n

as costelas, um pássaro frenético preso em uma gaiola. A espera agonizante pelos resultados do ultrassom foi o período mais longo da minha vida. Cada segund

, senhorita Delaney. Por enquanto, parece bem. Mas você precisa ser extremamente cuida

bê. Meu milagre. A alegria era inebriante, avassaladora. A náusea de antes era agora uma bela confirmação, uma p

bebida velha e a algo mais - um perfume enjoativo e doce que não era o meu.

oz carregada de uma preocupação que a

de negócios." Ele evitou meus olhos, indo direto para o banheiro, a po

icação piscou, uma nova mensagem. Meu coração disparou, uma premonição terrível

ate-papo. Carmen Wells. Meus olhos percorrer

be como melhorar tudo. O Sr. Oliveira estava tã

men. Você sabe que sempre protegere

queria... queria que pudéssemos ser uma famíli

eja paciente. Já conversamos sobr

o ex abusivo de Carmen. Caio ainda estava bancando o herói, ainda envolvido, ainda fazendo promessas. Meu bebê. Nosso bebê. Como eles o chama

ção presa na garganta. Outra mensage

uando você precisa de mim. E além disso, eu odeio a ideia d

medalhão. A discussão. O dinheiro. Não era sobre Carmen precisar dele para se "acalmar".

teclado, uma fúria desesperada e irracional me possuindo. Digit

uladora! Fica longe do m

que a mensagem foi entregue, a porta do banheiro rangeu ao se abrir. Caio estava lá

lar, Helena?" Sua voz era baixa, perigo

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Sangue na Neve, Uma Vida Perdida
Sangue na Neve, Uma Vida Perdida
“No nosso sexto aniversário, descobri que meu noivo, Caio, tinha dado o medalhão de herança da minha avó para sua colega "frágil", Carmen. Quando o confrontei, ele me deu um tapa no rosto. Depois, me arrastou para a neve, forçando-me a ficar de joelhos para pedir desculpas a Carmen por tê-la chateado. O estresse e a violência dele provocaram um aborto espontâneo. Eu estava perdendo nosso bebê bem ali, aos pés dele. Ele nem sequer notou o sangue manchando a neve. Estava ocupado demais consolando a mulher que escolheu em vez de mim e do nosso filho. Eu fui embora naquela noite e nunca mais olhei para trás. Três anos depois, após construir uma nova vida e uma confeitaria de sucesso, ele apareceu na minha porta, a sombra do que já foi, morrendo de câncer. Ele desabou, tossindo sangue aos meus pés, implorando por um perdão que eu não tinha mais para dar.”
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