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Você disse para eu morrer em silêncio, e eu morri

Capítulo 4 

Palavras: 683    |    Lançado em: 05/01/2026

ena

lo acalmando-a, sua voz vibrando pelo

de eu havia batido na parede, mas a dor física era uma misericórdia, um

rrou. Para

escuras, clavículas salientes como cabides. Como ele não via? Como ele

porque ele parou de olha

iagem para esconder o tom amarelado d

ssar; eles não se importavam para onde a esposa e

retrato. Uma imagem final para o funeral, para que as pessoas

se para sorrir. Eu tentei, mas a e

ovas uma hora depois, o

Ele segurava a

elaram. E

e, o destino tinha que escol

ntou. Sua voz era baixa, perigosa. - Es

ande contra o peito.

arecia radiante. Grávida. Vitoriosa

. - Meio tarde para mudar de carreir

rancou o envelope antes

e, o pânico subindo

bloqueando. - O que é isso? Evid

ulso. Seu aperto

-me - el

envelope. Ela ti

o preto, parecendo serena e final. Era

ou por um segundo, depois

ma ameaça de suicídio? Dante, olhe. Ela está planejando

. Ele parecia perturbado, até assombrado

erguntou. - Você ameaça se matar?

ldura se estilhaçou no chão. Vi

você se arrepender

ou um pedaço da moldur

na, então morra. Pare

rena. Vamos encontrar outro estúd

chão, em meio ao vidro quebrado e ao rosto em

rando por suas fotos de passa

querida - ela sussurrou

cisava de uma estranha

hovendo. Não abri meu gu

icos da minha bols

uma aspirina quando tinha dor de cabeça. Ele

mandava apres

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Você disse para eu morrer em silêncio, e eu morri
Você disse para eu morrer em silêncio, e eu morri
“A médica me disse que eu tinha trinta dias de vida. Exatamente dez minutos depois, meu marido me disse que sua amante estava grávida. Eu estava sentada na sala de estar de mármore frio da mansão dos Costello, observando Dante andar de um lado para o outro. Ele era o Chefe do Comando de São Paulo, o homem cujos ferimentos eu costumava costurar no banheiro de um conjugado quando não tínhamos nada. Agora, ele me olhava com olhos mortos. - A Lorena vai se mudar para cá - ele disse, casualmente. - Ela carrega o herdeiro. Você vai criá-lo. Ele tratou a destruição do nosso casamento como um acordo de negócios. Tentei falar sobre a dor que devorava minhas entranhas, o câncer em estágio IV que tornava o simples ato de ficar de pé uma agonia. Mas ele apenas revirou os olhos, chamando minha fraqueza de "ciúme" e meu silêncio de "teatrinho". Ele chegou a destruir nossa primeira casa - o esconderijo onde nos apaixonamos - para construir um quarto de bebê para ela. Quando finalmente perguntei: "E se eu estiver morrendo?", ele nem sequer fez uma pausa a caminho da porta. - Então morra em silêncio - ele disse. - Já tenho dores de cabeça demais por hoje. Então, eu o fiz. Queimei cada foto nossa. Assinei os papéis do divórcio. E fui a um cemitério municipal comprar um túmulo com meu nome de solteira, longe do mausoléu da família dele. Morri sozinha em um banco de pedra frio, exatamente como ele pediu. Foi só quando ele ficou de pé no necrotério, segurando minha mão esquelética e percebendo que eu não pesava nada além de ossos e luto, que o Rei de São Paulo finalmente quebrou. Ele encontrou meu diário no lixo, onde eu havia escrito minha última anotação: "Eu queria nunca ter conhecido Dante Costello." Agora, ele está de joelhos na terra, implorando por um perdão que nunca virá a uma lápide fria.”
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