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Casualidades da vida

Capítulo 10 A primeira discussão e fuga ★

Palavras: 2984    |    Lançado em: 03/08/2022

o dia seguinte, mas eu seria bem burra caso fizesse isso, pois a única coisa ruim aqui

a casa é enorme e Isaac vive no escritório. Pelo pouco que Grandão me disse, ele está assim porqu

m para ficar de frente com essas coisas. Sou meio medrosa em relação a isso e costumo não querer essas

ou mais insuportável que o normal e mais briguenta. Até para Grandão sobrou, por duas vezes eu quis arruma

empo tentei ligar para o número que tenho dos meus amigos, mas eles não atenderam. Implorei a Grandão para me levar até eles, mas ele d

importante. Talvez ele esteja irritado, e isso pode até ser bom, pois ele não vai querer ouvir meus argumen

eninos para dormir ela saiu. Essa casa fica tão silenciosa sem essas pessoas todas, chega a ser assustador. Acho que Grandão imag

com rapidez em direção a escada e nem olha para frente, só bate o pé com força no chão e fala

a no

sa um acidente. Quando seus olhos azuis cansados focam em mim, sinto um gelo na espi

ritado e respiro fundo, tentando igno

orriso. - Queria perguntar um

ontando. - Você finge que eu não existo durante uma semana. Me ignorou todas as vezes que tentei perguntar sobre Pietro e agora, que eu não estou com o humor nada legal

eu estou cansada desses nossos embates. E se não fosse de extrema importância o que quero pedir, eu não teria

costas, desistindo de ir para o

mem que me ignora totalmente. - Agora quem está parecendo uma criança birrenta é você. - Paro no meio do corredor que leva a seu escritório. - Tadin

eus passos cautelosos em minha direção mais ainda. Irritei a fera que existe dentro dele, posso sentir isso e agora estou arrepe

de surpresa, pensei que iria querer que

ma quantia em dinheiro, talvez metade de um mês. Terceiro, gostaria de saber se poderia ir visitar meus amigos na s

ito, apenas responde e volta a

al no momento e você não está ajudando. -

ue esse não é o linguajar adequ

ainda. Você é apenas a droga do cara que me

ser grata e menos ignorante, pois se não fosse por essa idéia louca que tive, você estaria neste momento presa em uma cela fria e sem regal

deve rastejar a seus pés, só porque tem muito dinheiro. - Saliento irada. - Eu não estou aqui para ficar lambendo o chão q

o tem de ser jeito que quer. - Sua voz agora calma me dá mais raiva ainda. Como ele consegue mudar de uma hora para outra? Se

ue vai acontecer, mas eu prefiro aturar policiais assediadores do que você. Então faz o que você quiser, não ligo mais!! - T

ndra. - Escuto sua voz, antes dele entrar

ndo em direção ao portão, mas não exalando raiva e sim tentando parecer a mais neutra possível. Apenas passeando em uma linda noite fresca, apreciando a

ndo sobre montar uma lista de permitidos para entrar e o homem logo se apressa para ir atrás de Isaac. Olho atentamente enquanto col

cada passo que dou para minha fuga, sinto certo arrependimento e fico imaginando o olhar triste do Pietro ao saber que fui embora. Vai

entando decidir qual a melhor escolha a se fazer no momento. Posso pegar um ônibus se for para a dir

pessoas incompetentes, pois se elas sabem o motivo de minha estadia na casa, teriam sempre de estar com um pé atrás comigo e n

eu estava vindo, o arrepio se intensifica, pois o farol super aceso está iluminando tudo ao nosso redor e o carro também está com a velocidade reduzida. Mesmo que 90% de mim queira fugir, os outros

bem o carro e o dono dele. Tá, Isaac não serve não. Finjo que não estou vendo e passo por ele, ignor

me fazendo virar e ficar frente a frente com ele. Puxo m

, mas minha mente diz que seria muito arriscado. Já uma outra pequena parte do meu coração está confusa, pois ele veio atrás de mim. Ele

ia e veio aqui para se certificar de que serei presa. Me enganei, ele só veio aqui para me pr

tender. - Você chamou a polícia? - Ele franze a

o que fazer bem. Meu corpo está paralisado e não consigo correr. Meu humor l

z enquanto dá passos em minha direç

Pergunto com a voz va

ndra. - Sua voz é um sussu

inha voz sai c

meça a reduzir a velocidade perto de nós. - Ei, Cassa

to correr, mas Isaac é mais rápido e se

o carro da polícia para bem ao nosso lado. Aperto com força a camisa dele e abraç

omem no carro. Sinto Isaac depositar a mão em

idade, já eu estou tremendo de nervoso e quase esquecendo como se respira. - Respirar

o também e me sinto levemente nauseada. Aperto os dedos em

O mesmo homem d

ça, você está bem? - Só tenho alguns segundos para

já estamos indo para casa. - Se apressa a fa

to menos com um carro que chama tanta atenção como esse,

e escuto o carro se afastar, isso me faz respirar aliviada e perceber o tremor dissipar aos poucos. - Toma. - Ele me entreg

um minuto. - Con

meu coração. Levanto e limpo a boca, limpo a areia do joelho sobre a calça e fecho os olhos novament

tecer? - Ele espera apenas alguns seg

no banco e fecho os olhos,

olicial falou. Isso tem a ver com o que

indo muito bem. - C

de fugir sempre que tiver alguma coisa de ruim acontecendo. Ainda mais se for sair a noite sozinha. Você melhor do que eu sabe como as coisas e

esc

não tivesse chegado aquela hora, nesse momento você ainda estaria

bem com a pressão e fugir para mim é sempre a melhor opç

conversar. Sou toda errada e as vezes é mais forte do que eu fazer certas co

todas as minhas forças. Não por fazer algo comigo, pois ele não conseguiu, já que fugi todas as vezes de seu toque insistente. Sempre que o homem me vê, faz questão de fa

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Casualidades da vida
“Sigam meu ins.ta.gram: @melpimentelautora Uma invasão. Uma escolha. Um contrato de trabalho. Uma babá. Um pai solteiro. O nascimento de um amor e a resposta de uma vida. Cassandra Hall, ou só Cass, como prefere ser chamada. Foi abandonada em um orfanato assim que nasceu e sua vida não foi fácil, tudo piorou após a morte de sua mãe adotiva. Sem rumo, e persuadida por seus amigos, tinha apenas um objetivo: Invadir a casa de Isaac Jhonson, mas como nem tudo está em nosso controle, jamais imaginou que ao ser capturada, receberia uma proposta inusitada. Ou, vira babá do filho de Isaac, ou é entregue a polícia. Ser babá nunca esteve em seus planos, menos ainda dos filhos do dono da casa ao qual invadiu. Porém, quando Pietro vê a invasora, se apaixona na mesma hora, a lançando em um emaranhado de confusão e descobrimento. Sem opções, aceita esse desafio que tem prazo determinado. Ao contrário do que a menina imaginava, esse giro de 360° graus em sua vida, não vai ser tão ruim assim. Vai ser bem divertido, um grande aprendizado e revelador. Além de trazer uma maior maturidade e compreensão para a vida da garota, que nunca pensou que a felicidade um dia poderia sorrir para ela. A vida tem meios de nos pregar certas peças e nos fazer viver coisas antes inimagináveis. Cassandra não imaginava que essa invasão seria uma porta para tudo que jamais imaginou ter em sua vida. Ela entra na mansão como uma garota perdida e tem a chance de se tornar uma linda mulher ao aprender muitas coisas novas. 'A existência é feita de tal maneira que, muitas vezes, os pequeninos acasos trazem as grandes catástrofes. -Albert Delpit'”