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Casualidades da vida

Capítulo 3 A proposta ★

Palavras: 3168    |    Lançado em: 03/08/2022

nda o fato dele estar fingindo que não estou aqui, enquanto analisa algu

eu azar a floresta estava tomada pelos malditos seguranças, que conseguiram me capturar e trazer para esse homem, que possivelmente vai me entregar para a polícia. Eu fiquei lá o dia praticamente todo, a-t-o-a. Que ódio. Estou com fome, suja de lama e machucada.

oio as mãos nos braços da poltrona e penso em levantar, ele bate os papéis na mesa para alinhar e coloca ao lado. Seu olhar foca em meu rosto, o que me faz engolir seco pelo con

do minha pose largada na poltrona. Estou quase de

ejo que ele suspira fundo, antes de revirar os ol

iso de tamanho médio é castanho claro, já os meus olhos - que são o que mais gosto - são cinzentos e grandes, mas o que mais

azendo em minha

dros lindos e um ótimo gosto. - Digo sem

nder? Claro que a última opção eu preferia que não e

ar em melhores condições na minha aparência. Devo estar com o cabelo desgrenhado, além de estar bem suja de terra, pois cai

. - Agora me ajeito e o encaro séria. Não vou entregar meus amigos

para entrar aqui, outras p

em sua preciosa mansão. Se não tivesse uma interferência na câmera, ninguém saberia que estivemos aqui. Acredita que eles e

a totalmente minha fala e pros

o chama logo

nho. Eles já não gostam muito de mim, pois sempre estou me sa

ão simples. - Ele está claramente perdendo

ifícil. É só pegar o celular e discar três números. Até criança

enquanto massageia as têmporas. - Você faz parte daquele bando de delinquentes com

strante entrada e fuga daqui. Se não, já teria me entregado a muito tempo. - Constato o

minha direção a tela. - Tenho um vídeo seu entrando pela g

e que sou eu? -

Diz e automaticamente coloco os pés mais para trás, deixando escondidos embaixo da poltrona. Ele vê que me calou de

assistindo o vídeo do meu movimento perfeito para pu

uando necessário e essas coisas, que poderiam ser úteis em nossas invasõe

pida. Ok, acho que falar sobre min

ra mesmo e você seria presa. Invasão a domicílio e essas coisas, sozinha, pois seus amigos conseguiram fugir

Ma

a cadeia. Bom, não sou esse tipo de garota, mas eu pensaria com carinho nessa proposta. Não seria um sacrifício. - Não vou entregar essas gravações à polícia com uma condição. Que você vire a babá do

e garante que sou uma boa pessoa? Que não farei nada de errado? Tipo, tentar t

or perto. - Vejo que nem abalou ele o fato de eu ter um lindo canivete escondido. Que bom, pois realmente

sento logo. Esfolei o joelho quando cai na floresta, está bem ralado e dolorido. P

acha confiável? Certamente ela também te

condiz com sua índole. Além de ser uma ótima lição para você. - Diz todo centrado, mas logo sua pose finalmente desmorona.

s braços e ele f

ndo? Qualquer uma em seu lugar se s

e é uma menti

o ter algum tipo de maluquice aguda, que não valha a pena envolver a polícia. Vai qu

cê e por isso preciso que seja a babá. Por algum motivo você conseguiu encantar ele e isso em poucos minutos se mostr

nta tentar usar seu filho. Ain

ém conseguiu mudar isso. - Começa a explicar, coisa que eu não queria. - Até você aparecer e Silvia contar que ele não parou de falar um segundo. No momento, estou desesperado com

ainda comeu algumas uvas, que dividiu comigo. Parando para pensar, ele rea

chantagem tenha funcionado u

assim depois que começou a sentir falta da mãe. - Diz e vejo que seu olhar se perdeu um pouco. Lem

em dois a

me interromper. - Agora que ele passou a ter consciência das coisas, fotos e af

ue pensar, não quero mesmo ser presa, mesmo tentando demonstrar a ele que não me importo. Cair de

ão vai trabalhar de graça. - Abro a boca alarmada, isso é muito

dez mil

ech

ão tá seguindo o roteiro, você deveria dizer que sou louca e recusar. Pelo amor de

ser grave mesmo. Quero chorar no momento e não sei ao meno

m do segurança, você não vai poder sair daqui d

ro o que disse. Certeza que a

ou fica aqui, seguindo as ordens e trabalhando como babá, ganhando dez mil por mês ou va

almente acho que nenhuma das duas são favoráveis para mim. Eu poderia

to bem ir embora e fugir. Creio que já esteja acostumada a fazer isso e se

ue me entregue uma cópia e que e

rviço aqui terminar. - Odeio quand

ndo ser

livre para ir, com aquilo que pode te incriminar em mãos

itasse. - Prefiro fingir que ai

Curto, gros

as coisas. - Minhas pouquíssi

ocê ainda não concordou totalmente com o que foi proposto e mesmo ach

sa casa, durante sei lá quanto tempo. Acho que ir em casa pegar algumas coisas, seria o mínimo a se fazer por mim. - Cruzo os b

ocê. Amanhã você se apresenta devidamente

entender o que se passa na cabeça de vocês r

me arrepender. - Murmur

refiro ter uma cama macia para dormir, do que dormir naquele chão duro da cadeia. É uma lembran

tádia aqui. Sinto que me precipitei e isso não vai ser bom. Afinal, não sei ao menos se Sílvia te conhec

de volta, chega a me causar calafrios, porém finjo que não percebi e mantenho o sorriso debochado - Prometo cuidar do seu

no controle da situação, não é? Po

seja culpada. E que sou sua última tentativa para ajudar ao seu filho e não vai querer perder isso por nada. Ou seja, esto

imento tot

l de lidar quando quero. - Abro um sorriso - Já estou me acostumando com todo esse lu

uanto fala baixo. Seus olhos voltam para mim e ele abre um sorriso bem sinistro - Irei pedir uma papelada detalhada s

ejo a merda que fiz quando seu sorriso se alarga mais - Vou tentar me comportar, mas não manda ninguém in

os. - Que vontade de dar um soco em seus den

oelho - Pode pedir para alguém me levar? - Esse assunto me deixa de

parece pensar melhor e apenas faz uma chamada. Ped

trar, apenas me apresso para sair do local. O homem de terno me

do lar de adoção, recém nascida. Elizabeth Hall é minha mãe e salvadora, ninguém além dela pode merecer esse título. Dev

s. Quanto mais rápido ele melhorar, mais rápido eu

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Casualidades da vida
“Sigam meu ins.ta.gram: @melpimentelautora Uma invasão. Uma escolha. Um contrato de trabalho. Uma babá. Um pai solteiro. O nascimento de um amor e a resposta de uma vida. Cassandra Hall, ou só Cass, como prefere ser chamada. Foi abandonada em um orfanato assim que nasceu e sua vida não foi fácil, tudo piorou após a morte de sua mãe adotiva. Sem rumo, e persuadida por seus amigos, tinha apenas um objetivo: Invadir a casa de Isaac Jhonson, mas como nem tudo está em nosso controle, jamais imaginou que ao ser capturada, receberia uma proposta inusitada. Ou, vira babá do filho de Isaac, ou é entregue a polícia. Ser babá nunca esteve em seus planos, menos ainda dos filhos do dono da casa ao qual invadiu. Porém, quando Pietro vê a invasora, se apaixona na mesma hora, a lançando em um emaranhado de confusão e descobrimento. Sem opções, aceita esse desafio que tem prazo determinado. Ao contrário do que a menina imaginava, esse giro de 360° graus em sua vida, não vai ser tão ruim assim. Vai ser bem divertido, um grande aprendizado e revelador. Além de trazer uma maior maturidade e compreensão para a vida da garota, que nunca pensou que a felicidade um dia poderia sorrir para ela. A vida tem meios de nos pregar certas peças e nos fazer viver coisas antes inimagináveis. Cassandra não imaginava que essa invasão seria uma porta para tudo que jamais imaginou ter em sua vida. Ela entra na mansão como uma garota perdida e tem a chance de se tornar uma linda mulher ao aprender muitas coisas novas. 'A existência é feita de tal maneira que, muitas vezes, os pequeninos acasos trazem as grandes catástrofes. -Albert Delpit'”