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Livros de Bilionários Para Mulheres

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SEGUNDA CHANCE PARA O BILIONÁRIO - SÉRIE AMORES DOS BILIONÁRIOS - PARTE 1

SEGUNDA CHANCE PARA O BILIONÁRIO - SÉRIE AMORES DOS BILIONÁRIOS - PARTE 1

Lunna sempre enxergou o coração como um território perigoso, repleto de dor e segredos enterrados. Marcada por cicatrizes profundas e medos que remontam à infância, ela se vê à beira de um abismo. No entanto, em meio às sombras, surge Adam, um homem que faz seu coração disparar - mas que tem aversão a compromissos. Como se fosse um conto de fadas, Romolo aparece: o homem dos sonhos de Lunna, alguém que parece ser tudo o que ela sempre desejou e um pouco mais. Dividida entre a atração irresistível por Adam e a segurança oferecida por Romolo, Lunna se vê em uma encruzilhada onde amor, sonhos e dúvidas se entrelaçam. O destino, porém, será implacável. Segredos do passado e provações inesperadas colocarão à prova a força de seus sentimentos e a coragem de seu coração. Será que o amor pode sobreviver à tempestade, renascendo como o arco-íris que colore o céu depois do caos? Ou o destino guardará para Lunna um final tão imprevisível quanto arrebatador? Entre dores e esperanças, ela aprenderá que o coração, apesar de frágil, pode ser a mais poderosa fonte de redenção. E no momento da verdade, surgirá a pergunta inevitável: Adam merece uma segunda chance? •••••♥••••• Nota importante: Este livro não contém cenas hot, pois esta autora não escreve erotismo. Se escolher embarcar nesta história, seja bem-vindo e aproveite a leitura! Aviso: Este livro aborda temas sensíveis e contém gatilhos. Ele será dividido em duas partes.
SEGUNDA CHANCE PARA O BILIONÁRIO - SÉRIE AMORES DOS BILIONÁRIOS - PARTE FINAL

SEGUNDA CHANCE PARA O BILIONÁRIO - SÉRIE AMORES DOS BILIONÁRIOS - PARTE FINAL

À medida que o relacionamento de Adam e Lunna se aprofunda, desafios inesperados surgem, testando a confiança e as escolhas do casal. Lunna, agora reconhecida por seu talento na confeitaria, vive um momento de êxito, mas também enfrenta sombras do seu passado que começam a ressurgir. Adam, por sua vez, lida com seus próprios sentimentos de arrependimento e a difícil tarefa de equilibrar o amor e as exigências da vida. Enquanto a vida deles parece seguir um rumo promissor, encontros e revelações inesperadas revelam o quão frágeis podem ser os laços que conectam duas pessoas apaixonadas. A verdade sobre o passado de ambos, o impacto de antigas amizades e as escolhas que fizeram no caminho para o amor ameaçam pôr à prova tudo o que conquistaram até agora. O que parecia ser um amor sem obstáculos agora se revela uma jornada cheia de surpresas, dilemas e reencontros. A verdadeira pergunta é: até onde eles estão dispostos a ir para preservar o que construíram, e qual será o custo dessa paixão inabalável? •••••♥••••• Nota importante: Este livro não contém cenas hot, pois esta autora não escreve erotismo. Se escolher embarcar nesta história, seja bem-vindo e aproveite a leitura! Aviso: Este livro aborda temas sensíveis e contém gatilhos. Este é o desfecho da história iniciada na Parte 1 do livro: Segunda Chance para o bilionário - Série Amores dos Bilionários. Se ainda não leu a primeira parte, recomendo que comece por lá para aproveitar plenamente os acontecimentos e entender o desenvolvimento dos personagens.
Entre Duas Vidas

Entre Duas Vidas

Uma história erótica com temática BDSM! Uma sub nada convencional que se declara ser uma Brat/Prey e que encontra um dominador que não gosta de ser desafiado e outro que adora testar os limites de suas subs! ----- Uma mulher de 22 anos que resolve vender sua virgindade para ganhar dinheiro e ter liberdade financeira para fazer o que quer... Mas vai descobrir que ser desafiadora pode trazer punições, deliciosas punições. ___________ Os lances começaram a subir mais rápido desta vez e logo chegou no ponto em que este primeiro vestido sairia, puxei o ziper que tinha do lado. Os lances haviam parado e só recomeçariam quando eu tirasse o vestido, o fiz lentamente até revelar o terceiro vestido e deixar mais espaço para imaginação. Quando os lances recomeçaram um homem entrou em cena, ele tem pele negra, está vestido com um terno cinza risca de giz, na mão dele estava uma coleira em couro negra, com um padrão intricado que lembravam escamas. Ele se aproximou e então colocou a coleira ao redor do meu pescoço. A partir de agora eu precisaria lutar contra tudo o que faz eu ser eu, que é me submeter a outra pessoa, fosse homem ou mulher, abaixei o olhar e respirei lentamente. Não foi preciso uma ordem em voz alta, apenas um leve puxão para baixo e eu sabia que precisava me ajoelhar. Foi o que fiz, com calma, ou pelo menos com a calma que eu consegui reunir, fechei os olhos ao sentir a mão dele acariciando minha cabeça como se eu fosse um animal de estimação. Eu queria gritar para ele parar, queria segurar a mão dele e jogá-lo no chão, mas não era esse o jogo que estava fazendo. Ainda assim tenho certeza que parte da minha briga interna deve ter transparecido porque escutei alguns comentários sobre o assunto __________
Adeus, Meu Ricardo

Adeus, Meu Ricardo

Meu marido, Ricardo, olhou para mim no sofá que escolhemos juntos. Aquele onde ele prometeu um futuro, agora era o palco do adeus. "Sofia, me apaixonei pela Clara", ele disparou, tão casual quanto o tempo. Ele ofereceu a casa, o carro, o dinheiro, "só preciso que me dê o divórcio." Como se bens pudessem apagar uma década de promessas. Engoli o nó na garganta, as lágrimas presas. O homem que amei se tornou um estranho nobre em seu sacrifício. Ele esperava desespero, gritos, escândalo. Mas eu só enxuguei uma lágrima antes que ele visse e sussurrei: "Está bem." Sua surpresa era quase cômica, desarmado pela minha calma. Lembrei dele, meu magricela, punhos cerrados na minha frente, "Ninguém mexe com a minha Sofia." Sua proteção feroz, seu amor avassalador. Agora, ele era a fonte da minha dor, e sua proteção pertencia a Clara. Aceitei o divórcio, ele parecia aliviado, explicando que Clara "não merecia carregar a culpa". "Ela sabe que você é casado?", perguntei, fria. Ele hesitou. "Ela sabe. Mas foi tudo... aconteceu." Aconteceu, como as desculpas para chegar tarde, os elogios crescentes, os chocolates do Dia dos Namoratos. Ele a via "pura," "inocente," merecedora do "melhor do mundo." Um mundo construído com meu suor. Para ele, "não houve traição," apenas um "sentimento incontrolável." Ele deu a ela seu tempo, seu coração. Dei um sorriso amargo, mas por dentro, uma nova dor queimava. Assinei os papéis, ele transferiu tudo e saiu, leve, livre. "Você sempre foi a mais compreensiva," ele disse, antes de partir, feliz. Ele me via como um gatinho manso, previsível. Depois de dez anos, desde a faculdade, eu o ajudei a construir tudo. Lembrei dele com ciúmes, "Você não se importa?". Eu confiava. Ele chorou no meu colo, implorando para que eu nunca o deixasse. Eu era sua rocha, seu porto-seguro. Mas ele estava enganado. Eu não sou uma gata. Eu sou uma pantera. E ele não tinha ideia do que despertou em mim. Aquela noite, na frente do hospital, com o teste em mãos. Positivo. Eu estava grávida de Ricardo. Essa criança seria minha. Apenas minha. Ele escolheu a "pureza" e a nova vida. Eu o daria exatamente isso. Eu desapareceria da vida dele. Mas levaria o último laço que nos unia. Ele não saberia do filho. Ele abriu mão desse direito. A dor ainda queimava, mas uma nova força surgia. Eu não estava sozinha. Eu tinha minha filha.
Seu Filho Secreto, a Fortuna Roubada Dela

Seu Filho Secreto, a Fortuna Roubada Dela

Encontrei o documento por um mero acidente. Caio estava viajando, e eu procurava os brincos antigos da minha mãe no cofre quando meus dedos tocaram uma pasta grossa e estranha. Não era minha. Era o "Fundo Fiduciário da Família Herrera", e o principal beneficiário da fortuna colossal de Caio não era eu, sua esposa há sete anos. Era um menino de cinco anos chamado Leo Herrera, e sua guardiã legal, listada como beneficiária secundária, era Sofia Herrera - minha cunhada adotiva. O advogado da nossa família confirmou tudo uma hora depois. Era real. Incontestável. Criado há cinco anos. O telefone escorregou da minha mão. Um torpor gelado se espalhou por mim. Sete anos. Passei sete anos justificando a loucura de Caio, suas fúrias, seu jeito possessivo, acreditando que era uma parte distorcida do seu amor. Eu cambaleei pela mansão fria e silenciosa até a ala leste, atraída pelo som de risadas. Através das portas de vidro, eu os vi: Caio, balançando Leo em seu joelho, Sofia ao seu lado, com a cabeça apoiada em seu ombro. E com eles, sorrindo e mimando a criança, estavam os pais de Caio. Meus sogros. Eles eram uma família perfeita. "Caio, a transferência final dos bens dos Almeida para o fundo do Leo está completa", disse o pai dele, erguendo uma taça de champanhe. "Agora está tudo blindado." "Ótimo", respondeu Caio, com a voz calma. "O dinheiro da família da Laura sempre deveria ter pertencido a um verdadeiro herdeiro Herrera." Minha herança. O legado da minha família. Transferido para o filho secreto dele. Meu próprio dinheiro, usado para garantir o futuro da sua traição. Todos eles sabiam. Todos eles conspiraram. Sua fúria, sua paranoia, sua doença - não era para todos. Era um inferno particular que ele havia reservado só para mim. Afastei-me da porta, meu corpo frio como gelo. Corri de volta para o nosso quarto, aquele que compartilhamos por sete anos, e tranquei a porta. Olhei para o meu reflexo, para o fantasma da mulher que eu costumava ser. Um voto silencioso se formou em meus lábios, mudo, mas absoluto. "Caio Herrera", sussurrei para o quarto vazio. "Eu nunca mais vou te ver."
O leilão

O leilão

- Chefe, você realmente pagará para ter uma mulher que já é sua? - redirecionei minha atenção para ele por conta da pergunta mais ridícula que tive o desprazer de escutar porque o próprio sabe que se tratando da Alessa não meço esforços - Desculpa não queria ser invasivo. Estalei minha língua para sua idiotice e voltei a conversar com meu tio sobre a reunião de amanhã com o Sr. Lazzo, mas parei de imediato quando o evento deu início. - Boa noite! Cavalheiros estou imensamente horado de tê-los aqui em mais um leilão para satisfazer o desejo de cada um de vocês, e hoje em especial temos uma virgem fraquinha para os amantes das ingênuas jovens mulheres e desde já confidencio a todos que a beldade é tipo as que tem boca e não falam é bem submissa então guardem seus milhões sendo que a cereja do bolo virá muito em breve! Admirei o leiloeiro doido para ver sua cabeça em uma bandeja só por falar assim da minha futura esposa. - mentecapto! Está com os minutos contados da sua maldita vida miserável. - Com raiva, porém ansioso com o intuito da minha Alessa entrar para os lances me mantive calado, e nem que eu saia daqui pobre coisa que acho muito difícil levarei minha noiva para casa comigo essa noite! Os minutos se passaram quando finalmente ela veio vestida de branco para a frente do pequeno palco, roupa essa que indicava a sua pureza. - Calma meu amor, ninguém tocará um miserável dedo se quer em você. Tens a minha palavra! Os lances foram dados um atrás do outro e permaneci observando cada um que cogitou a ideia de tocar na minha mulher - somente para garantir a morte mais dolorosa -, os instantes se passaram rapidamente e quando faltava o último lance o conhecido dou-lhe (o famoso dou-lhe três) para bater o martelo de vendida imediatamente dobrei o preço que esses filhos das putas deram para obtê-la. Com um sorriso no rosto admirei a cara mal fodida de cada um deles ali presente sabendo que minha mulher sairia daqui comigo, principalmente a do meu fã que foi o último a dar um lance de 40 milhões de euros. - Vendido para o senhor vestido todo de preto aqui na primeira fila. - Com um sorriso de escárnio segui para reivindicar o que foi sempre meu. Perto o suficiente e mesmo de máscara pude notar estar ainda mais linda do que já é, alisei seu rosto e sinto estremecer com meu toque. Esses malditos desgraçados filhos das putas vão pagar por fazê-la sentir medo de mim... ah, se vão!