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Livros de Fantasia Para Mulheres

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Meu Querido Titã Darkness

Meu Querido Titã Darkness

Darkness acordou de seu sono de milênios ao ouvir o choro de sua predestinada, pela deusa lua. Jogou sua proteção sobre ela, ao visitá-la pela primeira vez em suas primeiras horas de vida, no mundo humano. Darkness frio e calculista, aguardava o tempo de sua predestinada completar seus vinte dois anos. Para assim a rejeitar. Ele não queria carregar a culpa eterna, de ter sido culpado da morte de uma princesa Suprema soberana Alfa do mundo humano, por ter acasalado com ela e a reivindicado. Darkness possuía várias concubinas e havia a sua preferida, que satisfazia todas as sua luxúria. Seus irmãos estavam dispostos a obedecer a grande deusa da lua. Pois ele não! Três predestinadas, três princesas da escuridão e uma única maldição. Que seria iniciada a partir do acasalamento das predestinadas com seus Titãs. Antes disso, era apenas uma lenda, apenas um conto para lobas suspirarem. Imaginando se em um conto de fadas, no lugar das princesas Suprema alfa e alfas e seus Titãs. Infelizmente serei uma delas. Uma princesa predestinada a um Titã. Rejeitada pelo meu companheiro, sempre evitando me encontrar, desperdiçando os beijos que deveriam ser meus com sua amante. Sinto seu cheiro, sinto suas carícias todas as noites, bolo na cama o desejando. Acho que meu lugar não é aqui. Preciso partir! Corro para a noite escura, quero sumir, sair de sua presença, não senti mais seus carinhos sendo de outra. Lá fora, na escuridão me perco e caio nas garras de uma terrível fera.
Ele a Abandonou, Ela se Tornou Deusa

Ele a Abandonou, Ela se Tornou Deusa

O terreiro de Candomblé, com seu cheiro de incenso e ervas, era meu último refúgio. Minhas pernas doíam, um lembrete físico da traição que me trouxe aqui: Luana, minha própria irmã, roubou meu lugar na Marquês de Sapucaí e orquestrou o "acidente" que destruiu meu corpo e meu sonho. Thiago, o diretor de bateria, o homem que eu amava e que jurava me proteger, não só me abandonou como se aliou a ela, exibindo o relacionamento deles para toda a escola. Meu coração estava em pedaços, minha alma, humilhada. Por que a vida me tirava tudo, justo quando eu estava prestes a brilhar? Desesperada, aceitei um novo caminho: o caminho dos Orixás. A Mãe de Santo foi clara: "Aceite o seu destino. Deixe a dor vir. Ela vai te purificar." Mas a dor ainda me seguia. Luana, a "nova rainha", veio me humilhar novamente, cuspindo verdades dolorosas. "Você era o bichinho de estimação talentoso dele, Isabela. E bichinhos de estimação podem ser substituídos." Então, a Mãe de Santo me deu a última prova: para renascer, eu precisava de um funeral simbólico, uma "morte" completa para minha antiga vida. Mas, antes que eu pudesse me despedir, Luana roubou o broche de beija-flor, a última lembrança da minha mãe, e o quebrou na minha frente. A dor se transformou em fúria. Luana, com seu chicote, me transformou em um boneco de carne e osso. Ela queria minha morte, mas mal sabia que estava despertando um poder ancestral. Agora, livre das amarras do passado e com um poder recém-despertado, Isabela está pronta para honrar seu destino. Mas o que acontecerá quando Thiago, consumido pela culpa e dor, a encontrar novamente?
O Ódio Dele, Minha Liberdade

O Ódio Dele, Minha Liberdade

Eu morri no ano em que Pedro Henrique mais me odiava. Quando a funerária entregou minhas cinzas a ele, ele não demonstrou um pingo de tristeza. Pelo contrário, ele acariciou a urna com um sorriso lento nos lábios, dizendo: "Está suja demais. Ela deveria ser pulverizada, virar pó de verdade". Com um movimento brusco, ele soltou a urna, quebrando-a em mil pedaços, espalhando minhas cinzas pelo chão frio da sala. Minha morte tinha sido na banheira, cortei meus pulsos e deixei o sangue escorrer. Naquele mesmo dia, ele recebeu a notícia com uma risada alta e descontrolada, celebrando minha partida. Desde então, ele me insultou em meu próprio funeral, virando a urna e espalhando minhas cinzas ao vento na frente de todos, inclusive da minha família. Ele me torturou psicologicamente, destruindo sistematicamente a empresa da minha família, me forçando a assistir a ruína. Ele me chamava de assassina, comparando meu amor ao nojo que sentia por mim. Eu, a alma de Ana Paula, assistia a tudo, flutuando como um fantasma, presa a ele. Minha inocência foi provada, mas a que custo? A verdade chegou tarde demais, eu já estava morta. Mas a verdade que ele descobriu sobre a morte de Luana e a confirmação da minha gravidez o quebraram, lançando-o em um tormento de culpa. Ele buscou me encontrar, reconstruiu a empresa da minha família, cumprindo meu último desejo. E, no momento em que minha alma se esvaía, ele me viu, me abraçou e confessou: "Eu te amo, Ana. Eu percebi tarde demais. Eu te amo".
Morta Profissionalmente, Viva no Tormento

Morta Profissionalmente, Viva no Tormento

Eu estava morta. Profissionalmente morta, pelo menos, era o que eu dizia, depois de assinar aquele contrato humilhante para salvar meu filho. Um mês se passou, e o mundo da arquitetura me esqueceu. Mas o pesadelo estava apenas começando. Quando o magnata Ricardo Silva irrompeu em minha casa, não foi em busca de arquitetura, mas de uma vingança pessoal. Meu filho, Lucas, de apenas cinco anos, soluçou que "a mamãe está morta", repetindo minhas próprias palavras de desespero. Mas Ricardo não acreditou. Ele me queria de volta, e estava disposto a destruir tudo para me encontrar. "Onde está sua mãe?", ele exigiu. Antes que Lucas pudesse responder, um forte tapa estalou no rosto do meu pequeno, virando sua cabeça e deixando uma marca vermelha. "Que farsa! É apenas um mês de afastamento, como alguém pode 'morrer' profissionalmente?", ele zombou. Ricardo ameaçou desgraçar toda a família Mendes, destruir o legado do meu pai, se eu não aparecesse. Ele não estava blefando. No dia seguinte, sua horda de seguranças invadiu minha casa, quebrando tudo em busca de mim, enquanto Lucas se encolhia de pavor. Ricardo agarrou meu filho, arrastando-o pelo saguão, alegando que seu próprio filho estava "doente" por minha causa. Empurrou Lucas com força, fazendo-o bater a cabeça. A mansão se tornou um campo de batalha, meus objetos mais queridos sendo espatifados. O mordomo, Afonso, que ousou defendê-lo, foi brutalmente assassinado por Ricardo com um castiçal de bronze. Eu assisti a tudo, um fantasma em meu próprio lar, incapaz de intervir. Incapaz, porque eu não estava profissionalmente morta. Eu estava fisicamente morta. Fui enterrada viva, vítima de uma traição diabólica que eu mesma não compreendia. Minha alma estava acorrentada, condenada a testemunhar a barbárie. Dois dias depois, Ricardo voltou, sua fúria substituída por uma calma ainda mais aterrorizante. Ele tentou subornar Lucas, prometendo-lhe poder e riqueza se ele me entregasse, tudo para se apoderar do império do meu marido. Mas Lucas recusou, firme: "Minha mãe está morta. Você não pode comprá-la. E você não pode me comprar." A máscara de Ricardo caiu novamente. Minha ex-assistente, Ana Paula, surgiu, se intrometendo na situação. Sua cobra. Ela me traiu, me envenenou, me enterrou, e agora manipulava Ricardo, atiçando sua loucura. Ana Paula mentiu que eu estava conspirando de Belo Horizonte, e Ricardo, cego, declarou que Lucas Mendes não existia mais. Ele o entregou a Ana Paula para ser "reeducado", para que esquecesse meu nome. Ricardo jurou caçar e destruir tudo que o nome Mendes já tocou. A lembrança de minhas gestações perdidas, dos abortos inexplicáveis, ressurgiu. Não foi azar. Foi Ana Paula, me envenenando sutilmente, tirando meus filhos para se aproximar de Ricardo. A lembrança final: o filho mimado de Ricardo falsamente acusou Lucas. Para salvá-lo de um reformato, me ofereci para trabalhar para Ricardo por um ano, em "morte profissional". Mas Ana Paula me deu um vinho de "celebração". Acordei na escuridão. Em um caixão de metal. Enterrada viva. Ela me envenenou com algo das pesquisas do meu marido, algo que me consumiu lentamente. Ela queria a destruição. De volta ao presente, Lucas lutou quando Ana Paula o agarrou. "O papai não ia querer isso! A mamãe... solte a mamãe!" Ricardo esmagou seu queixo, quebrando-o. NÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO! Eu gritei, um lamento inaudível. Ana Paula plantou a semente da dúvida em Ricardo: e se minha morte fosse uma farsa, um boneco no caixão para enganá-lo? Ele ordenou que desenterrassem o caixão no meio do saguão. O que restava de mim era uma visão de pesadelo, a decomposição em estágio avançado. Mas Ricardo, em sua negação, gritou: "Um manequim! Ela achou que isso iria me enganar?" Ele agarrou meus restos, profanou-os, bradou para o ar, jogando meu crânio na parede até estilhaçá-lo. Jonas e Ana Paula alimentavam sua loucura, elogiando sua "descoberta". Mas Lucas, ferido, apontou para um osso pélvico, uma fratura antiga do seu nascimento. Uma marca que só eu, Pedro e os médicos sabíamos. A realidade, um raio, atingiu Ricardo. O esqueleto. A decomposição. A fratura. Era eu. Era real. Sofia estava morta. Ele desabou, rastejando para os pedaços de meu corpo, um lamento desumano vindo de sua alma despedaçada. Um médico legista revelou a verdade: um agente biológico que consumiu meu corpo de dentro para fora, administrado por alguém de confiança. Ricardo fitou Ana Paula, a raiva convertida em um vazio gelado. O telefone de Jonas tocou: a empresa de Ricardo estava perdendo tudo para uma aquisição hostil. Foi você, ele disse. O tempo todo. Foi você. Ricardo a arrastou para a torre de seu império em ruínas. As sirenes soaram. Lucas e meus restos mortais haviam sumido. Ana Paula riu, uma risada insana, confessando tudo. Ela me matou, me envenenou, me enterrou viva com a tecnologia de Pedro. E Ricardo foi seu peão perfeito. No chão do escritório, enquanto Ricardo se esvaía, perfurado por Ana Paula com um abridor de cartas, minha alma e a de Lucas observavam. A justiça fora feita. Ricardo e Ana Paula se destruíram mutuamente. Finalmente livres da dor, do tormento, de um mundo que nos quebrou. Peguei a mão fantasmagórica do meu filho. Juntos, caminhamos em direção à luz.