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Livros de História Para Mulheres

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O Dono Do Morro Dono De Você

O Dono Do Morro Dono De Você

Uma menina meiga perde seus pais em um acidente de avião, ela teve que ir embora para o Rio de janeiro, viver com a tia no complexo do alemão. Deixando para trás sua governanta que é como sua segunda mãe e sua melhor amiga Raíssa. No morro ela conhece o dono, Morte no começo não se deu muito bem com ela, porém em um baile que ela foi com sua prima e a sua amiga, no final da festa a prima sai correndo ao ver o cara que gosta com outra pessoa, sua amiga correu atrás dela e deixou a Íris sozinha. Nisso, Morte chamou Ísis para ir com ele, que a levaria em casa, porém foi para sua casa antes e lá tomado pelo ódio, por ela aparecer com uma pessoa do passado dele que o fez sofrer. Então ali drogado e bêbado ele abusa dela, que no outro dia acorda e começar a lembrar do que fez e ainda constatando que era ela, Morte a tira do morro, com ela pedindo para que ninguém saiba o que aconteceu. Ele pede perdão a ela e claro, Ísis o perdoa, depois de uns dias ela descobre que será mãe e ele pai, Morte fica feliz e a leva para morar com ele, descobrindo que ele fez tudo aquilo com ela porque pensou que a mulher que fez mal a ele matando sua mulher grávida era ela. Deixando a casa dele e vai viver longe, porém eles convivem em harmonia. Com a chegada da Raíssa e a sua aproximação, ela começa a sentir ciúmes e descobre que está começando a amar aquele a quem só lhe machucou. Após um tempo, eles começam a viver mais perto como amigos e assim fazendo com que ele entregue o seu coração.
Amor Que Desafia Palácios Frios

Amor Que Desafia Palácios Frios

Eu não me lembro de ter tido uma infância. Minha vida era sobreviver no Palácio Frio, sob a indiferença de todos, até o General Wei me estender um doce. Ele era minha única luz na escuridão, mas então Lian apareceu, uma mulher desajeitada e de pavio curto, enviada para "cuidar" de mim pelo meu pai ausente. Ela se mostrou uma cuidadora terrível, mas foi a primeira pessoa a realmente me ver. Eu era apenas uma desculpa para ela ficar perto do General Wei, sua obsessão. Mas eu, um pirralho ignorado, não podia deixá-la afundar na própria dor. Comecei a cuidar dela, de suas feridas físicas e de sua alma partida, enquanto sua busca desesperada por reconhecimento quase a destruía. Tentei fazê-la entender que ela era mais do que a sombra dele. Até que, no dia em que o casamento do General Wei com a Princesa Zhaoyue foi anunciado, o mundo de Lian desabou. A dor em seus olhos era insuportável, um vazio que me aterrorizou. "Acho que... vou morrer," ela sussurrou, a espada em suas mãos escorrendo sangue. Eu me joguei contra ela, agarrando-me com todas as minhas forças. "PORQUE EU PRECISO DE VOCÊ! VOCÊ É TUDO O QUE EU TENHO!" Gritei, desesperado, revelando que ela, mesmo imperfeita, era minha única esperança. Ainda assim, o fantasma dele a atormentava. Quando ouvimos que a Princesa Zhaoyue estava grávida, Lian sucumbiu à loucura novamente, decidida a ir buscá-lo. Eu não a segui para impedir, mas para garantir que, se ela quisesse morrer, eu morreria primeiro. Porém, no campo militar, diante da humilhação imposta pelo General Wei e seus soldados, algo mudou. "Como ousa? Você é um covarde!" Gritei, enfrentando o poderoso General, pronto para sacrificar minha própria vida para defender a dignidade de quem se tornou minha família. As lágrimas de Lian não eram mais por ele, e sim por mim. Naquele momento, nos tornamos irmãos de alma, livres para construir nossa própria família em um lar simples. Um lugar onde a felicidade brotava de um bolinho mofado, de um manto quente e de risadas que preenchiam cada canto. Eu finalmente estava em casa.
Pacto de Sangue, Preço da Honra

Pacto de Sangue, Preço da Honra

Minha filha Sofia apertava minha mão suada na calçada irregular, a borracha colorida na outra mão era a prova de um pequeno deslize infantil. Eu, Maria, mãe solteira e educadora, decidi que esta era a lição perfeita para ensinar honestidade. "Mamãe, a gente precisa mesmo voltar lá?", ela sussurrou, e eu respondi calmamente: "Sim, filha. A gente sempre precisa consertar nossos erros." Entramos na papelaria, o cheiro de papel e tinta preenchendo o ar, e João, o dono, nos esperava. Sofia estendeu a borracha, tremendo. "Eu peguei sem pagar. Desculpa." O que aconteceu em seguida foi um inferno. Num movimento brutal, João agarrou o braço de Sofia, gritando: "LADRA! PEQUENA VAGABUNDA!" Ana, a esposa, se juntou a ele, acusando-nos de roubos de meses, enquanto um cliente na porta filmava tudo descaradamente. Minha Sofia, minha menina de sete anos, foi jogada no chão como lixo. Ele pegou um caderno preto, cheio de anotações falsas, e me acusou de dever sessenta mil reais. "Ou vocês pagam agora, ou eu chamo a polícia e garanto que essa menina vá para um reformatório e você para a cadeia." Minha garganta se fechou; não era sobre justiça, era extorsão. Presa por Ana, eu vi João forçar Sofia a confessar. "Fui eu que roubei", ela soluçou. Naquele olhar, eu vi o meu fracasso como mãe. Minha retidão a tinha levado ao inferno. Ele amarrou uma placa de "EU SOU LADRA" no pescoço dela e a prendeu a um poste na rua, para todos verem. Quando a polícia chegou, eu esperei justiça. Mas a lei falhou. Eles descobriram que o verdadeiro ladrão era Pedro, o filho de João e Ana. "A agressão foi leve, não deixou marcas permanentes", disse o policial. Uma multa. Cestas básicas. O trauma da minha filha pagaria um preço irrisório. Sofia me olhou, seus olhos vazios. "Você disse que fazer o certo era o caminho, mamãe." Naquele instante, algo dentro de mim se quebrou. A moralidade que eu tanto prezava se tornou um luxo inútil. Se a lei falhou em proteger minha filha, eu faria justiça com minhas próprias mãos. Esperei a noite cair, vesti roupas escuras e peguei uma fita adesiva e uma tesoura. Pedro saiu, o filho bastardo que entregara minha filha ao inferno. O amor de mãe virou fúria. A caçada começou.