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Livros de Jovem Adulto Para Mulheres

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𝑺𝒐𝒃 𝒐 𝑴𝒆𝒔𝒎𝒐 𝑻𝒆𝒕𝒐, 𝑬𝒏𝒕𝒓𝒆 𝑳𝒊𝒗𝒓𝒐𝒔 𝒆 𝑮𝒍𝒂𝒎𝒐𝒖r

𝑺𝒐𝒃 𝒐 𝑴𝒆𝒔𝒎𝒐 𝑻𝒆𝒕𝒐, 𝑬𝒏𝒕𝒓𝒆 𝑳𝒊𝒗𝒓𝒐𝒔 𝒆 𝑮𝒍𝒂𝒎𝒐𝒖r

Zaira é uma modelo bem-sucedida que vive sob os holofotes. Ela está sempre cercada pelo brilho das passarelas, eventos glamourosos e a constante pressão de manter uma imagem perfeita. No entanto, por trás de todo esse glamour, ela sente falta de algo mais simples e real. Em busca de um lugar onde possa fugir da correria e ser apenas ela mesma, Zaira decide se mudar para um apartamento modesto, longe do caos e dos flashes das câmeras.Seu novo colega de quarto, Rhysand, é exatamente o oposto. Reservado e introspectivo, ele vive rodeado de livros e prefere o silêncio das páginas ao barulho das festas. Apaixonado pela literatura, Rhysand leva uma vida tranquila e simples, que esconde um detalhe importante: ele é secretamente rico, algo que Zaira desconhece completamente. Para ela, ele parece ser apenas um homem misterioso e sereno, imerso em seu próprio mundo literário - e é exatamente assim que ele quer ser visto.Quando se conhecem, seus mundos contrastantes entram em choque de maneiras inesperadas. Zaira, acostumada ao agito e à atenção constante, se vê intrigada pela calma e profundidade de Rhysand. Para ela, o universo dos livros é desconhecido, mas há algo no comportamento enigmático dele que a atrai. Rhysand, por sua vez, fica fascinado pela energia e charme que Zaira carrega consigo, embora mantenha uma certa distância, receoso de se envolver demais.À medida que começam a conviver como colegas de quarto, a química entre eles se torna cada vez mais evidente. Zaira se encontra abrindo sua vida de formas que jamais imaginou, enquanto Rhysand começa a perceber que existe mais no mundo do que as histórias que lê em seus livros. No entanto, a jornada deles não será fácil. A fama de Zaira sempre estará presente, e o segredo da riqueza de Rhysand acabará por surgir, trazendo desafios para a relação em crescimento.Com o passar do tempo, ambos precisarão confrontar suas inseguranças, diferenças de estilo de vida e os sentimentos que nutrem um pelo outro. Será que o amor poderá florescer entre os mundos tão distintos de Zaira e Rhysand?
Ela Renasceu para o Sucesso

Ela Renasceu para o Sucesso

O sol do nordeste castigava, mas aquele dia da formatura do ensino médio parecia diferente. Era o dia em que Ana e sua irmã gêmea, Clara, esperavam o anúncio das bolsas de estudo, um futuro promissor acenando. Mas para Ana, a luz dos olhos da mãe sempre foi Clara, a filha perfeita, enquanto ela era a sombra, a rebelde. Até que seu nome foi lido em voz alta: "Bolsa integral para a Escola de Música do Rio de Janeiro... Ana de Sousa!" A euforia foi triturada pelo ódio no rosto da sua mãe, Maria, que sibilou: "Isso deve estar errado!" A alegria virou cinzas quando Clara chorou, e Maria lançou-lhe um olhar venenoso. Dias depois, a carta oficial da escola chegou. Mas Ana não teve chance de abri-la. Escondida, ouviu a voz trêmula de Clara: "...tem certeza, mãe? E se descobrirem?" E, então, a de Maria: "Ninguém vai descobrir. Você merece isso, não ela. O convite agora está no seu nome." O sangue de Ana gelou. Elas falsificaram o documento. "O que vocês fizeram?" Ana gritou, a dor e a raiva rasgando sua garganta. A dor piorou quando Maria apontou para a porta: "Fora da minha casa! Eu não tenho mais filha! Vá viver sua vida vergonhosa longe daqui!" E para a vila, com fotos distorcidas: "Vejam! Vejam todos o tipo de filha que eu tenho! Ingrata! Tentei dar tudo para ela, e agora ela ataca a própria irmã por inveja!" Ana foi jogada na rua, com a humilhação queimando. Dias de fome, frio, e a reputação espalhada: "A filha da Maria? A desvergonhada? Não, obrigado." A música, antes sua salvação, virou corrente. Em um beco, após uma briga brutal, chutes, socos, sua cabeça no paralelepípedo. "Deixa ela aí. Já era." A escuridão a engoliu, seu último pensamento sobre o sonho roubado. Mas, de repente, uma luz forte. O sol do nordeste entrava pela janela do seu quarto. "Vamos, Ana, levanta! Hoje é o dia da formatura!" Ana piscou. Estava de volta. Uma risada insana escapou. Lágrimas de uma fúria fria. Desta vez, seria diferente. Desta vez, eles iriam pagar.
Nada Mais Que Um Valentão

Nada Mais Que Um Valentão

Como uma garota simples, Ana não esperava colidir com o maior valentão no primeiro dia de sua escola. Ela não podia perceber que sua vida inteira estava prestes a tomar um rumo diferente. Um rumo que era agradável e desagradável ao mesmo tempo. ************* Daniel, que tinha escondido os segredos mais profundos dentro dele, perdeu-se logo no primeiro dia em que viu Ana. Ele queria fazer dela sua mas, ao mesmo tempo, tinha medo de cometer o mesmo erro novamente. Ele estava machucando Sofia involuntariamente por causa do medo que estava enterrado no fundo dele e Ana, que era completamente nova nessas situações, estava se sentindo desamparada e vulnerável. Ana não queria gostar dele, mas também não podia ignorar o efeito dele sobre ela. Ela não podia negar que Daniel estava começando a ter um lugar em seu coração, que era algo que um valentão definitivamente não deveria ter. Ambos começaram a se apaixonar um pelo outro inconscientemente, mas seus próprios medos os estavam refreando de expressar suas emoções um ao outro. O que aconteceria quando duas pessoas de mundos completamente diferentes se cruzassem? Eles seriam capazes de superar os medos e as dificuldades e ficar juntos ou as circunstâncias os separariam um do outro? Junte-se à montanha-russa da jornada deles e veja onde o destino os leva. [[Contagem de Palavras: 100000- 104000]] Todos os direitos reservados. Aviso de Conteúdo/Acionamento: Esta história contém conteúdos extremamente maduros, linguagem grosseira e assédio sexual. Leia por sua própria conta e risco.
Adeus, Passado Sombrio

Adeus, Passado Sombrio

A morte foi um alívio frio, um silêncio que chegou depois de muita dor, com o veneno queimando em minhas veias e a imagem de minha mãe, enforcada, sem vida, uma vítima de uma crueldade que deveria ter sido só minha. Mas então, eu respirei, e o ar úmido e pesado, cheirando a chuva e asfalto molhado, encheu meus pulmões com uma urgência chocante. Abri os olhos e lá estava ele, Pedro, meu namorado, irritado, as palavras dele ecoando um pesadelo: "Sofia, qual é o seu problema? Estamos todos esperando por você, não podemos nos atrasar por sua causa!" Era o dia do concurso para a bolsa, o mesmo dia em que tudo desmoronou na minha vida anterior, com as memórias da traição, do veneno na festa, da humilhação pública da minha mãe e do seu suicídio, tudo voltando em uma avalanche de dor e ódio. Eu tremia, não de amor, mas de um pânico gelado ao ver aqueles que me rodearam enquanto Juliana me envenenava, os mesmos que riram e espalharam as mentiras que destruíram minha mãe, tudo sob o pretexto da minha "inveja". Naquela vida, eu implorei, avisei sobre a tempestade e o deslizamento iminente, mas eles zombaram, chamando-me de dramática, de invejosa. Desta vez, eu não cometeria o mesmo erro. Com a voz firme, sem o tremor da Sofia ingênua que eu fui, disse: "Pensem o que quiserem. Eu não vou esperar, quem quiser vir, venha agora, o ônibus que vai pelo caminho alternativo sai em cinco minutos", e comecei a andar, sem olhar para trás, deixando-os entregues a si mesmos e ao destino sombrio que os aguardava.
PRESA A MÁFIA

PRESA A MÁFIA

Sinopse do 2 livro! PRESA A MÁFIA Um Romance Dark. By Maria Eduarda 5 anos tinha se passado desde o último acontecimento, mais nada mudou. Laura que tentou ser forte, se abalou, sua mente não era mais seu guia, havia perdido muito mais do que imaginou, os traumas ficaram piores, sua mente já não aguentava tamanha culpa, nunca contou para ninguém o que aconteceu aquele dia, evitava o assunto e fugia dele como o Diabo foge da cruz. Morava longe de todos e evitava contato, sua vida na Espanha era assim, solitária. Festas, bebidas e drogas eram suas novas companhias, a saudade de seus filhos era o pior incentivo, seu mundo tinha acabado aquele dia, não era mais a mesma. Cicatrizes na alma e no coração, seu amor já não era tão seu, foi roubado a muito tempo, triste era seu fim, o karma te acompanhava todos os dias, pior do que isso, era a culpa. Não entendia como sofria por alguém que foi tão doentio, ela se sentia sufocada, sentia suas mãos em seu corpo durante a noite, queria até mesmo que fosse real, queria senti-lo e te-lo uma última vez, mesmo sabendo que aquilo era impossível. Naquele dia ele não carregou apenas sua alma, mais o seu coração também, Vitor sabia fazer um estrago, não era apenas sua beleza que chamava atenção, sua presença era marcante, quem não conhecia tinha medo e quem conhecia tinha certeza que jamais deveria provoca-lo. Era a personificação do perigo, do próprio Diabo... Laura venderia sua alma para ele novamente, ela o amava e era doente pelo mesmo. O que ela não sabia era que seu inferno estava longe de acabar, tudo que plantamos aqui, também colhemos. Porque esse amor doentio Essa dor sem sentido. Uma pressão que corre nas veias Triste, Sofrido. Porque não posso esquecer Comandar os meus sentidos Viver com minhas escolhas. Esquecer o que nunca foi Merecido. Poema as Bruxas
Sufocada Pelo Amor Materno

Sufocada Pelo Amor Materno

A cerimônia de formatura do ensino médio deveria ser um momento de celebração, mas para mim, Sofia, era o último prego no caixão da minha individualidade. Enquanto meu nome era chamado para receber o prêmio de melhor aluna de design, senti o familiar aperto no estômago, o olhar frio da minha mãe, Helena, e o nervosismo da minha irmã gêmea, Clara, ao meu lado. "Parabéns, Sofia. Um talento excepcional," disse o diretor, me entregando o troféu, mas o aceno quase imperceptível da minha mãe para Clara já me sentenciava: não brilhe demais. Minha vida inteira foi uma performance forçada de mediocridade, tudo em nome da "justiça" da minha mãe, uma estilista renomada, obcecada pela igualdade absoluta entre suas filhas. Lembro-me de quando tínhamos dez anos e ganhei um concurso de desenho; Helena não hesitou em jogar meu troféu no fogo da lareira, dizendo que "isso não é justo com a sua irmã." Naquela noite, meu talento não era um dom, era um crime, e a partir daquele dia, comecei a me sabotar, a errar deliberadamente, a me anular para manter a "harmonia" familiar. A ansiedade se instalou em mim como uma sombra, e meu pai, Ricardo, me levou a um psicólogo às escondidas, cujo diagnóstico de transtorno de ansiedade e depressão foi ignorado pela minha mãe como "drama de adolescente." Para Helena, minha doença mental era mais uma prova da minha "injustiça", um desequilíbrio em sua equação perfeita, e fui punida por ser competente, por ser eu. O troféu da formatura pesava como uma sentença, confirmando que a questão das faculdades seria o novo campo de batalha. Minha mãe sugeriu que eu cedesse minha vaga na melhor universidade de moda e entregasse meus melhores desenhos para Clara, que mal tinha notas para uma faculdade comunitária. "Não," eu disse, a faísca de rebelião acendendo-se, "É o meu trabalho. É o meu futuro. Não é justo que eu tenha que sacrificar tudo por ela." A fúria gelada de Helena explodiu, culminando com ela me arrastando para uma estrada deserta no meio da noite e me abandonando. "Volte para casa a pé. Pense sobre o que é realmente 'injusto'," ela sibilou enquanto me puxava do carro e fugia. Eu caminhei por horas, imunda, exausta, quebrada, e ao chegar em casa, Helena apenas perguntou: "Aprendeu sua lição?" Silenciosamente, assenti, e no dia seguinte, entreguei meus melhores trabalhos para Clara, aceitando que meu futuro não me pertencia, resignada. A vida na faculdade tornou-se uma extensão do inferno, dividindo o mesmo dormitório, as mesmas aulas, e as ligações noturnas de Helena garantiam que a "justiça" fosse servida. Clara, agora, exigia minha dependência, transformando-a em direito adquirido, e pediu que eu fraudasse uma prova para ela. "Você está louca? Clara, isso pode nos expulsar da faculdade!" Mas ela chantageou, usando a obsessão da minha mãe: "Se eu reprovar, a mamãe vai ficar furiosa. Vai sobrar pra você de qualquer jeito." Sem dormir, me senti encurralada: a sobrevivência falou mais alto que a integridade, e eu fiz a prova, sentindo cada palavra escrita como algo sujo. Quando Helena, exultante, celebrou nossas notas quase idênticas, elogiando aquela mentira e me enviando dinheiro, senti o ponto de ruptura. Naquela noite, enquanto Clara dormia, fiz pequenos cortes em meu antebraço, desesperada para que minha dor invisível se tornasse inegável, para que Helena me visse. Mas ela apenas ordenou: "Sofia, cubra esse braço. É falta de apetite", ignorando completamente o que aquelas marcas significavam. "Mãe... eu não estou bem." "Clara parece ótima. Talvez você devesse aprender com ela a ser mais resiliente." Meu grito de ajuda foi recebido com indiferença, e pouco depois, um colapso na faculdade me levou ao diagnóstico de transtorno de personalidade borderline. O psiquiatra me revelou: "Sua necessidade de agradar e se anular para manter uma 'paz' artificial está literalmente te adoecendo." Ali, sob as luzes fluorescentes do consultório, percebi: minha doença não era fraqueza, era uma ferida infligida dia após dia, ano após ano, pela "justiça" da minha mãe. No exame final do curso avançado de Design de Moda, obtive a nota máxima, enquanto Clara foi reprovada, e Helena me encarou sem rodeios. "Como você deixou isso acontecer? Você vai ceder o seu lugar para a Clara." Minha voz embargou ao gritar: "NÃO! Você não entende? Eu estou doente! É por sua causa! Você me destruiu!" Em sua fúria, Helena derramou café quente em minha mão, a dor da queimadura misturada com o choque de sua violência implacável. Clara, em vez de me defender, olhou para minha mão e, com um sorriso presunçoso, disse: "Viu o que você fez? Você sempre deixa a mamãe nervosa." Naquele instante, a última gota de esperança ou amor filial se evaporou. Levantei-me, saí do café e, ignorando dezenas de chamadas de Helena, liguei para meu pai: "Pai… você pode vir me buscar?" Vaguei pela cidade, a dor da queimadura um farol na névoa, até chegar a uma ponte alta, onde a escuridão do rio era sedutora. Uma colega, Beatriz, notou minha dor: "Você não tem que pular dessa ponte, Sofia. Você só tem que atravessá-la. Ir para o outro lado e não olhar para trás." Seu conselho, vindo de alguém que entendia minha dor, foi uma âncora, me lembrando do ciclo de abuso que Helena impunha. "Sofia, sua irmã está preocupada. Volte para o dormitório agora. Precisamos resolver isso," recebi uma mensagem da minha mãe, que eu sabia ser uma manipulação. Bloqueei o número dela, e no ônibus, enquanto me afastava, enviei uma última mensagem: "Não me procure mais." Meu pai me abraçou: "Apenas seja feliz, filha. É tudo o que eu sempre quis." Eu era livre.