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O Retorno Tecnológico Bilionário da Esposa Fantasma

O Retorno Tecnológico Bilionário da Esposa Fantasma

No meu aniversário, voltei de viagem esperando uma recepção calorosa, mas encontrei apenas um aeroporto vazio e um silêncio ensurdecedor no meu celular. Ao chegar na cobertura, deparei-me com a cena que partiu meu coração: meu marido, Caio, e minha filha, Iara, brincavam felizes com Adelaide, minha meia-irmã. Eles haviam esquecido completamente de mim. Pior que o esquecimento foi ouvir a voz da minha filha ecoar num vídeo postado nas redes sociais: "A Tia Adelaide é um milhão de vezes melhor que a mamãe. A mamãe é chata." Caio apenas riu, concordando, enquanto partiam para uma festa, deixando-me sozinha no apartamento frio. Naquela noite, fui ao escritório e abri o cofre. Peguei o acordo de divórcio. Com uma caneta preta, risquei o pedido de pensão. Risquei a casa. E, por fim, risquei a cláusula de custódia. Eu não levaria nada. Deixaria eles um para o outro. Fugi para meu loft secreto e reativei minha antiga identidade: "Fantasma", a lendária programadora que sustentava o império do meu marido sem ele saber. Iniciei o protocolo "Terra Arrasada", deletando minha existência digital da vida deles e cortando todo o fluxo de dinheiro. Dias depois, reapareci no Baile do Centenário, não como a esposa submissa, mas como a sócia poderosa da maior empresa de IA do mundo. Quando Caio tentou me agarrar pelo braço, exigindo que eu voltasse para casa, chamei os seguranças e disse a frase que selou nosso destino: "Tirem ele daqui. Eu não conheço esse homem."
Cansada de Ser Invisível

Cansada de Ser Invisível

A minha vida parecia normal. Carreira sólida, um namorado que eu pensava que me amava. Mas naquele dia, o meu mundo desabou. Fui despedida, e a minha mãe, pálida e doente, precisou de ser hospitalizada de urgência. Liguei ao meu namorado, Diogo, e ao meu padrasto, Ricardo, em busca de apoio, de consolo. Mas a resposta chocou-me até ao osso: eles estavam a ajudar a irmã de Diogo, Sofia, a montar um sofá novo. "Um sofá", pensei, "era mais importante do que a minha mãe em perigo e o meu emprego perdido?" O Diogo, irritado, acusou-me de ser "dramática" e "exagerada" por causa de uma "simples dor de cabeça". O Ricardo, o marido da minha mãe, ligou para o telemóvel dela, não para perguntar pela esposa doente, mas para me insultar e exigir que eu pedisse desculpa ao Diogo. Sofia, a "vítima" da situação, enviava mensagens e posts nas redes sociais, regozijando-se com a sua "família" perfeita. Fui atingida pela crua e dolorosa verdade: eles não se importavam. Nunca fomos prioridade. Nunca. Éramos um incómodo, um papel de parede nas suas vidas perfeitas. O vazio era cinzento, a injustiça esmagadora. Mas quando o Diogo e o Ricardo irromperam no quarto do hospital, exigindo que eu baixasse a cabeça e cedesse, algo em mim estalou. Isto não ia ficar assim. Eu iria finalmente expor a verdade por trás daquela "família" disfuncional, mesmo que isso significasse demolir tudo. Eles iriam, pela primeira vez, ouvir o que uma mulher, cansada de ser invisível, tinha para dizer.
O Veneno da Fortuna

O Veneno da Fortuna

O telefone tocou incessantemente na tranquilidade do meu escritório, um prenúncio de algo terrível. A voz do outro lado confirmou meu pior medo: "Seus pais, Antônio e Helena Silva. Houve um acidente. Estado grave." Meu mundo desabou em segundos, mas a primeira pessoa que procurei, minha esposa Sofia, estava ocupada demais celebrando com risadas e música alta. Perguntei: "Sofia, meus pais podem morrer!" Ela retrucou, fria: "E o que você quer que eu faça? Eu não sou médica. Dê um jeito, Marcos." E desligou. A crueldade dela era um tapa na cara, um choque. Mal cheguei ao hospital, a enfermeira e o médico me confirmaram: a responsável pelo atropelamento era Sofia Almeida, no nosso Porsche que dei de presente. Liguei para ela novamente, implorando: "O carro que atropelou meus pais... era o seu Porsche." Silêncio mortal. Então, sua voz congelante: "Isso é impossível. Meu carro está na garagem." Ela me acusou: "Isso é algum tipo de truque, Marcos? Você está tentando estragar a festa do Pedro?" Minha esperança se esvaiu; o médico suspirou: "Sinto muito, filho. Nós fizemos tudo o que podíamos." O som dos monitores cardíacos ecoando pelo corredor marcou o fim. Meus pais se foram, e a dor era física. Mal consegui respirar, lembranças me invadiam, a imagem da minha mãe acolhendo Sofia, e meu pai dizendo que ela trazia luz à nossa vida. Mal sabíamos que era tudo uma farsa. Minha secretária ligou em seguida, com voz hesistante: "A senhora Sofia fez uma retirada hoje à tarde. Cem mil euros." No dia da morte dos meus pais, ela roubou para fugir com o amante. A dor virou raiva fria. Lembrei das humilhações, do desprezo da família dela, da mão de Sofia em meu rosto: "Você entende qual é o seu lugar? Você é o pobretão sortudo que eu escolhi. Aja como tal." Eu suportei tudo, achando que a amava. Não havia amor, apenas um vazio calculista. Ela me via como um degrau. Mas jurei: "Eu prometo que farei justiça por vocês."
A Perda Dele, o Ganho do Magnata: O Retorno da Herdeira Perdida

A Perda Dele, o Ganho do Magnata: O Retorno da Herdeira Perdida

Fui sequestrada e amarrada em um armazém abandonado. Sangrando e aterrorizada, consegui roubar um celular e ligar para o meu marido, Joaquin, implorando por ajuda. Mas a resposta dele foi puro gelo. Ao fundo, ouvi a voz frágil de Ember, sua amante, reclamando de dor no peito. "Você enlouqueceu? Fingindo um sequestro porque está com ciúmes da Ember? Ela está doente!" "Estou sangrando. Eles vão me matar", eu implorei. "Nunca mais perturbe o descanso dela", ele rosnou e desligou. Tive que lutar pela minha vida. Quebrei o joelho de um sequestrador, pulei por uma janela de vidro estilhaçado e corri sob uma chuva congelante. Quando finalmente cheguei em casa, machucada e exausta, Joaquin apenas zombou da minha jaqueta rasgada, dizendo que eu era patética por rolar na lama para chamar atenção. Minha ex-sogra riu, jogando um guarda-chuva quebrado em uma poça aos meus pés, me chamando de lixo órfão que nunca pertenceu à alta sociedade. Três anos suportando humilhações por amá-lo, e ele me deixou para morrer apenas para que sua amante pudesse dormir. O último resquício de amor no meu peito virou cinzas. Joguei os papéis do divórcio na mesa de mármore e saí para o frio. Mas, no momento em que pisei na rua, oito SUVs blindadas bloquearam o trânsito. Um homem de sobretudo desceu com um exame de DNA. Eu não era uma órfã, mas a verdadeira herdeira da família mais rica e letal do país. E agora, eu ia esmagar o império do meu ex-marido até não sobrar nada.
O Acerto de Contas de Clara

O Acerto de Contas de Clara

A minha bolsa de águas rompeu, em ponto. Era o dia que mais antecipei: o nascimento do nosso filho. Liguei ao Leo, o meu marido, mas ele estava imerso na final da taça de futebol. A sua voz soava irritada, a sua irmã, Sofia, riu ao fundo: "Ela está outra vez com essas coisas? Relaxa!" Ele desligou, deixando-me sozinha com as contrações a apertar. Cheguei ao hospital, mas a demora foi fatal. O nosso filho não sobreviveu. Leo chegou, cheirando a cerveja e a vitória, indiferente à nossa tragédia. Em vez de consolo, recebi acusações: "Por que não chamaste a ambulância mais cedo, Clara?" A sua mãe, Helena, e a irmã, Sofia, cercaram-no, culpando-me pela morte do meu próprio filho. Eu era a mãe negligente, a esposa histérica, o bode expiatório da sua crueldade casual. Ele chorou pelo "meu filho", nunca pelo "nosso". Naquele momento, percebi que estava completamente sozinha no mundo. Mas a dor ainda não tinha atingido o seu pico. Enquanto arrumava as delicadas coisas do bebé, a verdade mais suja veio à tona. Descobri extratos bancários, contas secretas, provas da sua verdadeira e sistemática traição. Despesas luxuosas para a Sofia: joias caras, viagens de luxo, até o sinal de um apartamento – tudo pago com o dinheiro que ele me disse que não tínhamos. E a revelação mais fria: um e-mail onde ele descrevia a morte do meu filho como um "dia de merda", mais preocupado com a vitória do Benfica. O jogo de futebol não foi um incidente isolado. Era um sintoma da sua devoção cega à irmã. Foi a última peça do puzzle: a doença era a Sofia, e eu era apenas um incómodo. O luto não me quebrou; endureceu-me e entregou-me uma clareza gelada. "Eu quero o divórcio", disse, as palavras firmes e calmas, uma promessa. A guerra cruel pela minha liberdade tinha acabado de começar.
Ele negou a última jornada do meu irmão

Ele negou a última jornada do meu irmão

Meu namorado bilionário se recusou a me emprestar duzentos mil reais para trazer o corpo do meu irmão para casa. Três dias depois, encontrei a assistente dele vestindo meu robe de seda na nossa cobertura. Foi nesse momento que decidi me casar com meu amigo de infância. Por oito anos, fui o segredinho sujo de Caio Ferraz. Aceitei viver nas sombras, acreditando que seus "Protocolos de Relacionamento" eram apenas as excentricidades de um gênio da tecnologia. Mas quando meu irmão morreu tragicamente no exterior, Caio não ofereceu conforto. Ele me ofereceu um formulário de empréstimo corporativo, que sua assistente, Daniela, negou prontamente. Enquanto eu me afogava em luto, João apareceu. Ele pagou pela repatriação sem hesitar, provando o que o amor verdadeiro realmente significava. Fui ao apartamento de Caio para terminar tudo, apenas para encontrar Daniela lá, exibindo um chupão fresco no pescoço e um sorriso presunçoso. A verdade desabou sobre mim como um deslizamento de terra. Ela não tinha apenas roubado meu namorado; ela vinha interceptando meus bônus e sabotando minha carreira há anos. E o Caio? Ele a defendeu. Ele me chamou de "risco desnecessário" e ameaçou me arruinar se eu fizesse um escândalo. Então, eu não apenas me demiti. Enviei uma foto minha com o João para o grupo de WhatsApp da empresa com uma legenda que silenciou o escritório inteiro. "Vou me casar. E não é com Caio Ferraz."