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Livros de Romance Para Mulheres

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Diavolo: Série monstros da máfia, livro 1

Diavolo: Série monstros da máfia, livro 1

Que ironia do destino, seu tio enquanto caporegime da máfia na Calábria deixou sua maldade correr livre, matando e fazendo atrocidades ainda piores do que a morte. Agora para não serem dizimados junto com as famílias que compõe a antes temida máfia N'drangheta, Pietá Grecco será dada em casamento a ele... o Diavolo, o homem que escapou por um triz, que teve toda sua alma roubada por sua família, mesmo sentindo medo de seu destino Pietá sente pena do homem que viu sua esposa ser estuprada e morta em sua frente, o preço disso? Sua vida para ele fazer o que bem entender, desde destruí-la até torturá-la a seu bel prazer. Lágrimas rolam por seu rosto, enquanto seu pai ignora seu sofrimento à caminho da mansão dos Spadaro, desde que seus negócios e seu herdeiro estejam em segurança, sua filha caçula é um preço pequeno a ser pago para não terem seu território e seus homens dizimados! Afinal de contas ela é só uma mulher e desde que o mundo é mundo as mulheres da máfia são bens passíveis de venda ou troca para fins de poder! Ele era todo feito de honra, orgulhoso como só poderia ser um dos príncipes da máfia siciliana... Até cruzarem o seu caminho e lhe roubarem tudo que havia de mais precioso, seu amor, sua dignidade e sua vontade de viver! Ele agora somente existe para vingança, muito em breve ele acabará com todos que ousaram arrancar a vida de sua doce Rosália. Ele não é mais Lucca Spadaro o portador da luz, ele agora é conhecido como Diavolo...
O príncipe da honra e a virgem

O príncipe da honra e a virgem

É cansativo não poder confiar em ninguém. É cansativo tratar cada aliado político como um inimigo em potencial, porque lealdade é um conceito há muito esquecido e a palavra de alguém não vale mais nada. Acordos assinados não valem mais nada, muito menos a suposta honra de um governante. Meus irmãos sempre me chamaram de paranoico quanto a isso. A atividade preferida de Stephen é pegar no meu pé com meu excesso de zelo e desconfiança constantes. Richard, o mais velho e rei de Delway, entende minha preocupação, já que, de nós três, é o que mais lida com politicagem, mas até mesmo ele teve certeza de que eu estava exagerando algumas vezes. Adivinha só? Eu não estava. Os filhos da puta que apareceram quando estávamos mais vulneráveis, jurando aliança e apoio, agora estão prontos para fazer demandas. É claro que estão. Nada vem de graça quando o assunto é poder. - De novo! - grito, mãos atrás das costas, olhos ferozes e atentos sobre os soldados que repetem a sequência de golpes na aula de artes marciais. Ninguém se atreve a reclamar de cansaço, mesmo que eu saiba que estou exigindo muito mais deles hoje do que o normal. É o que acontece quando estou puto. Não demoro a perceber que apenas assistir ao treinamento não vai ajudar a acalmar minha agitação. Mantenho os olhos atentos sobre eles enquanto enrosco ataduras nos nós dos dedos, sabendo que estão nervosos com a minha presença nem tão rotineira assim. Nervosismo esse que aumenta quando percebem que estou entrando no tatame também. - Não precisam parar - aviso, transitando entre as pessoas que depositam aqui cada gota de energia que têm para oferecer. Conserto algumas posturas, corrijo golpes feitos errados, dou mais meia dúzia de instruções. Quando a minha proximidade deixa de ser um problema e todo mundo está concentrado de novo no que deve fazer, começo a treinar também. Não demora para alguns soldados se animarem com a perspectiva rara de treinar comigo, e é um ótimo lembrete de que é aqui que me sinto em casa.
O Cowboy Jiujitsuka

O Cowboy Jiujitsuka

Para a recepcionista Érika Johnson aquele era mais um fim de expediente como qualquer outro onde ela iria finalizar o relatório, despedir os últimos alunos de Jiujitsu e finalmente partir, mas o que poderia ser diferente naquela tarde tão comum? Os alunos começaram a chegar às 12:00 cumprimentando-a e seguindo para o tatame onde o sensei os aguardava. Érika sorria, mantendo-se sempre atrás do balcão; tudo muito normal... Até o último aluno entrar sem cumprimentar, sem quimono e atrasado. O tempo parou enquanto ele passava. Os olhares se cruzaram. Algo dentro dela reagiu a presença silenciosa e atraente daquele homem. O coração palpitou e algo se movimentou ansiosamente em seu interior. Depois de anos sem sentir nenhum sinal de atração por alguém, traumatizada pela separação do casamento infeliz, ela mal podia acreditar que estava acontecendo... Alex Bahamonde estava em um nível de estresse absurdo e depois de enfrentar o maldito trânsito de Phoenix, o mau humor aumentou. Não é que odiasse a cidade, mas definitivamente preferia o campo e, com toda certeza, sentia-se melhor na companhia de animais que seres humanos; contudo, havia combinado com o melhor amigo e não faltaria ao treino que prometeu participar. Logo teria de retornar a fazenda e retomar a agenda de viagens que seguiria à risca para fazer novas parcerias e continuar faturando. Estava no topo e queria permanecer. Após uma eternidade para encontrar vaga no estacionamento e mais outro século para subir os degraus da academia cujo elevador estava em manutenção, sua bateria social gritava 0%.  Contrariado, chegou ao tatame com a carranca e cansaço que quase não o permitia a boa etiqueta e educação; exceto pela mulher do outro lado do balcão que pareceu não entender ou simplesmente não aceitar seu recado mudo, cumprimentando-o com um sorriso meigo e gentil demais para ser ignorado.