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Livros de Romance Para Mulheres

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Ela Se Tornou Sua Própria Estrela

Ela Se Tornou Sua Própria Estrela

Minha mãe estava no hospital depois de uma mordida horrível de cachorro, então liguei para meu noivo, Caio. Ele deveria ser meu porto seguro. Em vez disso, recebi pura irritação. Ele estava em Campos do Jordão, numa viagem de inverno com minha melhor amiga, Helena. “O que você quer que eu faça? Pegue um voo de volta agora mesmo?”, ele rosnou, antes de desligar para voltar ao “frio delicioso”. O cachorro, descobri depois, era da Helena. A mordida na perna da minha mãe diabética rapidamente se transformou numa infecção gravíssima. Mandei uma mensagem para o Caio, atualizando a situação, dizendo que ela estava piorando, que os médicos falavam em cirurgia. Ele não retornou a ligação. Em vez disso, o story da Helena no Instagram foi atualizado: uma foto dela e do Caio, com as bochechas coradas pelo frio, sorrindo em frente a uma lareira. A legenda era um único emoji de coração. Enquanto eles tomavam chocolate quente, minha mãe entrou em choque séptico. Sentada sozinha na sala de espera sombria do hospital, encarando meu celular silencioso, eu soube que ele já tinha feito sua escolha. Ele tinha escolhido as férias. Ele tinha escolhido minha melhor amiga. Ele tinha deixado minha mãe para morrer, completamente sozinha. Ela faleceu às 3:17 da manhã. Segurei sua mão até ela esfriar, e então saí para a madrugada cinzenta. Eu não estava apenas de luto. Eu tinha chegado ao meu limite. Eu ia me apagar do mundo dele e queimar tudo até as cinzas.
Forçados

Forçados

Uma tradição, uma maldição, um casamento. Amy Thompson, é uma jovem de 28 anos, é rica, tem o emprego dos seus sonhos, amigos fiéis e verdadeiros. É órfã de mãe, mas o pai nunca lhe faltou. Sabe desde pequena que a sua familia tem a tradição de fazer contratos de casamento aos seus filhos, ficam prometidos desde tenra idade e têm que cumprir senão existe uma maldição terrível que cairá nas suas vidas. O pai só lhe dizia para não arranjar namorado para casar porque estava prometida a um bom rapaz, mas tudo sempre foi dito em modo de brincadeira, então ela nunca ligou muito a esse assunto, não pretendia casar mesmo, pelo menos tão cedo, queria viver para o seu trabalho. Alexander Harrison, tem 29 anos, rico, solteiro, lindo de fazer inveja, tem as mulheres que quer, mas sabe desde sempre que não pode casar com nenhuma, ao contrário de Amy, os seus pais sempre o colocaram a par do que se passava, sendo esse um assunto sério quando era falado. Quando finalmente se conhecem, é terrível, eles detestam-se, passam a vida a chamar nomes um ao outro e não se conseguem entender. Mas com o passar do tempo, eles vão começar a sentir sensações que não estavam à espera. Eles têm que casar antes de Alexander fazer 30 anos, se não casarem a maldição faz com que ele morra e logo a seguir a Amy que faz os 30 anos depois. Uma corrida contra o tempo e contra a vontade de casar vai os perseguir. Espero por vocês.
A delegada e o ceo

A delegada e o ceo

A Delegada e o CEO, é o primeiro livro da série Herdeiros Intensos. Na história vamos conhecer Chelsea Coxx, uma delegada, obstinada, destemida e uma mãe carinhosa. Apesar das cicatrizes do passado ainda estarem tão vivas em sua alma, fazendo com que ela não se entregue a um novo amor, ela aprenderá que nem sempre devemos dar um fim a um grande amor. Também iremos conhecer Joseph Foster, um homem focado em seu trabalho e de poucos envolvimentos amorosos, herdeiro da famosa rede de Resorts & Hotéis, ele sempre teve relacionamentos longos e duradouros. Joseph terá que testar todoseus limites, e ir atrás de todos os segredos do passado, para reconquistar a mulher que ama. Escrever essa história, testou todos meus limites e me fez conhecer um novo amor além da leitura. Sempre amei ler e ajudar amigas autoras em suas escritas, mas nunca tive coragem em começar a minha própria história. Dedico essa obra a todas as leitoras que estavam ansiosas para este lançamento. A minha irmã por ter me apoiado desde o dia que decidi que começaria essa nova jornada. E também as pessoas que estiveram ao meu lado, me incentivando e não permitindo que eu desistisse, obrigada meninas vocês foram essenciais para que essa história fosse escrita! Lilian Cardoso, Thaynara Rodrigues, Deizi Mery, Autora Candy Boss e, todas as meninas do grupo de Whatts Oferendas. Amo vocês meus amores, que nossa amizade seja leve e eterna. Eu amei escrever e criar todos os personagens dessa história, espero que assim como eu gostem e se apaixonem por cada um deles. Boa leitura e um beijo carinhoso, até nossa próxima história.
Casamento Relâmpago com o Coronel Alfa

Casamento Relâmpago com o Coronel Alfa

Trabalhar turnos de doze horas como enfermeira residente já era exaustivo, mas o verdadeiro pesadelo era minha mãe me forçando a ter encontros às cegas com homens ricos e arrogantes que me tratavam como lixo. Tudo mudou quando um "Código Atlas" foi acionado no hospital. Fui designada para cuidar de um tenente ferido sob segurança máxima, mas um assassino disfarçado de médico invadiu a UTI e pressionou um bisturi contra a minha garganta. O assassino me usou como refém e me empurrou de um lance de escadas. Eu teria morrido se o Coronel Jarrod Romero — o oficial mais temido e poderoso do Pentágono — não tivesse se jogado para me proteger com o próprio corpo. Mesmo machucada e traumatizada, quando cheguei em casa, minha mãe não perguntou se eu estava bem. Ela gritou comigo por ter abandonado meu encontro com o analista financeiro esnobe. "Você o humilhou! Peça desculpas ou saia da minha casa!" Ela exigiu isso ignorando completamente o curativo ensanguentado no meu pescoço. O homem arrogante até me agarrou à força em público no dia seguinte, e minha mãe ainda o defendeu, dizendo que a culpa era minha por provocá-lo. Fiquei ali, olhando para a mulher que deveria me amar. Como o ego de um idiota rico e as aparências podiam valer mais do que a minha vida? Eu quase fui morta, e ela só se importava em me vender para um provedor. Em vez de chorar ou pedir perdão, abri minha bolsa e joguei um documento oficial na mesa de centro. "Não vou pedir desculpas, mãe. E não vou morar mais aqui." Diante do olhar chocado dela, apontei para a certidão de casamento. Eu havia acabado de me casar com o Coronel Romero. A partir de hoje, eu estava sob a proteção militar dele, e ninguém voltaria a ditar a minha vida.
Vingança da Viúva Grávida

Vingança da Viúva Grávida

Meu amor por Pedro era tão vasto quanto o oceano que nos unia, um surfista talentoso e uma artista sonhadora, nosso futuro parecia tão certo quanto o nascer do sol. Mas o mar, que lhe deu a glória, também o levou, deixando um vazio devastador e um segredo crescendo dentro de mim. Em meio à minha dor, Ana Clara, uma suposta "amiga de infância", surgiu com um sorriso frio e palavras venenosas, afirmando que Pedro nunca me amou e que a verdadeira alma gêmea dele sempre foi ela. E o golpe mais cruel: ela também estava grávida de Pedro. Minha reputação foi destruída. Fui pintada como uma golpista interesseira, o alvo de fofocas e acusações que me transformaram em uma pária na minha própria casa. Senti o chão sumir sob meus pés, a dor da traição ofuscando até mesmo o luto pela perda de Pedro. "Ele nunca te amou de verdade," ela sussurrava, e cada palavra era um veneno que se espalhava em minha alma. Como ele pôde esconder isso? Como eu não percebi a verdade em seu olhar antes? Desesperada, encontrei o diário secreto de Pedro. Página após página, ele descrevia seu amor por mim, a ansiedade pela chegada de nosso filho e seu maior sonho: um projeto social para crianças carentes, usando o surf como ferramenta de inclusão. Não eram apenas anotações sobre ondas, mas um plano de vida para nós. Minhas lágrimas molhavam a tinta, mas não eram mais de desespero, e sim de uma fúria e determinação que jamais imaginei possuir. Ana Clara podia tentar roubar meu passado e manchar meu presente, mas não podia apagar a verdade escrita naquelas páginas; não podia destruir a memória do verdadeiro Pedro. Eu lutaria. Pela memória dele. Pela verdade. E pelo futuro do nosso filho. Com o diário em mãos, fui atrás dos amigos de Pedro e revelei a eles a verdade, a dor da desconfiança se transformando em um apoio inabalável. Juntos, iríamos realizar o sonho de Pedro. No dia do evento memorial, Ana Clara usou sua influência para embargá-lo, humilhando-me publicamente e espalhando boatos ainda mais venenosos. A dor emocional manifestou-se fisicamente, e uma pontada aguda atravessou meu ventre. Em seguida, ela apareceu, exibindo um colar de concha – um tesouro da família de Pedro, um símbolo do nosso amor – como um troféu profano. Aquele gesto roubou não apenas um objeto, mas um pedaço da minha história e identidade. De volta ao ateliê, enquanto rascunhava uma carta de rendição, Ana Clara invadiu meu espaço. Ela me chamou de "ratinha" e zombou da minha arte. "Pedro nunca quis nada disso. Ele queria poder, sucesso. Coisas que só a minha família poderia dar. Coisas que eu daria a ele." Então, ela lançou o golpe final: "Pedro me contou sobre seu verdadeiro dom. Aquele que você mal sabe usar. Aquela empatia estranha, aquela capacidade de sentir o mar, de acalmar as ondas… É poder. E esse poder deveria ser meu." Com um movimento brutal, ela agarrou meus pulsos. Uma energia fria e cortante fluiu de suas mãos, e senti uma dor excruciante em minha alma; minha conexão com o mar, minha intuição artística, tudo se esvaía. Gritei, um som rouco de dor, e desabei inconsciente, a última imagem o sorriso vitorioso dela, a ladra da minha vida e da minha essência. Pedro chegou e não olhou para mim, mas para Ana Clara, perguntando sobre ela e "nosso bebê" . Quando acordei, ele me acusou de atacar Ana Clara, de colocar 'o filho deles' em risco. Ele me sentenciou a ficar trancada no ateliê, sem julgamento, sem ouvir minhas palavras sobre o 'dom roubado' . "Meu dom... ela o levou...", sussurrei, mas ele zombou da minha "sensibilidade excessiva" e da minha "fraqueza". Os boatos me transformaram em vilã. A humilhação final: fui convocada a um tribunal informal, onde Ana Clara, com lágrimas de crocodilo, mentiu sobre minha suposta renúncia ao dom. Cai de joelhos, fraca, mas a raiva acendeu um fogo dentro de mim. "É mentira!" , gritei, exigindo o Ritual da Verdade. Pedro, em vez de me apoiar, mentiu novamente para proteger Ana Clara, dizendo que o dom a aceitou, e que eu era instável. Ele estava ativamente participando da minha destruição. Naquela noite, ele me pediu para assumir a culpa, para "proteger Ana e o bebê" . Ele estava usando a minha compaixão como arma. "Não", respondi com firmeza. "Nunca." Fui considerada culpada, condenada à exposição pública e ao exílio. A casa que construí com Pedro, meu lar dos sonhos, foi entregue a Ana Clara. Naqueles longos dias de vergonha, minha amiga leal permaneceu ao meu lado, um bálsamo em minha ferida aberta. Ana Clara veio buscar o documento de divórcio, desejando a estocada final. Minha amiga tentou me defender e Ana Clara, com um desprezo gélido, a atacou. Não foi um simples empurrão. Foi um golpe de energia pura, letal. Minha única aliada, morta a meus pés, despedaçou algo em mim; a culpa me consumia. "NÃO!", gritei, e o chão tremeu levemente enquanto uma energia nova e primal borbulhava, mais selvagem do que meu antigo dom. Peguei o papel de divórcio e o punhal do escrivão, fiz um corte na palma da mão e com meu próprio sangue, escrevi uma declaração de guerra, uma renúncia ao meu passado. Ana Clara zombou, jogou o colar de concha partido no chão, e foi embora com o documento. Mas ao partir, a força que me mantinha de pé se esvaiu; eu estava morrendo. Com minhas últimas forças, arrastei-me em direção ao penhasco, ao Abismo das Almas Perdidas, buscando a única liberdade que me restava. "Adeus, Pedro," sussurrei, e me joguei. Pedro chegou tarde demais, apenas vendo a névoa engolir meu vestido. "MARIA EDUARDA!", seu grito de horror ecoou no vazio.